quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Inmetro divulga ranking de veículos mais eficientes energeticamente

O modelo Mille Fire Economy 1.0, de duas ou quatro portas, que percorre na cidade 8,9 km/l de etanol e 12,7 km/l de gasolina. (Imagem: Divulgação)

O Instituto Nacional de Metrologia (Inmetro) divulgou no início de novembro o resultado da terceira edição do Programa de Etiquetagem Veicular, que calcula a eficiência e consumo dos carros comercializados no Brasil.

O selo existe desde 2008 e segue um modelo parecido com o Procel, que mede a eficiência energética de eletrodomésticos e eletrônicos. Por não ser obrigatório, nem todas as fabricantes que comercializam carros no Brasil participaram da análise. No entanto, a expectativa é de que até a próxima edição todas as empresas automotivas participem.

Entre os modelos analisados, o destaque na categoria “Modelos Leves, sub-compactos” ficou por conta da Fiat, com o modelo Mille Fire Economy 1.0, de duas ou quatro portas, que percorre na cidade 8,9 km/l de etanol e 12,7 km/l de gasolina. Entre os compactos novamente a Fiat tomou a frente do ranking, com o modelo Siena Fire 1.0, com motor flex.

Na categoria de veículos médios o destaque ficou por conta da francesa Renault, com o Logan alcançando nota A. O pior resultado entre esses veículos foi o do Polo, da Volkswagen, com classificação E.

A Ford, que incluiu a etiquetagem em seus veículos apenas neste ano, se tornou uma estreante vencedora. O modelo Fusion Hybrid se destacou entre os veículos de grande porte, juntamente com o Renault Fluence, Kia Cerato e Toyota Corola. Na última categoria analisada, veículos de grande porte, quem faturou o primeiro lugar foi a Kia, com o Sportage.

Conforme divulgado pelo Inmetro, os resultados deste ano apresentaram melhora de 3% no consumo de combustível dos veículos analisados. O coordenador do programa, Marcos Borges, explica que esses resultados mostram que as fabricantes estão aprimorando suas tecnologias. Melhor para os consumidores e para o meio ambiente.


Fonte:http://ciclovivo.com.br/noticia.php/1478/inmetro_divulga_ranking_de_veiculos_mais_eficientes_energeticamente/

Links Recomendados: Consumo consciente

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Imagem do site Clima e Consumo, uma iniciativa do Instituto Brasileiro de Defesa ao Consumidor/Foto: Divulgação

Consumo consciente é fazer da compra uma ação de cidadania. Ao escolhermos algo na prateleira do supermercado podemos estar financiando práticas ilícitas de extração de madeira, desmatamento de florestas nativas para criação de gado ou trabalho escravo. Faz parte dos deveres de cada cidadão agir de forma saudável para a sociedade, não deixando que o desenvolvimento econômico esteja acima dos interesses sociais e ambientais.

Para que você entenda um pouco mais sobre consumo sustentável, o EcoD reuniu alguns sites que buscam conscientizar os cidadãos e ensinam o melhor modo de realizar uma compra.

O site do Ministério do Meio Ambiente é uma ótima fonte para conhecer o mundo da compra sustentável. A página informa dicas de boas práticas de consumo; soluções de reciclagem, compostagem e ecodesign; materiais menos agressivos na fabricação de embalagens e o impacto delas no meio ambiente.

A área de cidadania ambiental também disponibiliza algumas publicações didáticas, como a Consumo Sustentável - Manual de Educação; e campanhas de conscientização, como a Saco é Um Saco, que estimula os consumidores a usar sacolas retornáveis em vez de sacos plásticos.

O site do Instituto Akatu contém uma gama de informações sobre consumo consciente. O instituto é especialista no assunto e realiza diversas campanhas de educação social, produz notícias sobre sustentabilidade e reportagens especiais. Dentre as ferramentas, ele também disponibiliza um guia de empresas e produtos, teste do Consumidor Consciente, galeria de vídeos das campanhas e publicações educativas.

O site Clima e Consumo é uma iniciativa do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor. Nele, o usuário pode entender a relação entre o consumo e as mudanças climáticas no mundo.

A associação de consumidores realiza campanhas no Brasil contra as emissões de gases de efeito estufa, principalmente produzidas pelo desmatamento e queimadas para a pecuária nacional. No site, os internautas podem assinar um abaixo-assinado a ser enviado ao Congresso Brasileiro exijindo a adoção de políticas públicas alternativas para mudança de hábitos de consumo, ou ainda enviar um cartão às redes de supermercados para exijir a venda apenas de carne de origem legal comprovada.

O Clima e Consumo também oferece dicas de ações sustentáveis, calculadora de carbono e notícias sobre consumo e sustentabilidade.

O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor possui uma revista on-line sobre consumo sustentável. Cada edição oferece informações sobre o consumo responsável de água, energia e alimentos; comparações de melhor meio de transporte a ser utilizado; guia de construção para uma habitação ecológica; e reciclagem e compostagem de lixo.

O Instituto é uma associação de consumidores que trabalham para atender necessidades da sociedade, a exemplo da campanha institucional para o fim da publicidade infantil. Além disso, o Idec organiza oficinas de conscientização e cartilhas didáticas.


Fonte:http://www.ecodesenvolvimento.org.br/noticias/links-recomendados-consumo-consciente

Portal divulga empresas e produtos ecologicamente corretos


Produtos totalmente ecológicos são praticamente impossíveis de serem produzidos. O que é real e serve como parâmetro para o restante, são os produtos não tóxicos, feitos com materiais recicláveis ou biodegradáveis, duráveis e que necessitam da menos quantidade possível de embalagem.

Produtos totalmente ecológicos são praticamente impossíveis de serem produzidos. O que é real e serve como parâmetro para o restante, são os produtos não tóxicos, feitos com materiais recicláveis ou biodegradáveis, duráveis e que necessitam da menos quantidade possível de embalagem.

Outro fator que classifica um produto como sendo ecologicamente correto é a sua procedência. A empresa fabricante também precisa se mostrar preocupada, não somente com o meio ambiente, mas com tudo o que envolve a sustentabilidade. O Portal Ecorreto divulgou uma lista de pré-requisitos que as empresas devem ter para que possam ser chamadas de socialmente responsáveis.

Primeiro a empresa precisa estar sempre de acordo com a lei e oferecer condições adequadas de saúde, higiene e segurança aos seus funcionários e à comunidade que está no seu entorno. As atividades da empresa precisam ser coerentes com os padrões sociais e culturais da região em que está inserida.

A ética também é um dos fatores primordiais nas ações da empresa, e ela deve reinar em todos os tipos de negociações e relacionamentos. Por isso, uma empresa socialmente responsável não pode fazer uso de serviço escravo ou trabalho infantil, nem permitir qualquer tipo de relação discriminatória.

Seguindo os padrões internacionais, para que um produto seja considerado ecologicamente correto, ele não pode usar alimentos geneticamente modificados, nem fazer testes em animais. Ele também não pode estar relacionado a empresas que produzem tabaco, armamentos ou equipamentos nucleares. Outro fator rejeitado nestes casos é a influencia política, sobre a empresa ou o produto.

Diante dessas informações e com o intuito de aproximar o consumidor e o fabricante, em busca de produção e consumo sustentável, o Portal Ecorreto disponibiliza em seu site um canal de comunicação. Lá, os clientes podem deixar mensagens e fazer contato com empresas. Além disso, também é disponibilizado um guia com empresas consideradas ecologicamente corretas, com seus sites e informações básicas.


Fonte:http://ciclovivo.com.br/noticia.php/1342/portal_divulga_empresas_e_produtos_ecologicamente_corretos/

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Shopping EcoD: compre produtos sustentáveis pela internet

A E-Solidário é uma loja virtual de produtos sustentáveis feita em parceria entre o grupo Walmart e a Solidarium. O site é uma vitrine de artigos desenvolvidos por comunidades de todo o Brasil, são acessórios para casa, moda e beleza feitos a mão.

A iniciativa é baseada na filosofia do comércio justo, que proporciona melhores condições de troca e garantia dos direitos para produtores e trabalhadores localizados em regiões de baixa renda. Para a escolha e venda dos produtos foram determinados alguns princípios, como:

•Transparência e prestação de contas;
•Investimento em capacitação e desenvolvimento administrativo para os produtores;
•Promoção do comércio justo;
•Pagamento por um preço calculado a partir de diálogo aberto com os produtores;
•Igualdade racial e de gênero;
•Condições seguras e adequadas de trabalho;
•Garantia de não participação de mão de obra infantil;
•Uso de matérias primas sustentáveis.

Além disso, o valor final dos produtos é calculado a partir do Fator Sustentabilidade, uma equação matemática que assegura que de todo R$1 gasto na compra de um item, pelo menos 50% (R$ 0,50) é direcionado ao grupo que o confeccionou.

Conheça o site: http://www.walmart.com.br/Vitrine/E-Solidario/Produtos.aspx?data=casa

A transformação dos uniformes


A foto é do dia da entrega, mas a ação é grande e começou bem antes.

Ao invés de serem descartados, agora os uniformes de eletricistas do Grupo CEEE serão utilizados no curso de costura do Programa de Geração de Trabalho e Renda, projeto do Instituto Leonardo Murialdo em comunidades de baixa renda. Além de coturnos, foram doados, no dia da foto, 1.677 peças de roupa – 49 japonas de lã, 842 calças, 763 camisas e 23 macacões -, totalizando 910 quilos de materiais.

Com a capacitação, os uniformes são transformados em bolsas, mantas, sacolas, gravatas e outros itens, que são comercializados em uma loja do próprio Instituto, que atende mais de mil crianças, adolescentes e adultos. O projeto também gera renda já que 80% do lucro obtido com a venda fica com os aprendizes e 20% é reinvestido no programa.

A doação só ocorreu devido a uma parceria do Grupo CEEE com o Programa Envolva-se do SESC-RS. Outras 30 empresas também participam do programa.


Vereadores de São Paulo votam projeto de lei que proíbe sacolas plásticas

A Câmara Municipal de São Paulo deve votar hoje um projeto de lei, criado pelo vereador Carlos Bezerra Jr. (PSDB), que tem como intuito proibir a distribuição de sacolas plásticas nos comércios. Caso a medida seja aprovada, os estabelecimentos comerciais terão até dois anos para se adequar às novas regras.

O projeto de lei do vereador do PSDB estipula um cronograma adequado a diferentes modelos de comércio, com prazo para aderirem à mudança e consequências em caso de desrespeito da norma. Os infratores serão penalizados de acordo com a lei federal de proteção ambiental 9.605, de 1998, que determina suspensão da licença, perda de benefícios fiscais e multa.

Se os vereadores presentes votaram a favor da legislação, o projeto deverá ser encaminhado ao prefeito Gilberto Kassab (DEM), para que seja sancionado. O vereador responsável pela proposta explicou que a medida não se trata de uma “cruzada contra o plástico”. Segundo ele, essa é uma medida cujo objetivo é sensibilizar e conscientizar a população sobre o uso indiscriminado das sacolas plásticas.

Conforme lembrado por Carlos Bezerra Jr., o processo de adequação e a conscientização não acontecerão de um dia para o outro. Por isso, serão estabelecidos prazos para que os comerciantes desenvolvam uma estrutura adequada para que deixem de utilizar as sacolas plásticas. Os shopping e redes com mais de 20 lojas, terão seis meses para se adaptar. As redes que possuem de dez a 19 lojas, terão um ano, as redes menores terão até dois anos e as feiras livres, podem levar até quatro anos para começarem a obedecer a legislação.

As sacolas plásticas são consideradas grandes inimigas do meio ambiente, já que desde a sua fabricação os impactos causados à natureza são grandes, por terem como matéria-prima o petróleo. Além disso, são necessários centenas de anos para que elas se decomponham e quando são descartadas inadequadamente podem entupir bueiros e outras tubulações, gerando estragos de maior porte às cidades.


Fonte:http://ciclovivo.com.br/noticia.php/1465/vereadores_de_sao_paulo_votam_projeto_de_lei_que_proibe_sacolas_plasticas/

Consciente coletivo - Episódio 1/10

Consciente coletivo - Episódio 1/10

Em 10 episódios, a série Consciente Coletivo faz reflexões, de forma simples e divertida, sobre os problemas gerados pelo ritmo de produção e consumo de hoje. Entre os assuntos estão sustentabilidade, mudanças climáticas, consumo de água e energia, estilo de vida, entre outros, que permeiam o universo da consciência ambiental. O projeto é uma parceria entre o Instituto Akatu, Canal Futura e a HP do Brasil.

Brasil é o 2º em consumo verde

Brasil é o 2º em consumo verde
Alto consumo de biocombustíveis ajuda a elevar posição do Brasil no ranking; óleos vegetais podem ser usados na obtenção do biodiesel

O Brasil ficou em 2º lugar – atrás apenas da Índia – em um ranking de consumo verde divulgado pela National Geographic Society. O levantamento foi feito com base em entrevistas e mediu o comportamento e o estilo de vida de 17 mil pessoas em 17 países.

De acordo com a entidade, os norte-americanos se mantém como um dos povos com os hábitos menos sustentáveis do planeta nos últimos três anos, quando o levantamento começou a ser feito. Canadá, França e Inglaterra também estão entre os últimos no ranking.

“Consumidores em economias emergentes continuam a se posicionar no topo do ranking, enquanto os seis últimos são consumidores de países industrializados”, destaca o documento. Além de Índia e Brasil, o levantamento listou nas primeiras colocações a China e o México.

O melhor desempenho brasileiro foi registrado no quesito moradia, que avalia o impacto ambiental de residências por conta da baixa utilização de aparelhos de ar condicionado ou de aquecimento. Outro destaque trata do alto consumo de biocombustíveis no país.


Fonte:http://blog.eco4planet.com/2010/06/brasil-e-o-2%C2%BA-em-consumo-verde/

Hospital incentiva consumo consciente


A Fundação Hospitalar Santa Terezinha de Erechim, no norte do Estado do RS, lançou neste mês a Campanha Energia Positiva

A ideia é incentivar o uso consciente de energia elétrica, água e material de consumo, priorizando o produtos com certificação verde e ecologicamente corretos. Durante o lançamento, a funcionária Fabiola Kalb fez a explanação da campanha, ressaltando benefícios como a redução no impacto ambiental – redução de lixo, água, luz e demais materiais e de custos. Todos os funcionários foram convidados a colaborar e ganharam mudas de árvores.

– A humanidade consome 25% a mais de recursos naturais do que a capacidade de renovação da Terra. Todo o consumo causa impacto na economia, nas relações sociais, na natureza e em nós mesmos – disse.

Desperdícios foram mostrados aos funcionários no evento

Também foram destacados exemplos de desperdícios cometidos no dia-a-dia do hospital como a permanência de monitores e luzes ligados sem a presença de alguém na sala, portas e janelas abertas com ar-condicionado ligado. A campanha quer motivar todos os membros da comunidade hospitalar a participar. A meta deste ano é economizar 15% de material de consumo, 8% de telefone, 5% de água e 5% de luz.

Haverá premiação para as metas atingidas através de avaliação trimestral com um brinde ecológico e buttons alusivos à campanha e, ao final do ano, com o somatório dos pontos trimestrais será realizado umjantar de confraternização.

Para o diretor-executivo do hospital, Sidnei Luis Rugeri, este compromisso social assumido pela Fundação Hospital Santa Terezinha, de se preocupar com as pessoas e com o ambiente, deve servir de exemplo para todos os colaboradores do hospital e da comunidade.

– O nosso principal objetivo não é monitorar se o funcionário está economizando energia, mas despertarnele e em todas as pessoas que diariamente circulam pela instituição de saúde que este também é um local de aprendizado que ajuda a formar o caráter das pessoas – complementou.

Aplique essa iniciativa na sua empresa

Toda empresa tem espaço para iniciativas positivas, bom, ao menos deveriam ter, mas de toda forma vale a pena tentar, você proprietário, diretor, gerente ou qualquer tipo de colaborador, que tal planejar uma campanha como a desse hospital com palestras, material escrito, cartazes, metas e premiações?

Não é de se estranhar que algo desse tipo gere uma economia real maior do que seus custos de implantação, basta colocar no papel e notar isto, além é claro de ser um ponto positivo junto a sociedade e ao mercado consumidor que cada vez mais exige (e está completamente certo nisso) maior responsabilidade das organizações com o ambiente.


Fonte:http://blog.eco4planet.com/2009/03/hospital-incentiva-consumo-consciente-faca-o-mesmo-na-sua-empresa/

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Linha do tempo do Consumo Consciente e da Sustentabilidade

Fim do século 19: Donas-de-casa dos EUA criam a “New York Consumers League”.

- 1906: EUA lançam a Regulamentação para Inspeção de Carnes e a Lei de Alimentos e Medicamentos.

- 1911: Estabelecida a primeira reserva florestal do Brasil, no então território do Acre.

- 1927: Fundado o Food and Drugs Administration (FDA), órgão que normatiza a venda de alimentos e medicamentos nos Estados Unidos.

- 1934: O Código Florestal Brasileiro e o Código de Águas são sancionados.

- 1937: Criado o Parque de Itatiaia (RJ), o primeiro parque nacional do Brasil.

- 1938: O FDA normatiza a produção e venda de cosméticos (nos EUA).

- 1948: Surge a IUPN, nos EUA, depois chamada de IUCN (Internacional Union for Conservation of Nature and Natural Resources), cuja lista vermelha de espécies em extinção se tornaria padrão mundial em 1994.

- 1960: Fundação da Organização Internacional das Uniões de Consumidores, atual Consumidores Internacional.

- 1961: É criada a World Wildlife Fund (WWF), em Zurique, Suíça, por um grupo de cientistas.

- 1962: A bióloga marinha Rachel Carson lança o livro Primavera Silenciosa, provando que pesticidas e inseticidas contaminam o ambiente.

- 1962: O presidente John Kennedy (EUA) reconhece, no dia 15 de março, os direitos básicos dos consumidores. Nasce o Dia Mundial do Consumidor.

- 1964: O presidente americano Lyndon Johnson designa Esther Peterson como assistente presidencial para assuntos dos consumidores. É um marco dentro da perspectiva produção-consumo.

- 1965: Criada a primeira organização de consumidores de um país em desenvolvimento, a Associação de Consumidores dos Territórios Federais e de Selangor, na Malásia.

- 1967: No Brasil são editados os códigos de Caça, de Pesca, de Mineração e a Lei de Proteção à Fauna.

-1968: Paris sedia a Conferência da Biosfera, que debate os aspectos científicos da conservação do ambiente natural.

- 1972: Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente, em Estocolmo (Suécia). O termo “sustentabilidade” começa a ser delineado.

- 1975: O Brasil adere à Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies da Flora e Fauna Selvagens em Perigo de Extinção (Cites), assinada, atualmente, por 175 países.

- 1980: O termo “diversidade biológica” é usado pela primeira vez pelo biólogo americano Thomas Lovejoy.

- 1981: É editada a lei que estabelece no Brasil a Política Nacional de Meio Ambiente.

- 1985 a 1995: A Mata Atlântica perde mais de 1 milhão de hectares entre São Paulo e Santa Catarina.

- 1986: O termo “biodiversidade” é usado pela primeira vez, em um fórum americano sobre diversidade biológica.

- 1987: Surge, no Brasil, o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec).

- 1987: Definido oficialmente no âmbito da ONU o conceito de “desenvolvimento sustentável” no Relatório “Nosso Futuro Comum”, elaborado pela Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, que ficou conhecido como Relatório Brundtland:

“O desenvolvimento que procura satisfazer as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de satisfazerem as suas próprias necessidades, significa possibilitar que as pessoas, agora e no futuro, atinjam um nível satisfatório de desenvolvimento social e econômico e de realização humana e cultural, fazendo, ao mesmo tempo, um uso razoável dos recursos da terra e preservando as espécies e os habitats naturais.”

- 1988: É instituída a Comissão de Defesa do Consumidor da OAB/SP.

- 1989: Nasce o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

- 1990: Promulgado no Brasil o Código de Defesa do Consumidor.

- 1990: São instituídas as seis primeiras unidades de conservação estaduais no Amazonas.

- 1992: Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (ECO-92), no Rio, lança as bases da Agenda 21, que propõe “mudanças nos padrões de consumo”.

- 1992: Criação da Comissão de Desenvolvimento Sustentável (CDS), pela Assembleia Geral da ONU.

- 1994: Realizada a primeira Conferência das Partes da Convenção sobre Diversidade Biológica (COP), nas Bahamas.

- 1995: A Comissão de Desenvolvimento Sustentável da ONU documenta o conceito de consumo sustentável:

“É o uso de serviços e produtos que respondem às necessidades básicas de toda a população e trazem a melhoria na qualidade de vida, ao mesmo tempo em que reduzem o uso dos recursos naturais e de materiais tóxicos, a produção de lixo e as emissões de poluição em todo o ciclo de vida, sem comprometer as necessidades das futuras gerações.”

- 1997: É ratificado o Protocolo de Kyoto, que estabelece metas de redução das emissões de gases de efeito estufa pelas nações industrializadas. Os EUA não assinam.

- 1998: No Brasil, é publicada a Lei Federal nº 9.605, que dispõe sobre crimes ambientais.

- 1998: A Eslováquia abriga a COP4 sobre biodiversidade. O encontro estabelece os próximos passos em relação à biossegurança e trata de questões da diversidade no ambiente aquático.

- 2000: Assembleia Geral da ONU adota 22 de maio como o Dia Internacional da Biodiversidade.

- 2000: Com 50 milhões de assinaturas, o Manifesto 2000 para uma Cultura de Paz e de Não-violência defende o “consumo responsável”.

- 2000: Surge a Lei do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (Snuc), que prevê mecanismos para a defesa dos ecossistemas e de preservação dos recursos naturais.


- 2001: É fundado o Instituto Akatu pelo Consumo Consciente.


- 2002: A COP6, na Holanda, estabelece metas de preservação da biodiversidade para 2010.

- 2002: O governo federal cria o programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa) para proteger 50 milhões de hectares na região e conservar a biodiversidade.

- 2003: Entra em vigor o Protocolo de Cartagena sobre Biossegurança, com o objetivo de garantir a segurança de manuseio, transporte e uso de organismos vivos modificados.

- 2006: Curitiba sedia a COP 8 da biodiversidade.

- 2008: A ONU e o governo da Noruega inauguram a Caixa-Forte de Sementes, com capacidade de armazenar 4,5 milhões de amostras.

- 2008: O Ministério do Meio Ambiente do Brasil publica o livro vermelho das espécies ameaçadas, com 627 nomes.

- 2009: O Ministério do Meio Ambiente do Brasil institui 15 de outubro como o Dia Nacional do Consumidor Consciente.

- 2010: É declarado o Ano Internacional da Biodiversidade pela ONU.

Fonte: Instituto Akatu

Momento de repensar o consumo para economizar e evitar desperdício

SÃO PAULO – A crise financeira internacional possui muitas consequências negativas, como instabilidade e alta do câmbio, desemprego e falta de confiança do consumidor. Porém, em um momento tão delicado, que tal repensar o consumo e planejar as compras?

É uma boa oportunidade de perceber que, com mudanças simples em atitudes do cotidiano, podemos evitar desperdício e economizar, como na opção de usar os produtos até o final de sua vida útil, só comprando um novo quando for realmente necessário.

Pensando exatamente nisso, o Instituto Akatu, que promove o consumo consciente, desenvolveu uma campanha contra o desperdício dos alimentos.

1/3 do que compramos vai direto para o lixo

De acordo com a gerente de Operações da entidade, Heloísa Torres de Mello, um dos maiores gastos de uma família brasileira é com alimentos, sendo que cerca de um terço do que elas compram vai direto para o lixo.

Para reduzir esse desperdício de comida, a melhor maneira é começar planejando as compras, e Heloísa indica qual o comportamento adequado:

Faça o cardápio da semana antes de ir ao supermercado. Afinal, o maior desperdício doméstico é de frutas, legumes e verduras, justamente os produtos típicos das compras semanais.

Faça uma lista do que é realmente necessário, para focar sua compra e evitar o supérfluo, que pode acabar parando na lata do lixo.

E não faça compras com fome, pois o consumidor faminto sempre compra em excesso.

Após a etapa das compras, o desperdício também deve ser evitado na cozinha. Assim, quando for preparar pratos, não despreze as cascas dos legumes, os talos de verduras nem as sementes, que são ricos em nutrientes e podem ser usados em receitas muito saborosas.

Além disso, não jogue fora, mas recicle as sobras dos alimentos: com feijão, faça sopa; com arroz, cenoura cozida, carne assada ou o que restou da bacalhoada, prepare deliciosos bolinho; e ainda, as frutas azedas ou maduras demais viram compotas, geleias e recheios para bolo. Use sua imaginação!

Planejamento para economizar

Além das dicas em relação ao desperdício de alimento, Heloísa ressalta a importância de planejar as compras de uma forma geral. “Pense sobre a necessidade de ter aquele produto, naquele momento, e veja se é possível, em vez de comprar um novo, consertar, transformar ou reutilizar”.

Assim, com planejamento dos gastos e vivendo dentro do orçamento, os consumidores evitam o desperdício do próprio dinheiro.

E vale lembrar que cuidar do orçamento não é apenas anotar quanto você ganha e quanto gasta, mas também pensar sobre sua vida, escolher o que é importante para você e sua família e se conscientizar na hora de gastar.

Cuidado com promoções e pequenos gastos

A gerente de Operações ainda destaca que o consumidor precisa ter cuidado com as promoções, pois, embora pareçam atraentes, elas podem levá-lo a comprar algo que não estava precisando, só porque estava barato.

“E preste atenção também aos pequenos gastos. Aquele dinheiro que usamos todo dia nas despesas que parecem pequenas poderia ser suficiente, ao final do ano, para pagar uma viagem de férias ou fazer uma bela diferença na poupança”, explica Heloísa.

Para se ter uma ideia da economia possível, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a família gasta, por mês, aproximadamente R$ 300 em alimentos, R$ 14 com conta de água, R$ 40 com a de luz, R$ 32 na de telefone fixo e R$ 11 com celular.

Se essa família diminuísse 20% do total desses gastos, faria uma economia de cerca de R$ 80 por mês. O montante parece pouco, mas, se for investido na poupança, daqui a 20 anos, essa família terá juntado quase R$ 40 mil, podendo ajudar com a faculdade de um filho ou servir de entrada em um apartamento.

Consumo consciente

O consumo consciente é uma prática que deve ser executada sempre, independente da crise financeira, afinal, segundo ressalta Heloísa “nós já vivemos uma crise ambiental e social”.

Atualmente, a humanidade consome 30% mais recursos naturais do que a capacidade de renovação do planeta, sendo que apenas 25% consomem acima de suas necessidades, lembra a coordenadora, enquanto outros 75% consomem o mínimo ou abaixo do necessário para sobreviver.

“Se o atual modelo de consumo dos habitantes mais ricos do planeta viesse a ser praticado por toda a humanidade, quatro planetas Terra não seriam suficientes para suprir todo esse consumo”, alerta.

Se não houver mudança nos padrões de consumo e produção, acrescenta Heloísa, em menos de 50 anos já serão necessários mais de dois planetas para atender às nossas necessidades de água, energia e alimentos


Fonte:http://blog.eco4planet.com/2009/03/crise-momento-de-repensar-o-consumo-para-economizar-e-evitar-desperdicio/

Um plano para aprender a consumir


O governo federal elaborou um plano com diretrizes para a produção e o consumo sustentável no país e, agora, quer saber a opinião da sociedade sobre o tema. Elaborado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), o Plano de Ação para Produção e Consumo Sustentáveis (PPCS) prevê um conjunto de iniciativas para promover a adoção de padrões mais limpos sob o ponto de vista da preservação ambiental e a compra responsável de produtos.

A consulta pública sobre o plano vai até 11 de novembro, e o ministério está se desdobrando para chamar a atenção de todos os setores para mostrar que responsabilidade socioambiental dá lucro e ajuda a mover o país em direção ao desenvolvimento sustentável.

– Vamos convocar a sociedade. A ideia é sair da zona do conforto e agir imediatamente – afirma Samyra Crespo, secretária da Articulação Institucional e Cidadania Ambiental.

As dificuldades em estabelecer novos padrões são reconhecidas pelo governo, mas a crença é que, com informações suficientes e produtos chegando às prateleiras dos supermercados a preços acessíveis e responsabilidade ambiental comprovada, as mudanças podem começar no curto prazo.

AS PRIORIDADES DO PLANO:
> Educação para o consumo
> Construções sustentáveis
> Agenda ambiental na administração pública
> Varejo e consumo
> Compras públicas
> Aumento da reciclagem de resíduos sólidos
> O plano, de acordo com o ministério, é fruto da constatação de que o consumidor brasileiro está cada vez mais atento à questão da sustentabilidade.
> Pesquisas de diversos institutos revelam que, se pudesse escolher, considerando preço e qualidade, o brasileiro preferiria produtos que não agridem o ambiente.
Leia a proposta em www.mma.gov.br/ppcs
Para dar sugestões, baixe no site o formulário e envie para ppcs@mma.gov.br

Fonte:http://www.clicrbs.com.br/jsc/sc/impressa/4,1914,3077846,15715

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Menos Detergente


A promessa dessa bolinha verde é a seguinte: lavar suas roupas sem detergente.
Estranho é pouco. A ideia é estranhíssima.

Mas, a companhia GreenHabits, responsável pelo projeto feito em Amsterdã não dá detalhes sobre o funcionamento, mas garante que basta colocá-la em sua máquina de lavar que ela reduz em até 80% o uso de detergente.

Além disso, eles consideram a Ecowasbal amiga do ambiente também por ser feita de polipropileno ecológico.


Dica: Compre músicas pela internet

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Depois de compras as músicas, você passá-las para seu aparelho de mp3, gravar em um cd ou escutar no próprio computador/Foto:Stock

Milhares de artistas e gravadoras já disponibilizam álbuns completos na internet. Por isso, procure saber se seu artista ou banda favorita fazem parte desse grupo e compre as músicas online. Além de mais rápido e prático, isso evita todos os gastos com a produção, distribuição e descarte de CDs, capas, encartes, etc.

O processo é bastante simples e funciona como uma compra comum na internet. Você ainda pode escolher entre comprar o álbum completo ou apenas as músicas preferidas. E nada de baixar músicas de forma irregular, lembre que pirataria é crime!


Fonte:http://www.ecodesenvolvimento.org.br/voceecod/compre-musicas-pela-internet-1