quinta-feira, 25 de novembro de 2010

81% dos jovens brasileiros compram sem levar em conta a sustentabilidade

A pesquisa “Juventude, Consumo e Política”, divulgada no início de novembro, mostrou que 81% dos jovens brasileiros nunca se baseiam em critérios sustentáveis ao fazer compras. Mesmo assim, boa parte dos 457 entrevistados acredita que optar por empresas responsáveis pode causar mudanças na sociedade.

O estudo realizado pelo Centro de Altos Estudos, da Escola Superior de Propaganda e Marketing (CAEPM), em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro e com o Banco Santander, teve como objetivo verificar a prática do consumo sustentável entre os jovens de 16 a 25 anos. Entre os itens analisados estão: participação e engajamento ambiental e social, nível de informação, instituições consideradas responsáveis por melhores condições de vida, participação política, entre outras coisas.

A conclusão obtida a partir da pesquisa é de que por mais que a juventude brasileira acredite que os ideais de sustentabilidade possam causar mudanças na sociedade, poucas pessoas usam o poder de compra para que as empresas sintam a necessidade de ter práticas sustentáveis.

Um dos motivos causadores dessa falta de preocupação no momento da compra é a diferença nos valores dos produtos fabricados por empresas que seguem padrões ambientalmente corretos, em relação aos outros que não seguem normas sustentáveis. Essa foi a razão apontada por 45% dos entrevistados. Outros 39% dos jovens relacionaram também a dificuldade em obter informações acerca do serviço ou do processo de fabricação do produto, para que a partir daí seja possível julgar e fazer uma escolha mais consciente.

A diretora da pesquisa, Lívia Barbosa, informou que “os dados da pesquisa confirmam o que já ocorre na sociedade brasileira como um todo, ou seja, há uma disposição considerável em praticar boas ações. As pessoas, incluindo os jovens que foram pesquisados, sabem claramente o que é certo e o que é errado, entretanto há uma certa dificuldade na hora de praticar a ação concreta em benefício do bem”.

Mesmo que os resultados da pesquisa não pareçam tão animadores, eles foram encarados de forma positiva, como uma amostra de que é possível ter boas perspectivas para o futuro a partir desses números atuais.


Fonte:http://ciclovivo.com.br/noticia.php/1562/81_dos_jovens_brasileiros_compram_sem_levar_em_conta_a_sustentabilidade/

Prédio sustentável com fachada verde se destaca em bairro paulistano

Edifício Harmonia 57, em meio ao tradicional bairo da Vila Madalena, em São Paulo.

O bairro paulistano da Vila Madalena, tradicionalmente conhecido por seus bares e atividades culturais, tem mais um atrativo: o edifício sustentável Harmonia 57. O projeto não á somente uma construção, mas é também um organismo vivo, em meio à paisagem paulistana.

O escritório de arquitetura Triptyque, formado por uma arquiteta brasileira e três franceses, é o responsável pelo projeto. Toda a estrutura do edifício foi pensada e construída dentro dos padrões de sustentabilidade, além disso, a paredes, cinzas de concreto, são revestidas com plantas, que alteram a fachada do prédio de acordo com a época do ano.

O deck da construção é feito com uma estrutura metálica e madeira. Além disso, os corrimões metálicos também podem servir de encanamento. As janelas são feitas de vidro, protegidas por madeira na forma pura. A proteção pode ficar fechada ou permanecer aberta, possibilitando a entrada da luz e deixando à mostra a vista da cidade.

A estrutura é considerada um ser vivo devido à vivacidade de sua fachada, que só foi possível graças ao sistema de captação da água da chuva. Além disso, o concreto usado nas paredes é orgânico, com poros preparados para receber a vegetação que é irrigada com a água proveniente das chuvas, que após filtrada permanece guardada em um reservatório.

A vegetação que cobre a parede dupla garante o conforto térmico e acústico do edifício. A captação da água da chuva possibilita redução de até 90% nos gastos com água. Outro ponto considerado pelos arquitetos é a abertura das janelas, que foram especialmente planejadas para permitir maior aproveitamento da luminosidade natural, permitindo a economia de energia elétrica.

A preocupação com a preservação da paisagem local foi uma das coisas que norteou a ação dos arquitetos, que conseguiram impactar a região, sem deixar de ser elegante e estar de acordo com o padrão estético do bairro.

O projeto conseguiu alcançar o ideal de arquitetura sustentável e ainda provar que as construções sustentáveis não precisam custar valores absurdos e não estão fora da realidade. O Harmonia 57 foi construído na capital paulista em 2008 e em 2010 recebeu uma premiação européia.

Fonte:http://ciclovivo.com.br/noticia.php/1540/predio_sustentavel_com_fachada_verde_se_destaca_em_bairro_paulistano/

Dica: Doe brinquedos

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Doe os brinquedos esquecidos a quem irá utilizá-los mais/Foto: Stock

Se você tem criança em casa, sabe que eles crescem rápido em que em pouco tempo os brinquedos perdem a graça para a molecada. Por isso, quando perceber um boneco guardado muito tempo na gaveta ou uma bola renegada ao canto do quarto, sugira doá-los a quem precisa.

Esses brinquedos serão mais bem aproveitados por outras crianças e vocês ainda evitaram que ele estrague e acabe no lixo. Além disso, essa será uma importante lição para seu pequeno, que aprendera desde cedo princípios como cidadania, responsabilidade ambiental e consumo consciente.

fonte:http://www.ecodesenvolvimento.org.br/voceecod/doe-brinquedos-1

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Pentawards: Seleção de embalagens "green"

A Pentawards é uma competição do mundo dedicado exclusivamente ao design de embalagens do mundo inteiro. Entre os vencedores, eles fizeram uma seleção de embalagens que se destacam por sua criatividade, mas também por suas notavel abordagem ecologica e social.


THE WILD BAGS
As Wild Bags são sacolas para viver na "selva urbana" e podemos encontrar uma série de 15 desenhos de animais dos 5 continentes em 3 formatos de sacolas. A caixa sacola protege o produto e é um pouco ecologico: o papel é totalmente reciclavel, usa pouco tinta na impressão. Mas o mas importante é que isso faz pensar em barras de uma gaiola.
PARIS ILLUMINE PARIS
Essa embalagem foi desenvolvida para a promoção "Paris illumine Paris" criada pela cidade de Paris, e Coca Cola Company para mobilizar e trazer a luz às pessoas sobre os beneficios da reciclagem de garrafas de plastico. Para divulgar melhor esta promoção, o designer criou um coletor de garrafas de Coca-Cola e um rotulo termoencolhivel verde com elementos graficos que mostram essas luzes e os logotipos dos diferentes parceiros para comunicar mais sobre o evento


BOBBLE


Bobble é uma garrafa de agua com filtro desenvolvida para a vida em movimento. Ela é produzida com PET reciclado et 100% reciclavel. Um unico filtro de Bobble equivale a pelo menos 300 garrafas de agua filtrada, cerca de 150 litros, ou cerca de 2 meses de uso diario.




Tecnologia DryWash lava carros sem gastar uma gota d'água


A DryWash é uma empresa de serviço de limpeza de veículos que tem sua essência atrelada aos conceitos de sustentabilidade. Com o intuito de criar soluções para limpeza, conservação e revitalização de superfícies a empresa exerce a sua missão sem afetar o meio ambiente.

Através do serviço “Água Zero” a DryWash promove a limpeza de automóveis sem a utilização de água. Esse sistema, pioneiro no Brasil, cria uma película protetora que impede que a sujeira seja aderida à lataria do carro por muito mais tempo que a lavagem comum com água.

Outras preocupações relacionadas à limpeza total dos automóveis também estão na lista de serviços da DryWash. A empresa oferece serviços de limpeza de interiores, motores e estéticos.

Em uma lavagem comum de automóvel são gastos entre 216 a 560 litros de água, já as lavagens feitas pela DryWash não gastam uma gota sequer de água. Em um mês a empresa chega a lavar 80 mil carros a seco, a diferença disso na natureza é enorme. Os conceitos de sustentabilidade são levados mais adiantes ainda pela empresa, que busca aplicá-los em todos os setores, incluindo o econômico e a gestão de seus funcionários.


Fonte:http://www.ciclovivo.com.br/noticia.php/32/tecnologia_drywash_lava_carros_sem_gastar_uma_gota_dagua/

Dica: Dê preferência aos vinhos nacionais

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Experimente trocar o vinho importando pelo nacional

Alguns enófilos provavelmente não vão gostar dessa dica, ainda assim, todos devem saber que comprar vinhos nacionais pode ser uma boa forma de contribuir com o meio ambiente. Além de estimular a economia local, deixando de comprar as bebidas importadas você estará evitando que esses produtos se desloquem de seus países de origem até aqui – emitindo toneladas de CO2 na atmosfera.

Outro argumento diz respeito à qualidade das bebidas nacionais. Alguns vinhos brasileiros, como os produzidos na serra gaúcha, já ganharam o reconhecimento internacional de indicação geográfica. Por isso, experimente alguns vinhos brasileiros e descubra que eles podem ser tão bons (e mais sustentáveis) que os importados.


Fonte:http://www.ecodesenvolvimento.org.br/conteudo/voceecod/de-preferencia-aos-vinhos-nacionais/view

Hugo Boss lança uma iniciativa de sustentabilidade


Para trabalhar againt o desmatamento, a marca Hugo Boss tem promovido um novo projeto chamado "Um perfume, uma árvore"


Devido à preocupação mundial sobre o aquecimento global e todos os danos ambientais, algumas empresas têm investido dinheiro para plantar árvores, uma parte do seu lucro é focada em projetos ambientais. Assim, a fim de trabalhar contra o desmatamento, a marca Hugo Boss tem promovido um novo projeto chamado "Um perfume, uma árvore".


A iniciativa de sustentabilidade remete a uma reunião de necessidades atuais sem comprometer a capacidade das gerações futuras satisfazerem suas próprias necessidades, equilibrando preocupações ambientais, económicas e sociais. Esta deve ser aprovada, principalmente por marcas e empresas no Brasil. As florestas brasileiras, como a Amazônia ea Mata Atlântica são muito significativos para o mundo e grande parte foi destruída, por isso já causou uma grande quantidade de emissões de carbono, que precisa ser compensado.

Disponível em: http://viveiroagroflor.blogspot.com/2010/04/hugo-boss-lanca-uma-iniciativa-de.html

Zero Race: volta ao mundo com emissão zero


Para provar a eficiência dos carros elétricos, a corrida Zero Race pretende dar a volta ao mundo, em 80 dias, usando apenas os veículos de emissão zero

Entre A Volta ao Mundo em 80 dias, de Júlio Verne, e a Zero Emissions Race, recém-iniciada em Genebra, passaram-se 137 anos. O livro conta a história de um inglês rico que, acompanhado de seu mordomo, dá a volta no planeta utilizando os então mais rápidos meios de transporte: trens e navios. Mas em pleno ano 2010 uma proposta de volta ao mundo apresenta o verdadeiro meio de transporte do futuro. Sem veículos poluidores.

O idealizador da Zero Race, Louis Palmer (primeiro homem a dar a volta ao mundo em um carro movido a energia solar, em 2008), quer agora demonstrar como os veículos elétricos já estão prontos para ser considerados uma opção real. "A Zero Race quer mostrar que esses carros são confiáveis, eficientes, usáveis no dia a dia", diz Palmer.

Com quatro equipes participantes, a corrida vai dar a volta ao mundo em 80 dias. A corrida deve terminar em janeiro de 2011, após passar por vários países da Europa, Xangai, Canadá, EUA e México.

Grandes empresas lançam balanço de mitigação

Fórum empresarial apresenta publicação com ações de grandes organizações, que atuam no Brasil, para reduzir os impactos de suas ações nas mudanças climáticas, e reivindica mais apoio governamental na redução de tributos para energia limpa



O Fórum Clima – Ação Empresarial sobre Mudanças Climáticas promoveu o seminário Mudanças Climáticas e o Papel das Empresas, nesta segunda-feira (22), em São Paulo, durante o qual lançou a publicação do balanço de ações de mitigação (redução de danos) dos anos de 2009 e 2010 de 16 grandes empresas, que atuam no país, além de recomendações do movimento para a regulamentação da Política Nacional sobre Mudança do Clima (Lei nº 12187, de 2009). O evento foi organizado pelo Instituto Ethos, entre outros parceiros, com apoio do Planeta Sustentável.

Segundo Oded Grajew, do Instituto Ethos, as principais pautas defendidas pelo empresariado, às vésperas da COP16 - Conferência das Partes da Convenção das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, que acontece entre o dia 29 de novembro e 10 de dezembro deste ano, se referem à regulamentação da Política Nacional sobre a Mudança do Clima. "O objetivo é influenciar a adoção de incentivos da política tributária do país a energias limpas e aos compromissos setoriais para redução das emissões de GEEs - Gases de Efeito Estufa, entre outras", salientou.

Com relação às medidas de redução de danos, a maioria dos representantes das organizações afirmou que as empresas investem principalmente na adoção de tecnologias limpas, já que grande parte atua em setores com alto impacto ambiental.

Segundo Ricardo Vescovi, da Samarco Mineração, a ausência de acordos legalmente vinculantes, nas conferências do clima, dizem respeito à falta de governança mundial na atualidade. “Trocaremos matrizes energéticas até a cadeia de fornecimento, independente das decisões globais”, avaliou.

Os executivos ainda comentaram sobre a proposta de adoção de um selo verde para produtos brasileiros deve ser tratada com cautela. A possibilidade de estudo para a adoção foi exposta hoje, durante o seminário, pela secretária de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental do MMA - Ministério do Meio Ambiente, Branca Bastos Americano. Alguns dos motivos, segundo eles, dizem respeito a questões como o estabelecimento dos tipos de critérios que esse selo deverá englobar, para que não incorra na perda de credibilidade. "Há um longo caminho para um selo verde, devido a grandes desafios, principalmente sociais, no país", destacou Carla Duprat, diretora da área de Sustentabilidade da Camargo Corrêa.

Durante o evento, estiveram presentes representantes da Alcoa Alumínio, Camargo Corrêa, Construtora Norberto Odebrecht, CPFL Energia, Grupo Pão de Açúcar, Grupo Votorantim, Samarco, Vale e Walmart Brasil, além da Unica, que apóia o Fórum.
O grupo de empresários do Fórum Clima participará de eventos paralelos às negociações oficiais do encontro, em um espaço ocupado pelo Brasil - o Espaço Brasil -, em Cancún. No local, o movimento agendou uma programação de rodadas de exposições e debates, nos dias 6, 8 e 9 de dezembro.

Fonte:http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/desenvolvimento/grandes-empresas-lancam-balanco-mitigacao-610065.shtml

Beleza sustentável

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É possível ficar bonita sem agredir o meio ambiente/Foto: venancio2007

Que tal cuidar da beleza e ainda preservar o meio ambiente? Essa é a proposta de alguns cosméticos que buscam equilibrar suas ações para que elas impactem o mínimo possível o mundo em que vivemos. Eles podem ser orgânicos, recicláveis ou amigos dos animais. É só pesquisar e escolher.

Os orgânicos

Esses cosméticos baniram os agrotóxicos do cultivo de seus componentes e eliminaram da fórmula ingredientes derivados de petróleo e substâncias sintéticas, como corantes, fragrâncias e conservantes. Isso ajuda a preservar o planeta e a saúde dos consumidores.

Os sustentáveis

São feitos com matéria-prima vegetal cuja extração obedece a rigorosos critérios que impedem seu esgotamento na natureza e promovem o desenvolvimento das comunidades que participam do plantio e da colheita. É o que acontece com os ativos originários da Amazônia, como a andiroba, usada em cremes hidratantes.

Os recicláveis

Entram nessa classificação cosméticos cujas empresas se preocupam em reduzir e reciclar as embalagens de seus produtos, diminuindo o impacto ambiental. Eles dispensam as caixas de papel que acondicionam os frascos, utilizam refis e usam materiais alternativos, como garrafas pet e os frascos oxibiodegradáveis.

Os amigos dos animais

São os cosméticos fabricados por empresas que não fazem testes em animais. Para reconhecer essas empresas, uma organização internacional criou o selo Vegan Action, que combate os maus-tratos aos animais, o consumo de produtos de origem animal e qualquer ação agressiva à fauna e premia as empresas que se destacam na causa.


Fonte:http://www.ecodesenvolvimento.org.br/voceecod/beleza-sustentavel

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Rainforest Hair Care: a linha de produtos de cabelo ecológica

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As quatro séries Moisture, Shine, Radiance e Balance da linha Rainforest / Foto:Divulgação

A The Body Shop lançou sua primeira linha ecológica de produtos de cabelo, aRainforest Hair Care, uma coleção que não contém silicone, corantes, parabeno e sulfatos. A linha utiliza um óleo obtido na floresta Amazônica (daí o seu nome) chamado pracaxi, 100% biodegradável.

A matéria-prima dos shampoos, condicionadores, sprays desembaraçantes e máscara é orgânica e cultivadas de forma sustentável e seus ingredientes não são tóxicos, de modo a preservar a vida dos organismos aquáticos. Os produtos possuem o selo “eco-conscious”, que significa que há critério rigorosos em sua fabricação para proteger o planeta.

Para atender às normas ecológicas, os produtos também utilizam o mínimo possível de embalagens. Essas são feitas de material reciclado, mas, quando há a necessidade do uso de papéis, contém o selo da Forest Stewardship Council – FSC, atestando que ele não vem de área de desmatamento.

A empresa ainda fez um acordo com a World Land Trust para assegurar uma área da floresta amazônica. A reserva, além de preservar milhares de árvores ameaçadas de desmatamento, protegerá mais de 450 espécies de seres vivos, incluindo os macacos- aranhas, apenas 1,300 restantes no mundo ameaçados de extinção.


Fonte:http://www.ecodesenvolvimento.org.br/noticias/rainforest-hair-care-a-linha-de-produtos-de-cabelo

Curitiba é capital mais verde da América Latina, com índice “muito acima da média”

Curitiba, a cidade mais sustentável da América Latina.

No último domingo (21), a revista britânica “The Economist” divulgou um estudo feito pela empresa alemã Siemens, com uma análise ambiental de 17 metrópoles da América Latina. A publicação apontou a cidade de Curitiba como a mais verde, entre as analisadas.

A divulgação foi feita durante a Cúpula Climática Mundial de Prefeitos (CCLIMA), realizada no México. A ocasião marcou a apresentação inédita do estudo Green City Index (GCI) da América Latina, que classificou Curitiba como a única cidade “muito acima da média” em relação às normas ambientais, mesmo a capital paranaense contando com uma população de 1,7 milhões de habitantes.

A GCI dividiu as metrópoles em cinco níveis. As principais capitais brasileiras, como Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, ficaram no segundo nível, juntamente com a capital da Colômbia, Bogotá.

Entre as “aceitáveis”, no terceiro nível, estão a capital do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, e outras cidades como Medellín, Cidade do México, Puebla e Monterrey, Quito e Santiago do Chile.

Importantes cidades latino-americanas tiveram níveis considerados “abaixo da média”. São os casos de Buenos Aires e Montevidéu. Como o GCI possui uma classificação ainda mais baixa, que é o nível “muito baixo”, quem ocupou esta colocação foram as cidades de Guadalajara, no México, e Lima, no Peru.

Para que o novo índice fosse estabelecido, especialistas analisaram a eficiência energética, emissões de carbono, uso do solo e dos edifícios, tráfego, resíduos, água, situação das águas residuais, qualidade do ar e agenda ambiental do Governo.

A intenção é que a classificação do GCI sirva para auxiliar as cidades no desenvolvimento de políticas sustentáveis, apontando suas deficiências. Além disso, as cidades poderão trocar experiências entre si, buscando sempre a melhora na qualidade de vida de seus habitantes e do meio ambiente.


Fonte:http://ciclovivo.com.br/noticia.php/1536/curitiba_e_capital_mais_verde_da_america_latina_com_indice_muito_acima_da_media/

Limpeza ecológica é retorno garantido e sustentável


O ramo dos negócios ecologicamente corretos cresce a cada dia. A empresa de “limpeza verde”, Presto Clean, é umas das provas de que investir neste mercado é uma boa alternativa. Seguindo os critérios de baixo impacto ambiental, a empresa tem faturamento médio mensal de R$ 70 mil.

Para que fosse possível manter uma empresa que faz exclusivamente limpeza ecológica, foi necessário investir em treinamento para funcionários e especializações adequadas aos padrões das certificações ambientais.

O aumento da procura por construções com o selo ambiental é tido como um dos aliados da limpeza ecológica. Em apenas três anos, a busca por aprovação no Leed (Leadership in Energy and Environmental Design) cresceu 325%. Jadir Pecin, dono da Presto Clean, explica que neste ano a empresa focará apenas em oferecer serviços aos prédios construídos dentro dos padrões sustentáveis.

Desde 2009 a empresa de Pecin possui a certificação Leed e é especializada em limpeza de móveis e carpetes utilizando apenas produtos biodegradáveis e sem água. A tendência é de que o investimento receba mais atenção ainda, devido aos eventos esportivos que o Brasil receberá nos próximos anos.


Fonte:http://www.ciclovivo.com.br/noticia.php/889/limpeza_ecologica_e_retorno_garantido_e_sustentavel/

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Dinamarqueses que construírem casas “verdes” podem receber incentivos fiscais

O governo da Dinamarca estuda oferecer benefícios aos dinamarqueses preocupados com a preservação ambiental. A maneira a ser escolhida provavelmente será a redução de impostos para aqueles que construam casas “verdes”.

O intuito governamental é incentivar o uso de painéis solares e sistema de reaproveitamento de água. Além de alternativas que proporcionem o melhor aproveitamento da luz natural e aquecimento interno da casa.

Tecnologias como janelas maiores e paredes mais grossas são essenciais para reduzir o consumo energético em países frios como a Dinamarca. Dessa forma, mesmo que a construção custe 5% a mais do que a tradicional, o benefício em longo prazo compensa o esforço. Para Thomas Nordi, consultor da empresa Rockwool, que trabalha com tecnologias limpas para a construção civil, “depois de construída [a casa], o proprietário só se beneficia e economiza”.

O país escandinavo passou a investir em energia limpa, principalmente após a década de 70, quando passou por uma crise petrolífera. Hoje, a energia solar, eólica e a biomassa correspondem a 20% de toda a energia produzida no país.

Nordi explicou que algumas das tecnologias usadas nas construções da Dinamarca, como o cuidado com as janelas e paredes, também podem ser aplicadas com eficiência em países tropicais, como é o caso do Brasil.

A expectativa dos dinamarqueses é de que o número de construções “verdes” se multiplique até o ano de 2020. Por isso é tão importante oferecer incentivos e benefícios a quem aderir ao formato de casas ecologicamente corretas.


Fonte:http://ciclovivo.com.br/noticia.php/1534/dinamarqueses_que_construirem_casas_verdes_podem_receber_incentivos_fiscais/

27 de novembro é dia Mundial Sem Compras

Data instituída no Canadá nos anos 1990 já é comemorada em mais de 60 países

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Você consegue se lembrar do último dia em que não comprou nada?...
E sabia que existe um dia mundial dedicado a isso, literalmente o “dia de não comprar nada”?

Sim, atualmente mais de 60 países comemoram o “Buy Nothing Day” ou, como é chamado nos países de língua portuguesa, Dia Mundial sem Compras, que, pelo mundo, é celebrado no último sábado de novembro; nos EUA e no Canadá, um dia depois do Dia de Ação de Graças.

Portanto, o próximo sábado, dia 27 de novembro é o Dia Mundial sem Compras. Assim como no Brasil, na maior parte do planeta, o sábado é um tradicional dia dedicado às compras, daí o desafio da comemoração. Aliás, mais que uma comemoração, é um dia de reflexão, assim como é o Dia Mundial sem Carro, comemorado em 22 de setembro.

“O modelo econômico, desde o pós-Guerra, tem sido baseado no aumento constante da produção de bens e serviços e na obsolescência programada de produtos, muitas vezes sem uma preocupação mais detida com o real bem-estar das pessoas”, alerta Helio Mattar, presidente do Instituto Akatu pelo Consumo Consciente.

“Mais que isso, trata-se de um modelo que ignora os limites ambientais e a justiça social, o que resultou em um mundo em que praticamente se vive para consumir, em vez de consumir para viver. Nesse processo, o consumo tornou-se um fim em si mesmo, deixando de ser o que realmente é: um instrumento de bem-estar”, completa Mattar.

E o resultado disso é um padrão de produção e consumo insustentável: concentrado e excessivo. Segundo o relatório “Estado do Mundo – 2010”, a humanidade já consome 30% a mais de recursos naturais que a Terra consegue repor; e apenas 16% da população mundial (pouco mais de 1 bilhão de pessoas) abocanham 78% desses recursos, restando apenas 22% dos recursos para 84% da população (os 5,8 bilhões de pessoas restantes).

Sustentabilidade implica em garantir acesso justo a bens e serviços a todos hoje e no futuro. Portanto o acesso deve ser estendido aos que estão de fora hoje, sem, no entanto, comprometer a vida das gerações futuras.

Daí a profunda reflexão sobre a necessidade de mudança no estilo de vida das pessoas. Se o padrão de consumo daquele 1 bilhão de pessoas que consomem fosse estendido a toda a população, seriam necessários cinco planetas.

O Dia Mundial sem Compras e o movimento mundial pelo Consumo Consciente não são contra o consumo. Consumir conscientemente não é não consumir, mas consumir menos e diferente.

Mas um dia só faz alguma diferença? Os ativistas britânicos do Buy Nothing Day explicam que a intenção não é mudar o estilo de vida do planeta num único dia. A ideia é despertar a consciência das pessoas para que percebam os impactos de seu consumo no meio ambiente.

“Todo consumo causa impacto – positivo ou negativo – na economia, nas relações sociais, na natureza e em cada indivíduo”, diz o presidente do Akatu.

“Ao ter essa consciência, o consumidor pode buscar aumentar os impactos positivos e diminuir os negativos de seu consumo na hora de decidir por que comprar e de escolher o que comprar, de quem comprar, como comprar e de definir a maneira de usar e, depois, descartar o que não serve mais”, explica Mattar.

O Dia Mundial sem Compras busca, portanto, contribuir para a construção de uma sociedade que promova um maior sentido de vida para as pessoas e o respeito aos recursos naturais e sociais.

A ideia do Dia Mundial sem Compras, ora atribuída ao artista Ted Dave, ora à ONG Adbusters Media, veio do Canadá, no início dos anos 1990, como uma forma de protesto contra o consumismo que assola a sociedade contemporânea.


Desde então, são realizadas manifestações em todo o mundo contra os males do consumo exagerado ao bolso e à saúde de quem consome, à sociedade e ao meio ambiente. Ativistas fazem “tours de zumbis” em shoppings e supermercados - caminhando pacificamente em grupos de pessoas fantasiadas e com olhar perdido pelos corredores –, destroem seus próprios cartões de crédito em praça pública, promovem feiras de trocas... Os mais dedicados, além de não fazer compra alguma, consomem o estritamente necessário de água, ainda evitam ligar aparelhos elétricos, fazer ligações telefônicas e usar carros.

Veja mais em:
- http://www.buynothingday.co.uk
- http://www.adbusters.org/campaigns/bnd


Fonte: Instituto Akatu


Aspiradores de pó feitos de lixo plástico retirado dos oceanos


Linha de aspiradores Electrolux produzida com plástico retirado dos oceanos. (Imagens: Divulgação Electrolux)

A Electrolux acaba de anunciar uma nova linha de aspiradores de pó feitos com plástico coletado dos oceanos. Cada um dos cinco aspiradores possui uma capa feita de plástico encontrado em diferentes locais, como os oceanos Pacífico e Índico e os mares do Atlântico Norte, Mediterrâneo e Báltico.

A capa é aplicada sobre a estrutura convencional de um aspirador de pó Electrolux Ultra One Green. Cada um deles demonstra como a poluição dos plásticos nos oceanos é um problema mundial. Os modelos são diversos para mostrar que o detalhamento do problema é diferente em cada região.

“Cada aspirador será único, dependendo do tipo de plástico que encontrarmos”, diz Cecília Nord, vice-presidente do departamento de sustentabilidade e assuntos ambientais da Electrolux. “Se estivermos na Suécia, o tipo de lixo que encontraremos terá vindo do Norte da Europa. Quando coletamos plástico na Thailândia, ele é completamente diferente”, completa ela.

Por exemplo, os plásticos coletados na praia de Bohuslän, no oeste da Suécia, consistem principalmente em embalagens de detergentes e amaciantes. O plástico, retirado da Suécia, não perdeu sua cor, assim como os que foram encontrados nos grandes oceanos. As partículas são grandes, possuem cores fortes e, muitas delas, estavam cobertas de óleo.

A companhia fez parcerias com organizações e voluntários para coletar o plástico, fazendo do projeto uma grande oportunidade para educar pessoas sobre o problema do plástico nos oceanos.

A Electrolux reconhece que utiliza grandes quantidades de plástico em seus produtos, e que eles têm grande impacto ambiental. Fazer peças feitas de plástico coletado dos oceanos não é exatamente uma solução sustentável, mas isso ajuda a empresa a focar na redução do consumo do plástico e a incentivar os consumidores a reciclar.

Segundo a Electrolux “os aspiradores de pó encarnam o paradoxo do plástico: os oceanos estão cheios de lixo plástico, ainda sim, em terra há uma escassez de plástico reciclado para a produção de aparelhos sustentáveis. A Electrolux produz o aparelho Green Rage com 70% de plástico reciclado, mas pretende alcançar os 100%”.

“Nossa intenção é trazer a conscientização para a situação e necessidade da reciclagem do plástico. Já atingimos 60 milhões de pessoas em nossa campanha, até agora, e vamos continuar com a iniciativa devido a grande sucesso”, completa Nord.

Segundo dados divulgados pelo Programa das Nações Unidas pelo Meio Ambiente (PNUMA) o plástico que entra em decomposição nos oceanos é responsável pela morte de mais de um milhão de aves marinhas, além de prejudicar outras espécies como tartarugas, tubarões e centenas de peixes.

Confira o vídeo com mais detalhes sobre o projeto da Electrolux:



Fonte:http://ciclovivo.com.br/noticia.php/1397/aspiradores_de_po_feitos_de_lixo_plastico_retirado_dos_oceanos/

EcoRock: reforme sua casa sem gastar o meio ambiente!

Você sabe o que é drywall? Mesmo que não saiba, o drywall é um dos maiores responsáveis por gerar CO2(gás do efeito estufa) no planeta, ficando atrás só de cimento e aço. A produção deste material gera 200 milhões de toneladas de gás carbônico!

O dry wall é uma tecnologia que substitui as vedações internas convencionais (paredes, tetos e revestimentos) de edifícios de quaisquer tipos, consistindo de chapas de gesso aparafusadas em estruturas de perfis de aço galvanizado.

Mas como sempre tem solução pra tudo, uma empresa já está em ampla produção do produto com material reciclado. É o EcoRock, feito de 85% de subprodutos industriais e totalmente reciclável.

Da próxima vez que pensar em reformar a casa, pense duas vezes e lembre-se que você não precisa quebrar tudo!

Fonte: http://blog.eco4planet.com/2010/11/ecorock-reforme-sua-casa-sem-gastar-o-meio-ambiente/

Produtos de limpeza ecológicos trocam os elementos químicos por ingredientes naturais


Uma família usa de 20 a 40 litros de produtos de limpeza por ano. A maioria desses produtos contém substâncias tóxicas, potencialmente cancerígenas ou nefastas para o meio ambiente. Porém, esse cenário tem melhorado, à medida que as pessoas passam a optar por produtos naturais, que não oferecem riscos à saúde e nem ao meio ambiente.

A empresa Cassiopéia, é um desses modelos e utiliza somente ingredientes naturais na formulação de seus produtos, isentos por completo de derivados de petróleo, fosfatos ou produtos de origem animal. Até mesmo os corantes, utilizados na fabricação, são extraídos de plantas comestíveis, ou seja, o produto é 100% natural e tem o selo do IBD (Instituto Biodinâmico).

Certificada pelas normas da agricultura orgânica, a empresa garante a utilização de conservantes naturais, que são o ácido ascórbico (vitamina C), o tocoferol (vitamina E) com a ação antioxidante, e um extrato da semente do grape fruit (toranja), que tem ação anti-séptica, bactericida, fungicida e antioxidante.

Os produtos ecologicamente corretos não são feitos com nenhum elemento sintético, fator que diminui significativamente as emissões de gás carbônico na atmosfera, que é um dos causadores do efeito estufa.

Outro ponto importante é que, além de serem fabricados com óleos essenciais, seu tensoativo - a ação de detergência necessária para a limpeza de gorduras - é biodegradável em até 96%, em poucos dias, causando um baixo impacto ambiental.

Eucalipto, citronela, óleo de laranja e capim limão são alguns dos materiais alternativos usados na fórmula de produtos de limpeza naturais, quenão utilizam derivados de petróleo, fosfatos ou produtos de origem animal.


Fonte:http://www.ciclovivo.com.br/noticia.php/1321/produtos_de_limpeza_ecologicos_trocam_os_elementos_quimicos_por_ingredientes_naturais/

domingo, 21 de novembro de 2010

ReJuicer – base de garrafa de água vira espremedor de frutas.


O designer norte americano Scott Amron teve uma boa ideia de reaproveitamento da embalagem de água Poland Spring de 3 litros. Ele reutiliza a base da garrafa para um prático espremedor de frutas.
O espremedor de frutas não faz parte do projeto original da garrafa, mas poderia muito bem ser. O próprio conceito do design da embalagem já pensa em um melhor aproveitamento de espaço na estocagem, seja na fábrica, no transporte, no varejo ou em casa. Ao contrário da maioria das garrafas elas são empilháveis e não precisam de uma segunda embalagem para que isso seja possível.
Não vi de perto a embalagem e não sei se o espremedor é eficiente, mas olhando as imagens me parece que precisaria unir as ideias já na concepção do produto. Mudar um pouco o desenho da base para que a segunda função seja mais eficiente.
Projetar um embalagem já pensando em um segundo uso faz com que o seu ciclo de vida seja prolongado e menos plástico seja descartado no meio ambiente.

Professor defende mudança no padrão de produção e consumo


Foto: Aitor Pérez

O professor da Academia de Ciências da Universidade de Brasília (UnB) Oton Leonards disse que o tratamento que a humanidade dá ao meio ambiente é "o legado que vai ser deixado às gerações futuras".

Ele recomenda, por isso, mudança no padrão da produção e do consumo, "como foi receitado pela Carta da Terra", assinada durante a Rio 92, encontro ambiental de que participaram 180 países no Rio de Janeiro. "É inevitável e imprescindível uma mudança de mentalidade para que a humanidade possa sobreviver", afirmou.

O professor fez palestra, na semana passada, na abertura do 1º Fórum sobre Resíduos Sólidos, organizado pela UnB para discutir a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em agosto deste ano.

A PNRS estabeleceu normas para a gestão do lixo, inclusive o tóxico, e prevê penalidades para quem não fizer a reciclagem correta. O fórum marcou a implantação do sistema de coleta seletiva de lixo na universidade, com a criação do programa Recicla UnB.

"A forma de consumo do mundo está nos destruindo, por isso temos que dar vários passos para trás e seguir outros caminhos, baseados em princípios mais humanos, abolindo o sistema de competição e dando lugar à colaboração", disse o professor. Para ele, no futuro, "a humanidade tende a ser entulhada em lixo".

Oton Leonards vê os aterros sanitários como "verdadeiras montanhas invertidas que estão poluindo os rios, por isso é preciso consciência sobre o que está sendo feito". Ao falar sobre as transformações que a terra está sofrendo, ele destacou que são reações advindas dos processos geológicos, climáticos e biológicos.

"Uma simples bactéria pode desequilibrar a terra", disse o especialista. Ele citou o exemplo deixado pelos Guaranis, da época do descobrimento do Brasil, que enterravam os mortos de forma organizada, junto com seus objetos de arte. Para Leonards, as populações tradicionais têm muito o que ensinar no Brasil sobre o trato com o meio ambiente.

A professora Mara Marchetti, do Núcleo da Agenda Ambiental da UnB, destacou que a universidade é signatária da Carta da Terra e que a iniciativa de implementar o programa de reciclagem é "para despertar a reflexão sobre o cuidado com os atos e o consumo" na comunidade acadêmica. Os funcionários vão ser capacitados para a coleta seletiva, com a mobilização também das cooperativas que trabalham nessa área com a UnB.


Fonte:http://www.ecodesenvolvimento.org.br/noticias/professor-defende-mudanca-no-padrao-de-producao-e