quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Dica: Aprenda a fazer um porta-lápis de garrafa PET


Aprenda a fazer um pórta lápis de garrafa PET

O plástico, que tem sua origem no petróleo, é um dos materiais que mais preocupam, quando expostos ao meio ambiente, devido ao fato de demorar de 300 a 500 anos pra se decompor na natureza.

Para solucionar esse problema ou, pelo menos, parte dele, esse material pode ser reciclado ou reutilizado. Nesta matéria o CicloVivo ensina a reutilizar garrafas de refrigerante para fazer um porta-lápis sustentável.

Materiais:

3 garrafas pet (verde) de dois litros; 2 garrafas de pet (branca) de dois litros; Régua; Canetinha; Tesoura; Barra redonda para perfuração com 2,5 cm de diâmetro; Chapa de metal com espessura de 1 cm, de 17 x 17 cm.

Primeiro Passo:

Retirar os rótulos de todas as garrafas e limpá-las com detergente. O ideal é não usar sabão em pedra, pois ele deixa as garrafas embaçadas. Para retirar as marcas de cola, deixadas pelo rótulo, pode-se usar tinner. O álcool é ideal para retirar os riscos de canetinha. Porém, a limpeza não deve ser feita no momento em que estiver acontecendo a perfuração ou o acabamento.

No corte das garrafas, é preciso deixar sempre uma margem de um ou dois centímetros para fazer o acerto da peça e o acabamento.

Em uma das garrafas verdes, será feita uma marcação a 10 centímetros de comprimento a partir do gargalo. O fundo também leva uma marcação, acima da marca da parte inferior. A primeira etapa acaba com o corte dos dois riscos.

Segundo Passo:

No fundo recortado da garrafa, use a técnica One Deck para fazer o acabamento parcial:

1. Antes de iniciar o acabamento, é preciso garantir que as peças estejam bem secas. Se estiver molhada, a peça poderá ficar deformada. Um retalho qualquer de PET deve ser colocado sobre uma chapa de metal aquecida no fogão;

2. Quando o retalho começar a fazer voltas, a chapa está na temperatura ideal e o fogão já pode ser desligado. Se a chapa aquecer demais, a garrafa ficará áspera;

3. As peças devem ser pressionadas sobre o fogão e giradas aos poucos até que o acabamento desejado seja alcançado;

4. O acabamento total é concluído quando a borda inteira está voltada para dentro, em cerca de 0,5 cm;

5. Para o acabamento parcial, deixe a peça por menos tempo sobre a chapa, apenas para retirar a parte cortante.

Terceiro Passo:

Feito o acabamento total do bico, ele deve ser marcado, com a canetinha, dividindo-o em quatro partes. A barra de perfuração será usada para fazer um furo no centro de cada linha marcada. Os furos também podem ser feitos com tesoura comum.

Quarto Passo:

É preciso retirar os gargalos das garrafas restantes e utilizar novamente a técnica One Deck para dar acabamento;

Para montar o porta-lápis, os gargalos devem ser colocados no bico pela parte de baixo e os lacres pela parte de cima;

Agora é só encaixar o bico no fundo para finalizar a peça.


Dica: Use um copo com água na hora de escovar os dentes

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Quando for escovar os dentes, troque a torneira aberta por um copo com água para lavar e enxaguar a boca. Fazendo isso é possível reduzir mais de 10 litros de água em cada escovação– e com a mesma eficiência e higiene da água da torneira.

Basta encher o copo com água e fechar a torneira. Na hora de enxaguar e lavar a boca use a água que está no copo e, se for necessário, encha-o de novo. Simples, eficiente e capaz de poupar muita água.

Segundo dados do Instituto Akatu, ao escovar os dentes duas vezes ao dia com a torneira aberta, por dois minutos, uma única pessoa gasta quase 300 litros de água em um mês. Se fechar a torneira durante a escovação e usar um copo com água para enxaguar a boca e lavar a escova, esse gasto cai para apenas 12 litros em um mês.


Fonte:http://www.ecodesenvolvimento.org.br/voceecod/use-um-copo-com-agua-na-hora-de-escovar-os-dentes/view

ONU sugere revisão de consumo para mundo cumprir Metas do Milênio

segundo a organiza��o das na��es unidas, sociedade global precisa mudar h�ito de consumo, a fim de beneficiar o planeta
Equilíbrio ambiental do planeta passa pelas decisões corretas na hora de consumir/Foto:noodlepie

Deixar o comportamento de consumo avesso à sustentabilidade e migrar para outro condizente a este conceito é crucial para a preservação do equilíbrio ambiental do planeta, segundo afirmação feita nesta segunda-feira, 3 de maio, pelo subsecretário-geral da ONU para Questões Econômicas e Sociais, Sha Zukang, durante a abertura da 18ª sessão da Comissão da ONU sobre Desenvolvimento Sustentável (CSD-18), em Nova York.

Sha Zukang alertou aos delegados presentes no encontro que o mundo só irá cumprir as Metas do Milênio se houver uma mudança na maneira como os recursos da Terra são consumidos.

A reunião vai debater a melhor forma de manter o desenvolvimento econômico, limitando ao mesmo tempo as atuais tendências de consumo que causam a degradação ambiental.

O encontro da Comissão da ONU sobre Desenvolvimento Sustentável coincide com preocupações crescentes sobre o impacto das sociedades de consumo sobre ecossistemas, clima, saúde humana e fornecimentos de água e comida.

Modelos de Negócios

A comissão vai rever formas de auxiliar países a implementar tecnologias verdes, ajudar multinacionais a desenvolverem modelos de negócios mais voltados para o meio ambiente e promover estilos de vida mais sustentáveis entre consumidores.

Cerca de 90 ministros (de quase metade dos Estados-membros) deverão participar da sessão, que vai durar até o dia 14 deste mês. O evento contará ainda com a presença de representantes de mais de mil organizações.


Fonte:http://www.ecodesenvolvimento.org.br/conexao-onu/onu-sugere-revisao-de-consumo-para-mundo-cumprir

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Fique de olho no consumismo infantil

Há um verdadeiro exército publicitário trabalhando ininterruptamente para convencer as crianças a comprar toda sorte de produtos, por Yves de La Taille*

Enquanto milhares de pais e mães vão freneticamente às compras para adquirir os presentes “encomendados” pelos filhos, poucos deles sabem que está em discussão, no Brasil e no mundo, a problemática relação infância-consumo e a questão da publicidade dirigida ao público infantil.

Quanto a este último tema, aliás, existe um projeto de lei em Brasília que visa coibir esse tipo de publicidade, cuja existência parece ser “natural” para muitos e até desejada por aqueles que, no lugar de pais, exultam com a simples perspectiva de seus filhos aparecerem como garotos propaganda ou que, no lugar de empresários, antevêem gordos lucros graças a esse amplo espectro de jovens consumidores.

À guisa de fio condutor do presente artigo, tomemos a questão da publicidade dirigida ao público infantil, pois ele nos levará necessariamente à questão da relação infância/consumo.

São dois os objetivos básicos da publicidade: 1) informar que tal produto ou serviço existe com tais e tais qualidades, e 2) convencer o virtual consumidor a adquiri-lo. Dos dois objetivos, o segundo é o mais importante e é em torno dele que inúmeros especialistas de marketing queimam as pestanas. Mas vale notar que o primeiro, não raramente, limita-se à mera informação de que um produto existe, pois nada se diz a respeito de suas qualidades. Acontece, por exemplo, em várias propagandas de carro, nas quais o veículo é mostrado em cenas idílicas, sem que nada de objetivo se fale sobre suas virtudes. Se nada falam do automóvel, em compensação sugerem que seu virtual comprador tem ou terá determinado tipo de identidade, em geral associada ao status de pessoa feliz, pois “vencedora”. Mas tal associação já é a tradução do segundo objetivo: seduzir o consumidor.

Isto posto, espera-se de um adulto que tenha recursos intelectuais e afetivos para resistir à sedução publicitária, notadamente quando essas fogem totalmente a qualquer verossimilhança com a vida real. Mas qual será o poder de resistência de uma criança?

Ele é naturalmente menor. A criança carece, em parte, de critérios para avaliar se os brinquedos que ela vê, sabiamente fotografados ou filmados terão, na prática, as qualidades lúdicas apresentadas. Com freqüência, uma vez que tem o brinquedo nas mãos, ela fica desapontada e o abandona no baú dos objetos rejeitados ou esquecidos.

A criança também carece de critérios próprios para avaliar se cada objeto corresponde ao que ela realmente desejaria: suas vontades ainda costumam ser fugazes e, logo, facilmente dirigidas por especialistas em sedução. Outra vez aquilo que é intensamente querido num dado momento, logo cai no esquecimento, trocado por outra coisa eleita como alvo prioritário do desejo momentâneo. Finalmente, também devemos lembrar que a criança ainda é muito suscetível à influência de “celebridades”. Não é por acaso que se contratam “ídolos” para cantar as vantagens de variados produtos e se estampa seu rosto e nome nas embalagens ou até nos próprios produtos.

Em suma, existe um verdadeiro “exército simbólico” que adentra as defesas psíquicas ainda frágeis das crianças, para convencê-las a comprar isto e aquilo. Portanto, têm toda a razão as pessoas que querem, no limite do possível, protegê-las. E têm toda a razão, também, as pessoas que lamentam que, em tempos de Natal, o simpático Papai Noel tenha se transformado, de portador de esperanças e surpresas, em mero entregador de encomendas.

Sigamos adiante em nossas observações e notemos que, para além dos problemas que a suspeita sedução publicitária dirigida a crianças levanta, sua própria existência equivale a um forte incentivo ao consumo.

Vivemos numa sociedade que se convencionou chamar de sociedade de consumo, e, é claro, dela participam as crianças. Não poderia ser diferente e não se trata, portanto, de isolá-las do mundo, como o fez hipoteticamente Rousseau com Emile. Todavia, trata-se de prepará-las para serem consumidores conscientes. Mas, o que significa isso?

Significa, por exemplo, fazê-las paulatinamente compreender as relações entre consumo, trabalho e economia, para terem consciência do real valor das mercadorias e não pagarem, como o fazem tantos adultos de conta bancária abastada, preços claramente abusivos somente porque determinados produtos são vendidos em tal lugar ou produzidos por tal marca. E também para terem consciência dos graves problemas de distribuição de renda, que dão o luxo a poucos e o lixo a muitos. Há, no Brasil, uma proposta de Parâmetros Curriculares Nacionais que propõe trabalhar, desde o ensino fundamental, o tema “Trabalho e Consumo”. Trata-se de excelente iniciativa, infelizmente pouco conhecida.

Significado psicológico
Como é impossível desvincular o consumo da saúde ambiental de nosso planeta, ser consumidor consciente significa também avaliar as consequências de seus atos de compra e usufruto. Dizem os especialistas que se todos tivessem o modo de vida dos habitantes dos Estados Unidos, seriam necessários quatro ou mais planetas Terra para contemplar a demanda.

E ser consumidor consciente é também avaliar o significado psicológico do ato de consumir, ato esse que, sabe-se, é para muitos, na contemporaneidade, um ato frequentemente desvinculado de necessidades concretas, materiais. E aqui o tema se torna complexo e delicado.

Muitos já estudaram e analisaram os motivos que levam as pessoas a se entregarem a uma verdadeira bulimia de consumo. Há várias teorias, todas certamente com sua parte de verdade. Pessoalmente, me inclino a ver no afã de consumir um traço do que chamei de “cultura da vaidade”(1), pois faz todo sentido o seguinte diagnóstico de Jurandir Freire Costa: “O objeto (que é consumido) deve ‘agregar’ valor social – e não sentimental – a seu portador, ou seja, deve ser um crachá, um passaporte que identifica o turista vencedor em qualquer lugar, situação ou momento da vida”(2). Consome-se, entre outros motivos, para poder dar um “espetáculo de si”, para demarcar-se, para parecer (ou mimar) os “vencedores” e as “celebridades”. E isso não vale apenas para as classes sociais financeiramente abastadas, pois, como escrevem os autores do livro Cabeça de porco: “O dinheiro obtido no assalto troca-se pelo tênis de marca, pela camisa de marca. Essa frivolidade é uma pista. A camisa com nome e sobrenome e o tênis notabilizado pelo pedigree apontam numa direção: a grana vai para a marca, não para o calçado ou a camisa, não para o atendimento a necessidades físicas, como a simples proteção do corpo e dos pés. No caso, o que está em jogo é a busca de reconhecimento e valorização, a marca é o que importa, é a marca o objeto cobiçado, é ela que atende à necessidade. O vestuário (na moda) cumpre essa função: quem o consome deseja diferenciar-se para se destacar”(3).

Um desenho humorístico, assinado por Voutch e publicado na revista francesa Le Point, ilustra bem, a meu ver, um aspecto essencial do consumismo atual. Nele vê-se um homem com certo ar de dúvida contemplando, numa revendedora, um desses carros altos e poderosos, 4x4, que têm circulado muito pelas ruas e estradas, atualmente. O vendedor lhe apresenta um argumento “definitivo”: “a relação preço/arrogância é muito vantajosa!”.

Esperemos que nossos filhos, quando forem adultos, exijam ouvir argumentos mais decentes dos vendedores! Isso depende muito de nossas atitudes educativas. Mas quando vejo garotos e garotas, vestidos com roupa de grife, com tênis importado, celular de última geração na mão – como o iPhone –, câmera digital pendurada no pescoço etc., temo não estarmos na direção pedagógica correta.

E de pouco adiantarão leis que coíbam a publicidade dirigida ao público infantil, se os próprios adultos, entregues ao consumismo e à cultura da vaidade, forem às compras, motivados e seduzidos pela imagem que seus filhos, destinatários dos presentes natalinos, terão diante de outras crianças.

* Yves de La Taille é professor titular do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP).

(1). Yves de La Taille, Formação ética: do tédio ao respeito de si, Porto Alegre, Artmed, 2009.
(2). Jurandir Freire Costa, O vestígio e a aura: corpo e consumismo na moral do espetáculo, Rio de Janeiro, Garamond, 2004. O autor emprega o termo “turista” no sentido metafórico que lhe deu Bauman: a do homem pós-moderno, que deambula pelo planeta sem amarras e nem projetos de médio e longo prazo.
(3). Luiz Eduardo Soares, MV Bill e Celso Athayde, Cabeça de porco, Rio de Janeiro, Objetiva, 2005.

Fonte: Instituto Akatu

TipCar facilita o encontro de caroneiro de todo o país


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Quem trafega pelos grandes centros urbanos sabe que poucos carros andam com a sua capacidade máxima e a grande maioria leva apenas um ou dois passageiros. Na cidade de São Paulo, por exemplo, a taxa de ocupação de automóveis particulares é de 1,49 pessoa por veículo. São 64% dos carros trafegando apenas com o motorista e 27% com o condutor e um passageiro.

O resultado disso pode ser visto em mais carros vazios na rua, pessoas solitárias dentro de seus veículos e quilômetros de engarrafamentos que podiam ser reduzidos drasticamente se mais pessoas compartilhassem os carros, oferecendo e recebendo caronas.

Para facilitar esse processo nasceu a TipCar, uma rede social da carona solidária que mapeia as rotas de caroneiros de todo o país e ajuda a localizar quem pode compartilhar o carro com você.

As vantagens são muitas, avisam os responsáveis pela rede. O motorista ganha com a redução das despesas com locomoção ao dividir custos com outras pessoas e o descanso do volante proporcionado pelo rodízio.

Já para o passageiro, vale usufruir de uma viagem rápida e confortável. Ambos poupam tempo, dinheiro, reduzem os engarrafamentos e as emissões de poluentes, além de poderem conhecer outras pessoas e fazerem novas amizades.

Acreditamos que estes assentos vazios podem ser utilizados para beneficiar o motorista, passageiros, sociedade e ao meio ambiente, em uma relação ganha-ganha perfeita. - TipCar

Funciona da seguinte forma: O interessado se cadastra no site usando uma conta que já possui, como a do Google, Twitter ou Yahoo. Depois, ele insere seu roteiro diário, informando os locais de origem e destino, horários e dias da semana que ele faz aquela viagem, quantos assentos disponíveis o carro possui e se ele será motorista ou passageiro.

Esses dados são analisados por técnicas de geoprocessamento visando encontrar pessoas com interesse comum em relação à mobilidade, rastreando rotas similares e fazendo sugestões de possíveis caronas. O sistema também contabiliza automaticamente a distância a ser percorrida, a quantidade de CO2 que poderá ser poupada e o valor que os caroneiros deverão contribuir com o motorista.

Lembrando que o serviço é gratuito e esse valor é apenas uma forma de compensação pelos custos da viagem, como gasolina, pedágio, estacionamento e impostos, e deverá ser acordado diretamente entre o motorista e o caroneiro.

Para garantir a segurança de todos os envolvidos, a pessoa terá acesso ao perfil do candidato a caroneiro, com informações sobre sua rota e o auxílio de recursos sociais, como amigos em comum, comunidades e fotos. Após a aprovação de ambos, são disponibilizados dados pessoais, como e-mail e telefone de contato, para que vocês possam entrar em contato e acertarem a carona. Assim, você poderá avaliar e decidir se quer compartilhar o carro com aquela pessoa ou não.

Os caroneiros ainda podem se inscrever em comunidades ou grupos de carona, facilitando o encontro de alguém com a mesma rota e tornando o processo mais seguro. E se ainda não existir uma comunidade com a rota que você procura, você pode criar uma nova e convidar seus amigos, colegas de trabalho ou de faculdade para participarem.

Para garantir uma parceria perfeita, a rede sugere uma “etiqueta da carona” para ser posta em prática por todos os participantes. Confira algumas dicas:

O cigarro e a carona

Todo mundo sabe que cigarro faz mal, e melhor mesmo é não fumar. Mas se você for um fumante, não acenda um cigarro sem antes perguntar se o caroneiro ficaria incomodado. Respeite a resposta dele, ninguém é obrigado a engolir fumaça.

Hora do lanche

Cada pessoa tem suas próprias regras com o carro. E você, como caroneiro, deve respeitar. Antes de fazer a maior farofa, não custa nada perguntar se a pessoa se importa que você coma no carro dela.

Respeite os tímpanos alheios

Você pode gostar de ouvir música nas alturas, mas talvez o seu caroneiro não goste. Aqui vale o bom senso, deixe a música em um volume agradável a todos.

Segure os seus dedos

Você, provavelmente, não gosta que as pessoas baguncem as suas coisas. Por isso, é melhor se conter e não mexer no ar-condicionado, janela, banco e rádio do carro, sem pedir.

Pontualidade britânica

O seu caroneiro conta com a sua pontualidade para não chegar atrasado no destino. Sempre respeite o horário combinado.

Mostre os dentes

É bem melhor dividir o carro com uma pessoa bacana. Sorria e seja simpático, caronas também são um bom jeito de começar uma amizade.

Nada de bolos

Caso apareça um imprevisto que impeça a carona, avise antes. Assim, o caroneiro pode se arranjar com outros meios de transporte sem prejudicar os seus compromissos.

Trato é trato

Se vocês combinaram um trajeto, não mude em cima da hora. Para você pode ser só um pequeno desvio, mas para a outra pessoa pode resultar em um belo atraso.

Gosto não se discute

Se o dono do carro ama música sertaneja, e você é do metal, paciência. Ele está no carro dele e tem direito de ouvir o que quiser. Quem sabe não é uma boa chance para você ampliar seu gosto musical?

Para participar, basta entrar no site e se cadastrar.


Fonte:http://www.ecodesenvolvimento.org.br/noticias/tipcar-facilita-o-encontro-de-caroneiro-de-todo-o

MMA propõe plano para “revolucionar” a produção e consumo sustentável no Brasil

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O plano está disponível para consulta pública e contribuições durante até o dia 11 de novembro / Foto: MMA

O Ministério do Meio Ambiente (MMA) lançou para consulta pública a proposta do Plano de Produção e Consumo Sustentáveis (PPCS), que apresenta um conjunto de ações para promover uma “revolução” nas relações de consumo no Brasil.

O PPCS quer colocar na mesma mesa integrantes do governo, do setor produtivo e da sociedade civil para mostrar que responsabilidade socioambiental dá lucro e ajuda a mover o país em direção ao desenvolvimento sustentável. O plano pretende que o consumo consciente deixe de ser visto como alternativo e passe de segmento de mercado à regra geral.

"Vamos convocar a sociedade! A ideia é sair da zona do conforto e agir imediatamente", avisou a secretária da Articulação Institucional e Cidadania Ambiental, Samyra Crespo, responsável também pela campanha Saco é um Saco, que já retirou dos supermercados 800 milhões de sacolas plásticas, de acordo com dados do MMA.

O plano foi produzido de acordo com os novos marcos legais da Política Nacional de Resíduos Sólidos e as resoluções do Conama. No primeiro ciclo de trabalhos, com duração de três anos (2011 a 2013), o plano conta com seis eixos principais:

  • Agenda ambiental na administração pública (A3P)
  • Aumento da reciclagem de resíduos sólidos
  • Compras públicas sustentáveis
  • Construções sustentáveis
  • Educação para o consumo sustentável
  • Varejo e consumo sustentáveis

A sociedade pode participar e dar opiniões

O novo plano está disponível para consulta pública e contribuições, entre os dias 21 de setembro até 11 de novembro de 2010, no site www.mma.gov.br/ppcs.

"A vida das pessoas vai ser afetada diretamente, por isso pedimos que elas participem, por meio de suas organizações da sociedade civil, empresas e órgãos públicos", solicita Samyra.

As sugestões serão analisadas pelo Comitê Gestor do Plano e podem fazer parte do documento final, que estará pronto ainda este ano.

Recentes pesquisas revelam o consumidor brasileiro cada vez mais atento à questão da sustentabilidade e que, se pudesse escolher, considerando preço e qualidade, preferiria produtos que não agridem o meio ambiente.

Samyra reconhece as dificuldades em estabelecer novos padrões de produção e consumo, mas acredita que com informações suficientes e produtos chegando às prateleiras dos supermercados a preços acessíveis e com responsabilidade ambiental comprovada, as mudanças podem começar no curto prazo.


Fonte:http://www.ecodesenvolvimento.org.br/noticias/mma-propoe-plano-para-201crevolucionar201d-a

Guarulhos recebe Prêmio Procel por eficiência energética

Com o Plano de Gestão Energética a cidade economiza mais de R$ 4,5 milhões




A Prefeitura de Guarulhos (Grande São Paulo) recebeu nesta quinta-feira (11), em Campinas, o Prêmio Procel Cidade Eficiente em Energia Elétrica. A distinção foi concedida pelo Ministério das Minas e Energia, via Eletrobras, que reconheceu o esforço da cidade em economizar energia sem afetar a qualidade do serviço prestado à população. Com o Plano de Gestão Energética (PGE), desenvolvido no município desde 2005, Guarulhos passou a reduzir o gasto no setor, em média, R$ 4,5 milhões por ano com medidas simples.

A primeira delas foi trocar até o momento 95% das 46 mil lâmpadas de mercúrio por outras de vapor de sódio e também as luminárias da cidade. Até o final deste ano as 3,5 mil restantes também serão substituídas. Na prática, significa que a cidade está melhor iluminada utilizando uma potência menor e, consequentemente, com menor consumo.

Sem a implantação do PGE a Prefeitura teria gasto nos últimos dez anos cerca de R$ 40 milhões por ano, segundo explicou o diretor de iluminação pública da Secretaria de Obras, Paulo de Tarso Carvalhaes. “Mas, ao contrário, com o Plano de Gestão Energética a cidade economiza mais de R$ 4,5 milhões”, explicou.

Isso é possível porque além das trocas de luminárias e lâmpadas, outra ação do premiado PGE que também está em andamento na cidade é a mudança das lâmpadas dos semáforos. As de 100 watts darão lugar às de LED de 10 watts. Apesar de ter apenas 10% da potência da anterior, essas lâmpadas têm a mesma capacidade de iluminação. Ou seja, é mais economia no consumo, cerca de R$ 500 mil por ano, sem perder a qualidade na sinalização das vias.

Se, por um lado, no PGE guarulhense foi investido nesses cinco anos R$ 22 milhões, fruto de uma parceria entre a Prefeitura, a Eletrobrás e EDP Bandeirante, por outro, a economia de energia foi de cerca de 16 gigawatts anuais, energia capaz de iluminar 7 mil residências por ano.

O Prêmio Nacional de Conservação e Uso Racional de Energia reconhece esforços no combate ao desperdício de energia em diversas categorias. A premiação é promovida pelo Ministério das Minas e Energia e coordenada pela Eletrobras/Procel, em parceria com a Petrobras/Conpet.

Comportamento de consumo consciente aplicado na universidade

Debora NunesAo longo da história, os seres humanos desenvolveram relações de consumo de serviços e bens, mas foi a partir da Revolução Industrialque este comportamento ganhou maiores proporções. Ao permitir o barateamento do custo dos objetos e o assalariamento de um grande número de pessoas, a industrialização aumentou a oferta e a acessibilidade destes objetos a um número cada vez maior de famílias e indivíduos. Neste mesmo período observou-se também o início do crescimento explosivo da população mundial – antes praticamente estável – devido à melhoria das condições sanitárias. Assim, com a produção e consumo de massas, começou o conflito da produção com o meio ambiente: a capacidade de regeneração dos ecossistemas face à ação humana começa a diminuir.

A pesquisadora baiana Débora Nunes acompanha a relação entre a forma com que consumimos e os efeitos das mudanças climáticas e acredita ser fundamental uma profunda mudança de comportamento da nossa sociedade. “As mudanças comportamentais serão necessárias para fazer face aos desafios atuais da humanidade. A história ensina que geralmente as transformações nos modos de vida começam com mudanças de comportamento surgidas entre os formadores de opinião, como o são as pessoas que circulam por Instituições de Ensino Superior”, explicou Nunes em seu artigo “Crise Climática Global e Mudança de Comportamento de Consumo nas IES Brasileiras: testando novas tecnologias”.

Consumo, Consciência e Aquecimento Global

A pesquisadora alerta que na “sociedade de consumo”, na qual vivemos hoje, o que antes era uma atividade principalmente vinculada à necessidade, passou a ter cada vez mais uma conotação simbólica, sendo o simbolismo maior que a função utilitária dos objetos. Por isso somos estimulados a comprar e oferecer bens, sem nem mesmo precisarmos.

Foto: Breno Peck
As sociedades precisam fazer mudanças profundas na forma de consumir/Foto: Breno Peck

No artigo, Nunes reforça a existência do conceito “obsolescência programada”, citado no documentário Historia das Coisas, de Anne Leonard. Esse conceito está associado ao modo de produção dominante da época atual que consiste em fazer com que um produto tenha uma durabilidade reduzida para implicar na sua substituição programada para um curto espaço de tempo. “Do mesmo modo foi criada a ‘obsolescência simbólica’ em que um produto em bom estado deixa de ser utilizado por ser visto como ultrapassado – como pode ser visto no exemplo da moda”, conclui.

Diante da percepção de que as sociedades precisam rever o modelo de consumo em que estão inseridas, surge então o consumo consciente. “Consumir conscientemente significa, portanto, atentar para os efeitos que este ato acarreta ao meio ambiente e a toda a humanidade e entender o desperdício como uma espécie de ‘delito ambiental’. Buscando contribuir para a melhoria das condições ambientais e sociais do planeta, o consumidor consciente identifica o consumo mínimo que lhe é suficiente e escolhe produtos ambientalmente e socialmente responsáveis, priorizando a reciclagem, a reutilização e o compartilhamento de bens”, esclarece Nunes.

Para a pesquisadora, dificilmente alguém, ou uma instituição, que passa por uma mudança de consciência relativa à sua pegada ecológica, volta a praticar os mesmos atos de consumo inconscientes do passado. Isso faz com que estas ações sejam duradouras. Porém elas precisam ser acompanhadas de políticas públicas eficazes. “Para transformar uma opção de existência individual em um movimento coletivo, o entorno precisa mudar para não penalizar demasiadamente aqueles que estão optando por fazer sua parte”, conta.

Aplicação nas instituições de ensino

Visando mobilizar o público de estudantes, professores e funcionários, o Fórum de Extensão das Instituições de Ensino Superior Particulares (FOREXP), elegeu como prioridade de ação nos próximos anos uma ampla campanha nacional para evitar desperdícios no dia a dia acadêmico. Esta campanha visa estimular a reflexão e práticas conscientes de consumo no interior das faculdades e universidades, entendendo que este público, conscientizado, tem um poder multiplicador de mudanças de comportamento de consumo na sociedade.

Este programa foi aplicado na Universidade Salvador (Unifacs) em 2006 e agora está sendo discutido em reuniões com instituições de norte a sul do Brasil. O que se pretende é estimular uma mobilização nacional, buscando cumprir a responsabilidade social e ambiental do ensino superior e ser exemplo para a sociedade brasileira. Os efeitos do programa ultrapassam a diminuição de consumo de matéria-prima e energia, consequentemente, diminuiu a pegada ecológica da atividade acadêmica.

Foto: Unifacs
Alunos da Unifacs plantam mudas de árvores nos campi da universidade durante a Semana do Meio Ambiente

“O FOREXP entendeu que se instalou aí um círculo virtuoso ao se conseguir concatenar ações conjuntas benéficas a todos os envolvidos. Ganham as instituições, a comunidade acadêmica, a sociedade e o planeta.”, contou Débora Nunes.

A pesquisadora detalha as ações aplicadas na Universidade Salvador em seu artigo e garante que essa metodologia continua sendo afinada para refletir com mais precisão as mudanças em andamento nos diferentes públicos. O modelo também já está sendo implantado, em projeto piloto, em escolas públicas baianas, e já está sendo aperfeiçoado por várias IES.


Fonte:http://www.ecodesenvolvimento.org.br/noticias/comportamento-de-consumo-consciente-aplicado-na-2

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Arte Social: Consumo Sustentável

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Foto: Divulgação

Os consumidores do Brasil andam mais preocupados com o impacto dos produtos no meio ambiente, e muitos utilizam as embalagens para saber o nível de sustentabilidade do que compram. Mas a prática de greenwashing, quando uma empresa ludibria o consumidor e se mostra ser mais sustentável do que realmente é, também é muito comum.

Além do Serviço de Atendimento ao Consumidor, um dos artifícios utilizados pelos clientes é a propaganda boca a boca, neste caso negativa. Para saber mais sobre o que os consumidores soteropolitanos pensam sobre esses e outros assuntos da compra consciente, Bianca Casali foi até o Ceasa de Salvador e perguntou à população.

Assista a matéria completa no quadro Mudança de Hábitos do programa Arte Social.


Fonte:http://www.ecodesenvolvimento.org.br/noticias/arte-social-consumo-sustentavel

Guia do alimento orgânico

alimento organico
Pequenos agricultores se beneficiam com as vendas dos produtos orgânicos. Foto:Governo do Rio Grande do Sul

A busca por saúde, qualidade de vida e respeito ao meio ambiente tem feito muitos consumidores se renderem aos alimentos orgânicos. Frutas, verduras, hortaliças, carnes, cereais – a cada dia mais variedades de alimentos são produzidos de forma sustentável. Entenda sobre essa opção de alimentação consciente que se preocupa com o que chega ao seu prato, desde a produção até a hora de ser consumido.

O que são alimentos orgânicos?

Os alimentos orgânicos são todos aqueles produzidos em sistemas que não utilizam agrotóxicos ou insumos artificiais em sua produção, como inseticidas, herbicidas, fungicidas, nematicidas ou adubos químicos. Por conceito, eles também não podem ser organismos geneticamente modificados (OGM), como os transgênicos.

Esses alimentos priorizam a preservação da saúde do homem, dos animais e do meio ambiente. Sua definição na lei nº 10.831, de 23 de dezembro de 2003, ainda afirma que o sistema orgânico de produção é aquele que busca aperfeiçoar o uso de recursos naturais e socioeconômicos, respeitar a integridade cultural das comunidades rurais e reduzir a dependência de energias não-renováveis.

Para um alimento processado ser considerado orgânico e receber o selo de qualidade, é preciso que ele contenha pelo menos 95% de ingredientes originados da agricultura orgânica.

Produção orgânica X Produção tradicional

Um alimento orgânico segue alguns critérios de produção diferentes do processo tradicional utilizado na agricultura de hoje em dia. Nesse método tudo é planejado e controlado de forma a causar o menor impacto nos recursos naturais, gerar alimentos de melhor qualidade e valorizar a comunidade produtora.

Principais características dos alimentos orgânicos:

• O solo é considerado um organismo vivo e deve ser modificado o mínimo possível;
• Uso de adubos orgânicos de baixa solubilidade;
• Controle de pragas e doenças com medidas preventivas e produtos naturais;
• Os efeitos das ações no meio ambiente são considerados, por isso são realizadas ações de preservação do solo e das fontes de água;
• Os animais se alimentam de produtos orgânicos e naturais;
• É realizado um rodízio de animais de exigências e hábitos alimentares diferenciados, como bovinos, eqüinos, ovinos, caprinos e aves;
• Uso de instalações adequadas que proporcionem conforto e saúde aos animais, com fácil acesso à água, alimentos e pastagens e que possua espaço suficiente para a movimentação do rebanho;
• A reprodução e o desmame são feitos de forma natural;
• As culturas seguem os ciclos das estações e às características de cada região;
• A colheita é realizada na época da maturação, sem o uso de recursos de indução artificiais.

O lado bom

Quatro fatores principais estão fazendo com que esse mercado movimente $40 bilhões anuais em todo o mundo: benefícios para a saúde, respeito ao meio ambiente, melhor qualidade dos produtos e incentivo aos pequenos produtores.

Saúde

Os consumidores que compram produtos orgânicos prezam por uma alimentação saudável, natural e equilibrada. Por isso pagam a mais para ingerir um alimento sem produtos químicos. Alguns estudos apontam que os alimentos orgânicos, especialmente legumes e folhosas, possuem um menor teor de nitratos, mais matéria seca e vitaminas. Por serem isentos de radiações ionizantes (utilizadas para esterilizar, pasteurizar, desinfetar e inibir a germinação dos alimentos), os produtos mantêm sua integridade vital e nutricional natural.

Meio ambiente

Os alimentos orgânicos agridem muito menos o meio ambiente. Por não utilizarem produtos tóxicos, o risco de contaminação do solo e dos lençóis freáticos é reduzido. Além disso, os alimentos orgânicos preservam a fertilidade do solo, a qualidade da água, a vida silvestre, assim como os demais recursos naturais. A saúde das plantas, o bem-estar animal e a biodiversidade nas propriedades rurais também são valorizados.

Qualidade

Segundo Moacir Darolt, em seu estudo O mercado de orgânicos no Paraná: Características e tendências, pesquisas de análise sensorial, comparando alimentos orgânicos e convencionais, mostraram superioridade do alimento orgânico. Eles ainda são mais frescos e freqüentemente utilizados por profissionais da gastronomia, que preferem esses produtos por garantirem melhor qualidade de sabor e aroma.

Incentivo social

A produção orgânica valoriza e incentiva o trabalho da agricultura familiar. Isso contribui para melhorar a qualidade de vida dessas famílias e previne o êxodo rural. Ela também aumenta os postos de trabalho, permitindo uma melhor geração e distribuição de renda, e respeita as normas sociais baseadas nos acordos internacionais de trabalho. Propriedades que exploram os trabalhadores ou usam mão-de-obra infantil não recebem o certificado de Produto Orgânico.

O lado ruim

Preço

Os alimentos orgânicos são mais caros do que os tradicionais. Para levar qualquer um deles para casa, o consumidor terá que pagar de 10% a 40% a mais. Isso acontece porque o modo de preparo desses alimentos é mais artesanal e não explora a mão-de-obra do trabalhador. Por não utilizarem pesticidas, ocorrem muitas perdas durante as colheitas, e o prejuízo tem que se repassado aos produtos que chegam às prateleiras.

Translado

A produção orgânica tem crescido em todo o mundo, entretanto, somente os Estados Unidos e a União Européia consomem mais de 90% do que é produzido no mundo. Isso significa que grande parte do que é produzido passa por um grande deslocamento para chegar ao seu consumidor final. Por isso, ao contrários dos alimentos locais, eles emitem grande quantidade de poluentes na atmosfera além de outra série de danos ao meio ambiente.

Contaminação

Alguns críticos da agricultura orgânica sugerem que o uso intensivo de dejetos de animais nesse tipo de sistema pode causar a contaminação de alguns alimentos. Contudo, não há evidências científicas de que esses produtos possam ser mais suscetíveis a contaminação microbiológica que os convencionais. Na dúvida, prefira os produtos que seguem a algumas medidas como a compostagem dos estercos de animais, controle da qualidade da água (livre de coliformes fecais); uso de adubos orgânicos de fontes conhecidas e aplicação de chorume.

Na cartilha Alimentos orgânicos: um guia para o consumidor consciente, de Moacir Darolt, é possível conhecer mais sobre a produção de alimentos orgânicos.


Fonte:http://www.ecodesenvolvimento.org.br/voceecod/guia-do-alimento-organico

domingo, 14 de novembro de 2010

Alimentos locais - saúde e responsabilidade socioambiental

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Foto: Maistora

Com a globalização e a difusão dos meios de produção tudo virou “macro”. Roupas, carros, utensílios e até alimentos são produzidos em larga escala e distribuídos para todas as regiões do planeta. E apesar de não parecer, esse tipo de distribuição esconde vários perigos.

Além de estar contaminada com diversos tipos de de agrotóxicos, essa comida é transportada por centenas de quilômetros, lançando toneladas de gases nocivos no meio ambiente. É para impedir esse tipo de ação que muitas pessoas estão consumindo cada vez mais alimentos produzidos localmente.

Esses alimentos fazem parte de uma corrente que agrega produção, processamento, distribuição e consumo em pequena escala, fortalecendo as economias locais, preservando o meio ambiente e reforçando o elo entre o campo e a mesa.

Os adeptos compram frutas, verduras, legumes, ovos, grãos, laticínios e carnes vindos de fazendas e sítios localizados em regiões não distantes do seu centro de vendas. Portanto, “local” refere-se a uma área próxima, que pode ser medida pelo tempo de transporte (menos de um dia) ou distância física (entre 160 e 240 quilômetros)

Quais as vantagens dos alimentos locais?

Essas comidas são geralmente produzidas por pequenos produtores e suas famílias. Seu cultivo é feito em pequena escala e, muitas vezes, sem o uso de pesticidas ou agrotóxicos. Eles mesmos produzem, distribuem e vendem seus produtos, o que aumenta a renda das famílias e melhora a qualidade de vida das pequenas comunidades.

Os alimentos locais também são mais frescos que os encontrados nos supermercados. Esses produtos, que normalmente são vendidos cheios de embalagens e produtos químicos que prolongam sua durabilidade, podem causar danos à saúde. Por não utilizarem esses artefatos, os produtos vendidos por comerciantes locais são mais saudáveis, saborosos e nutritivos.

Ao comprar alimentos produzidos em regiões próximas ainda é possível acompanhar as frutas, verduras e legumes próprios de cada estação do ano, já que elas são prioridade entre esses produtores. Por serem cultivadas no período adequado, elas também são mais abundantes e por isso mais baratas.

Quando planta, cultiva, colhe e vende suas verduras, o pequeno agricultor oferece, além do produto, toda a história e tradição por traz do alimento. Além disso, por não ter a obrigação de produzir em grande quantidade, ele tem a liberdade de plantar variedades diferentes dos alimentos que encontramos nos mercados.

Quem também sai ganhando com esse tipo de produção é o meio ambiente. Sua proximidade com o local de venda encurta os longos trajetos para transportar a colheita e reduz a utilização de meios de transporte como caminhões, navios e aviões. Isso diminui o uso de combustíveis e a emissão de gases poluentes como o gás carbônico, o monóxido de carbono e o dióxido de carbono.

Ao investir nesses produtos você também está inibindo a ação de mega produtores, responsáveis por grandes danos à pequenas comunidades e ao meio ambiente.

Onde encontrar esses produtos?

Por sua definição, esses alimentos não podem estar muito longe. Se você procurar em pequenos mercados, feiras livres e cooperativas será fácil achá-los.

Se sua opção é nem sair de casa para comer uma salada fresquinha, faça como muitas pessoas que já estão plantando alguns tipos de verduras, frutas e hortaliças em suas próprias casas, utilizando carteiros, jardins e quintais.

Mas além de distâncias e quilômetros, consumir alimentos locais é cuidar e respeitar aqueles que produzem sua comida. É dar valor ao alimento cultivado, colhido e vendido de forma artesanal, natural e totalmente humana. É contribuir com a preservação do meio ambiente, com a manutenção da cultura de pequenas comunidades e com a formação de um mundo melhor.


Fonte:http://www.ecodesenvolvimento.org.br/noticias/alimentos-locais-saude-responsabilidade-social-e

Guias para uma alimentação saudável

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Foto: Divulgação

Os rótulos são essenciais para a comunicação entre os fabricantes e os consumidores, pois possuem informações sobre a constituição química, cuidados de consumo, data de validade e outros dados específicos de cada produto. Com o objetivo de educar a população para o perfeito entedimento do que pode estar escrito em um rótulo de alimentos, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) possui ummanual de orientação para o consumo saudável.

A publicação foi realizada em parceria com a Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos (FINATEC) e o Departamento de Nutrição da Universidade de Brasília (NUT-UnB). Segundo um estudo apresentado, cerca de 70% da pessoas consultam os rótulos de alimentos no ato da compra, o que mostra certo interesse por parte da população.

O manual explica, por exemplo, cada um dos itens que podem aparecer na tabela de informação nutricional: valor energético; carboidratos; gorduras trans; fibras alimentares; e etc. Além disso, a publicação também mostra qual a quantidade saudável de cada item a ser ingerida por dia (%VD).

No final da cartilha, há informações sobre dúvidas frequentes, diferenças entre diet elight, e observações para pessoas que têm doenças como diabetes melitus, pressão alta e colesterol alto.

Dez passos para alimentação saudável

O Ministério da Sáude também lançou uma versão de bolso do Guia Alimentar para a População Brasileira, em formato estilo "Dez passos para uma alimentação saudável". A publicação ainda conta com uma lista de 50 exemplos de porções de alimentos que podem ajudar a montar um cardápio saudável em casa. Confira na biblioteca.


Fonte:http://www.ecodesenvolvimento.org.br/noticias/guias-para-uma-alimentacao-saudavel

sábado, 13 de novembro de 2010

Dica: Pendure as roupas no varal

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Deixe as roupas tomarem sol.

Depois de lavar, retire as roupas da máquina e pendure-as em um varal, em vez de colocá-las na secadora.

O uso desse tipo de máquina durante seis meses pode significar a emissão de 317 quilos de gás carbônico na atmosfera, além de um alto consumo de energia. Para completar, algumas máquinas danificam determinados tipos de tecido.

Por isso, prefira o método natural. Encontre um lugar bem arejado e onde bata sol, e monte ali seu varal.

Fonte:http://www.ecodesenvolvimento.org.br/voceecod/pendure-as-roupas-no-varal-1

Desafio: um dia sem sacola plástica. Topa?

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Um dia sem sacolas pode ser um grande alivio para os recursos naturais / Foto: Sxc.hu

O Dia do Consumidor Consciente será comemorado 15 de outubro e este ano traz um desafio para o Brasil: Você ficaria um dia sem usar sacolas plásticas? A ação individual promovida pelo Ministério do Meio Ambiente espera motivar as pessoas a recusarem sacos plásticos e optarem por sacolas retornáveis, para assim, adotarem hábitos menos agressivos ao meio ambiente em sua rotina diária.

Mas para quem acha que apenas um dia recusando os sacos pode ser pouco, os dados sobre o uso das sacolas no Brasil podem atestar outro ponto de vista. Segundo o MMA, estima-se que 1,5 milhão de sacolas plásticas são consumidas a cada hora, o equivalente a 36 milhões em 24 horas – números altos o suficiente para fazer o consumidor aderir a campanha e poupar gastos com recursos naturais em um único dia.

O desafio do Dia Sem Sacola Plástica foi aceito pela rede de supermercados Carrefour começando pelo Rio de Janeiro, onde lojas estarão preparadas para estimular os clientes a recusar sacolas plásticas na boca do caixa e escolherem uma retornável.

A proposta faz parte da campanha Saco é um Saco e propõe, através da sensibilização, a redução do consumo de sacolas plásticas, usadas abundantemente nas cidades, sendo que 500 bilhões delas são descartadas no meio ambiente de maneira inadequada, entupindo bueiros, causando enchentes, poluindo mares e matando tartarugas em todo o mundo.

Para as outras atividades do dia, também está previsto o inicio de um concurso de vídeos caseiros, promovido pelo Instituto Akatu, com o tema “Saco de Ideias”. O projeto espera que em vídeos de um minuto, os concorrentes respondam a uma pergunta: "O que você faz para reduzir seu consumo de sacolas plásticas?"


Fonte:http://www.ecodesenvolvimento.org.br/noticias/desafio-um-dia-sem-sacola-plastica.-topa

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Levi’s prepara lançamento de coleção de jeans ecologicamente correta

A coleção ecológica reduzir o consumo de água de 28% a 96%.

A nova coleção da Levi’s “WaterLess” une moda e sustentabilidade. A coleção “verde”, como foi chamada, está prevista para chegar às lojas em janeiro de 2011 e pretende tornar o método de manufatura dos jeans, ecologicamente correto, uma vez que no processo de fabricação o consumo de água é abundante.

As calças da nova linha de produção serão fabricadas com uma significativa redução no consumo de água para as lavagens. Geralmente a fabricação de uma calça usa 42 litros de água. Porém, esta nova coleção tem como objetivo reduzir este consumo em pelo menos 28%. Em alguns produtos a economia pode chegar a 96%.

Para reduzir o consumo de água a Levi’s pretende diminuir o número de ciclos de lavagens na máquina através de uma combinação de um único processo úmido e em soma, incorporar um processo de ozônio na lavagem da máquina. O consumo energético e o uso de produtos químicos neste tipo de procedimento é consideravelmente menor, reduzindo deste modo o impacto ambiental. No processo de fabricação do jeans, a peça chega a ser lavada de três a dez vezes e na nova linha os modelos passarão por apenas um processo de lavagem.

Os primeiros produtos “sem água” inclui as calças clássicas 501s, 511s, 514s e as populares jaquetas e serão vendidos nas Américas do Norte e do Sul.

A previsão, para a confecção de 1,5 milhões de calças previstas para a nova coleção, é de que sejam poupados aproximadamente 60 milhões de litros d’água, ou seja, para cada calça são salvos 40,6 litros de água.

Incentivando a conscientização a Levi’s diz que não pretende ser proprietária exclusiva desta ideia, a intenção é disseminar a importância ecológica e mostrar às outras companhias que é possível criar produtos com consciência ambiental e incentivar a produção de peças semelhantes para seus clientes.

Fonte:http://ciclovivo.com.br/noticia.php/1481/levis_prepara_lancamento_de_colecao_de_jeans_ecologicamente_correta/

Relógio biodegradável


As grifes europeias estão de olho nos consumidores que não abrem mão de unir elegância com sustentabilidade. Um bom exemplo é o relógio criado pelos designers da italiana Patch. Ele é feito de papel e possui um mostrador de LED. Tudo biodegradável. Apesar da aparência frágil, o fabricante garante que a peça é à prova d’ água e resistente a impactos. O preço é competitivo: R$ 57.
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Fonte: Istoé Dinheiro

Consciência socioambiental marca perfil de um novo consumidor

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Um novo perfil de consumidores leva em consideração questões éticas, sociais e ambientais/Foto: Jupiterimages

No dia 15 de outubro é comemorado o Dia do Consumidor Consciente – uma celebração por uma sociedade de compradores engajados e responsáveis. E apesar do que possa parecer, entrar para essa categoria de consumidores exige muito mais do que simplesmente comprar produtos reciclados. Um consumidor responsável é aquele que tem consciência de todos os impactos que suas ações terão nos níveis de produção, distribuição, comercialização e descarte dos produtos.

Esse novo consumidor sabe que suas escolhas são decisivas e fazem a diferença não só para ele, mas também para quem produz, para quem vende e para o meio ambiente. Por isso, ele toma cuidados como avaliar a compra antes de efetuá-la e analisa o que comprar, quando comprar e de quem comprar antes de abrir a carteira.

Esse comprador é mais cuidadoso e está atento às ações das empresas e dos fabricantes e é capaz de abrir mão de um produto ou serviço se descobrir atividades que vão de encontro a princípios como ética, sustentabilidade ambiental, direitos humanos, comércio justo e desenvolvimento pessoal.

Além dos limites

Um dos motivos que tem feito com esse número de novos consumidores cresça de forma exponencial nos últimos anos é a consciência de que estamos usando mais do que o mundo pode oferecer.

consumidor-2.jpgUma prova disso é exibida pela Global Footprint Network, que desenvolve uma pesquisa anual para avaliar quando a humanidade irá ultrapassar os limites naturais de regeneração dos seus recursos. Isso significa dizer que a cada ano, em uma determinada data, o mundo passa a consumir mais recursos do que o Planeta pode oferecer dentro desse período de tempo, como absorção de CO2, fornecimento de água, de matérias-primas, etc. O problema se torna ainda maior com o fato de, a cada ano, essa data chegar mais cedo.

Em 1986, quando o teste foi realizado pela primeira vez, a humanidade atingiu sua cota no final de dezembro. Dez anos depois, em 1996, o Earth Overshoot Dayaconteceu no mês de novembro em virtude de uma sociedade que consumia 15% a mais de recursos do que a Terra poderia suportar. Hoje, o dia chegou em 25 de setembro e dados do instituto apontam que consumimos 40% a mais do que a capacidade de compensação do Planeta.

Somente no Dia do Consumidor Consciente, em 15 de outubro, a humanidade já havia consumido 108% de todos os recursos que a natureza poderia oferecer em 2009 – dois meses e meio antes do final do ano.

Para Mathis Wackernagel, presidente da Global Footprint Network, essa é uma questão de “renda versus gasto”. Ele diz ainda que há muitos anos nossa demanda sobre a natureza tem superado o orçamento do que a natureza pode produzir. “As ameaças urgentes que estamos vendo agora — principalmente as mudanças climáticas, mas também a perda de biodiversidade, a redução de florestas, o declínio da pesca, a erosão do solo e o stress hídrico — são todos sinais claros: a natureza está ficando sem crédito para continuar emprestando”, afirma.

Essas informações apenas reforçam a necessidade de alertar para a importância do consumo consciente e responsável como fator determinante para uma mudança global. “O desafio é encontrar um jeito de reduzir a ultrapassagem do limite em tempos de fartura assim como em anos de vacas magras. Como podemos manter economias saudáveis e prover o necessário ao bem estar dos seres humanos de um jeito que não dependa da liquidação dos recursos e do acúmulo de CO2? Essa será a questão crucial do século XXI,” opina Wackernagel.

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Antes de comprar um produto ou serviço, avalie a real necessidade daquilo e quais os impactos que sua compra irá causar/Foto: Jetta Productions

Para resolver esse problema, toda a sociedade tem sido convocada a fazer a sua parte. E cada vez mais, pessoas têm se engajado na causa. Uma pesquisa realizada pela empresa americana The Marketing Insider traçou um perfil desse novo consumidor e previu que, em dez anos, 38% dos consumidores deverão migrar para esse tipo de consumo consciente.

Aqui no Brasil, o Ministério do Meio Ambiente promoveu uma campanha com o objetivo de alertar a população para o consumo consciente e desafio todos os brasileiros a ficarem um dia sem utilizar sacolas plásticas.


Fonte:http://www.ecodesenvolvimento.org.br/noticias/consciencia-socioambiental-marca-perfil-de-um-novo

A importância da inovação para a sustentabilidade

Cada vez mais difundido no mercado, os produtos sustentáveis aos poucos vão deixando de ser nicho para entrar definitivamente em massa na casa dos consumidores. Com uma oferta cada vez maior, podemos comprar de amaciante à margarina, passando por roupas, móveis e objetos de uso pessoal.

A Citizen, gigante japonesa fabricante de relógios que está presente no Brasil desde 1980, atenta às movimentações do mercado e disposta a entrar no mercado de sustentabilidade, lançou a linha Eco-Drive. A linha é o resultado de pesquisa de aproveitamento de luz, cuja tecnologia, patenteada mundialmente, consegue captar qualquer tipo de luz, inclusive as produzidas por lâmpadas fluorescentes. O que isso significa? Energia limpa para o funcionamento dos relógios. 

É importante lembrar que as baterias fazem parte do chamado lixo eletrônico. Para se ter noção do quanto esse tipo de lixo impacta o meio ambiente, de acordo com o Greenpeace, a cada ano, cerca de 50 milhões de toneladas de lixo eletrônico são descartados em todo mundo. É um insumo perigoso, pois ele joga no meio ambiente diversos componentes químicos, cuja destinação inadequada pode contaminar severamente solos, rios, lençóis freáticos etc.

E como funciona um relógio com uma tecnologia que utiliza a luz como bateria? Os relógios Citizen da linha Eco-Drive possuem uma célula foto-sensível que capta as raios de luz naturais ou artificiais, convertendo-os em energia. Vale dizer que de todas as fontes possíveis, o melhor carregamento (mais rápido e eficiente) se dá por energia solar. 

Outra informação bastante interessante é que, dependendo do modelo, a carga de energia do relógio pode durar até cinco anos. Há ainda há uma bateria secundária de titânio-ion (que não possui componentes tóxicos como cádmio ou mercúrio) com um capacitor especial que armazena energia elétrica e dura, aproximadamente, vinte anos. Ou seja, é comprar um relógio, usar por mais de 20 anos e não precisar trocar bateria. 

E o que significa isso? Do ponto de vista do consumidor, um relógio moderníssimo, com tecnologia de ponta e que vai gerar um custo de manutenção menor. Do ponto de vista empresarial, a recompensa do investimento em pesquisa e tecnologia a serviço do triple bottom line e a certeza de que inovação em sustentabilidade é um caminho sem volta.

Quer saber mais sobre a linha Eco-Drive? Siga o twitter: http://twitter.com/citizenbrasil

Fonte: http://www.sustentabilidadecorporativa.com/2010/11/importancia-da-inovacao-para.html

Dossiê revela tendências do Consumo Consciente no Brasil

foto: kozumel
Comportamentos e tendências do consumidor brasileiro foram revelados com o novo dossiê / Foto: kozumel

No Brasil, 21% dos cidadãos estão informados sobre as condutas socioambientais de empresas brasileiras e o fator comportamento sustentável de fabricantes de produtos corresponde a um peso de 9% entre os atributos selecionados pelo consumidor na hora de comprar um produto.

Estes dados são do dossiê Tendências Para o Consumo Consciente, lançado no dia 8 de março, que apresenta um estudo aprofundado sobre o consumo consciente e tendências de mercado voltados à sustentabilidade.

O estudo é dividido em duas partes, nas quais abordam achados inéditos do Monitor de Responsabilidade Social Corporativa (MRSC) 2010, estudo realizado pela Market Analisys e uma síntese do estudo feito por Luiz Bouabci, da Mob Consult. Na primeira parte do documento é mostrado o Mapeamento de Tendências. Ele inclui pesquisa sobre as tendências mais relevantes relacionadas aos temas comunicação e marketing organizados em uma matriz de evidência.

Na segunda parte, é identificado o Mapeamento de atores-chave, que são clusters temáticos a partir das tendências identificadas, além de organizações e pessoas atuantes bem como a dinâmica existente entre estes atores.

A equipe do Unomarketing informou que o dossiê Tendências Para o Consumo Consciente é o primeiro volume de uma série de dossiês relativos à comunicação consciente que serão divulgados.

“Vamos lançar um dossiê por mês, abordando temas como design sustentável, certificados e rótulos, marcas sustentáveis, dentre outras; vamos disponibilizar o conteúdo no portal e depois compilaremos todo o material para entregar na segunda edição do Seminário Unomarketing”, conta Paula Faria, idealizadora do Portal Unomarketing e sócia da Sator, empresa idealizadora e realizadora do projeto.


Fonte:http://www.ecodesenvolvimento.org.br/noticias/dossie-revela-tendencias-do-consumo-consciente-no

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Consciente coletivo - Episódio 2/10

Consciente coletivo - Episódio 2/10


Fonte: Instituto Akatu

Copo de plástico ou caneca?

É melhor tomar água em copo de plástico ou andar com uma caneca?


COPO
• Para suprir sua mítica necessidade diária de 2 litros de água, uma pessoa precisaria consumir 16 copinhos de 125 mililitros por dia, quase 6 mil por ano. Ainda que fabricar os copos consuma 100 litros de água, eles servirão 730 litros – 732 em anos bissextos.
• Mas a fabricação das embalagens provoca a emissão de 4,6 quilos de CO2 e outros gases responsáveis pelo aquecimento global. Só nos EUA, a fabricação, o transporte e a reciclagem de embalagens produzem gases de efeito estufa equivalentes aos de uma frota de 1,3 milhão de carros durante um ano.
• Por fim, cada copinho demora pelo menos 100 anos para se decompor.

CANECA
• Lavar uma caneca de 200 mililitros por 5 segundos gasta 500 mililitros de água.
• Logo, se os tais 2 litros por dia forem bebidos nessa caneca, será necessário lavar o copo 8 vezes, gastando quase 4 litros diários de água.
• Ao longo de um ano, essa atividade terá consumido 1 460 litros de água – 1 464 em anos bissextos.

CONCLUSÃO
Beber água em um recipiente reaproveitável causa menos danos ao planeta.

Fonte:http://meumundosustentavel.com/2010/copo-de-plastico-ou-caneca/