sexta-feira, 10 de setembro de 2010

22 de setembro: DIa Mundial Sem Carro



A comemoração surgiu na França, no final da década de 90, quando cidadãos de 35 cidades francesas decidiram deixar o carro em casa em busca de formas alternativas de se locomover. A ideia chegou ao Brasil em 2001 e o movimento não parou mais de crescer. A cada ano mais cidades brasileiras aderem com parcerias das prefeituras que fecham ruas e fazem ações de passeios de bicicleta ou caminhadas como ações de conscientização para o uso racional dos automóveis e de estímulo a formas mais sustentáveis de mobilidade.

O principal motivo da celebração é diminuir a quantidade de carros individuais nas cidades. Os problemas são os que já conhecemos: grandes congestionamentos, poluição do ar e sonora, isolamento urbano, acidentes fatais, problemas de saúde, alto consumo de combustíveis fósseis, gastos aos cofres públicos, queda de produtividade e redução da qualidade de vida.

No Brasil, de acordo com dados de 2010 do Denatran, existem 35 milhões de automóveis no país. A cidade de São Paulo é líder com a estatística de um carro por dois habitantes. Se você acha muito, nos Estados Unidos esse número é 1,3 habitante por carro, na Itália 1,5 habitante/carro e no Japão, Espanha, Canadá e Alemanha 1,7 habitante/carro.

Esses dados mostram o colapso que as grandes cidades em todo o mundo vêm sofrendo. Assim, mais de 40 países celebram o Dia Mundial Sem Carro. Especialistas alertam que o grande vilão não é o carro sozinho, mas a "cultura do carro" que se instalou fazendo com que as pessoas sonhem com carro próprio suportando um modelo insustentável. "O mais sensato seria criar mecanismos para restringir a quantidade de carros circulando em zonas criticas da cidade e redesenhar a mobilidade de toda a cidade, inclusive com a participação da iniciativa privada", alerta Lincoln Paiva, diretor da Green Mobility.

Existem soluções possíveis para resolver o problema. Entre as medidas mais citadas estão o incentivo e o investimento no transporte público de forma a torná-lo eficiente e de alta qualidade, convencendo o usuário a trocar o seu carro individual por um modal coletivo.

Outra ideia é a criação de ciclovias e ciclofaixas nas principais ruas e avenidas das cidades e instalação de sistemas de aluguel e transporte de bikes, garantindo segurança e comodidade àqueles que optarem pela bicicleta como meio de transporte e o estímulo a práticas como a carona solidária e o planejamento individual, fazendo com que cada cidadão busque pessoas com roteiros semelhantes e se unam para reduzir a quantidade de carros nas ruas.

A mudança deve partir de cada um, afirmam. "Hoje, sabemos que 30% das pessoas que trabalham com carro na cidade poderiam utilizar carona solidária pelo menos uma vez por semana, 1% poderiam utilizar bicicleta e 5% poderiam fazer caminhadas ou usar meios alternativos de transporte, desde que as condições para isso fossem favoráveis", diz Paiva.

Além da mudança nos hábitos diários da população, existem outras medidas voltadas para as políticas públicas que defendem mudanças ainda mais rigorosas. Algumas cidades, como Amsterdã (Países Baixos), Copenhague (Dinamarca), Ottawa (Canadá), Freiburg (Alemanha), Bogotá (Colômbia), Londres (Reino Unidos) e Quarry Village (Estados Unidos), proibiram total ou parcialmente a utilização de carros em suas ruas, avenidas e centros históricos.

Elas também criaram outras medidas para desencorajar o uso do carro, como diminuir o número de vagas para estacionamento, cobrar pedágio urbano para quem circula de carro pelo centro, e aumentar o preço do combustível. Com zonas livres de carros, as ruas puderam ser "devolvidas" para a população, que passou a utilizar bicicletas, transporte coletivo e até mesmo ir a pé para lugares próximos.

"As cidades estão redesenhando os seus espaços em favor do bem-estar das pessoas e não dos veículos. A nova ordem é frear a deterioração do meio ambiente, adotar iniciativas para dissuadir e reduzir o uso do automóvel e potencializar a mobilidade a pé, o transporte público e os deslocamentos por bicicleta", reforça Paiva.

Medidas integradas são, portanto, a palavra de ordem quando o assunto é mobilidade sustentável. A amplitude do conceito é tamanha que ela já chegou a lugares onde antes poderia não ter sentido, como os cursos de arquitetura. Novos modelos de urbanismo sustentável já buscam planejar nas plantas das cidades formas de torná-las conectadas e capazes de abrigar diversas funções em um mesmo espaço, evitando longos deslocamentos.

"Nós não queremos apenas um dia de celebração e depois retornar à 'vida normal'. Uma vez livres dos carros, as pessoas deveriam permanecer livres. Só depende de nós, de nossas cidades e dos nossos governos ajudar a criar mudanças permanentes em benefício dos pedestres, ciclistas e outras pessoas que não dirigem carros", afirmam os organizadores do World Carfree Network, organização internacional em defesa da mobilidade sustentável.


Fonte: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI4637459-EI238,00-Dia+Mundial+Sem+Carro+ocorre+em+de+setembro.html

Construções sustentáveis ganham mercado no Brasil



Viáveis e lucrativos, os chamados "prédios verdes" vão, aos poucos, ganhando espaço no país. Entre o título e a realidade, porém, é necessário cautela. Não basta ter um jardim bem cuidado ou meia dúzia de árvores para merecer o crédito. Uma boa maneira de checar a vocação ambiental do imóvel é saber se ele possui certificado.

Para isso, o empreendimento precisa ser erguido dentro de parâmetros ambientais em todas as fases - do planejamento à operação, passando pela construção. No Brasil, a busca por esse tipo de certificação cresceu 75% de 2009 pra cá.

Certificado Leed

Um dos selos disponíveis no mercado é o Leed (Leadership in Energy and Environmental Design), fornecido com parcimônia pelo instituto americano U.S. Green Building Council Brasil, criado em 2004. O primeiro empreendimento brasileiro e da América Latina a conquistar a certificação ambiental, em 2007, foi uma agência do Banco Real, na Granja Viana, em Cotia, SP.

Para obter o Leed, o imóvel tem de atender, no mínimo, a 26 exigências, de uma lista com 69. São avaliados o consumo de energia, o reaproveitamento de água, o uso de materiais certificados ou reciclados na construção e no mobiliário, a localização do prédio e a baixa produção de resíduos, entre outros itens. Atualmente, 19 empreendimentos brasileiros já possuem o Leed, e outros 192 estão em processo de certificação - em maio do ano passado, eram apenas 119.

Certificado Aqua

Outro selo ambicionado é o Aqua (Alta Qualidade Ambiental), o primeiro referencial técnico brasileiro para construções sustentáveis. Desenvolvido em 2008 pela Fundação Vanzolini, o selo já conta com 25 processos iniciados e 13 empreendimentos certificados, entre os quais constam duas unidades da Leroy Merlin, no Rio de Janeiro e no Distrito Federal, e a Casa Natura, um misto de centro de convivência e loja da marca de cosméticos, em Santo André, SP.

O Aqua, que começou a ser emitido no ano passado, baseia-se em 14 critérios de sustentabilidade divididos em quatro fases (eco-construção, eco-gestão, conforto e saúde), que se aplicam para diversos empreendimentos - residenciais, comerciais, complexos esportivos e habitação popular.

Para o coordenador executivo do processo, Manuel Carlos Reis Martins, a busca crescente por esse tipo de empreendimento é inevitável. "Diante dos desafios ambientais que enfrentamos, a construção sustentável será o único caminho possível para o setor de edificação civil no futuro", afirma.

Custo-benefício: bom para o meio ambiente e para o bolso

Seguir com rigor os padrões exigidos pelas certificações tem seu preço: a construção pode ficar de 5% a 10% mais cara, dependendo da sofisticação desejada. Em contrapartida, um empreendimento construído dentro desses padrões podem reduzir entre 30% e 40% o consumo de energia, 50% o consumo de água, 35% a emissão de CO2 e em até 90% o descarte de resíduos, além de garantir um ambiente interno mais saudável e produtivo.

"O investimento em projetos sustentáveis, além ter um impacto menor no meio ambiente, reflete-se em um custo operacional mais baixo", afirma Marcelo Takaoka, presidente do Conselho Brasileiro de Construção Sustentável. "Pode até custar mais caro no começo, mas depois reduz consideravelmente as faturas de água e luz".


Fonte:http://portalexame.abril.com.br/meio-ambiente-e-energia/noticias/construcoes-sustentaveis-ganham-mercado-brasil-589607.html

Consumo de energia per capita em 2009 foi o segundo maior da história



Em 2009, o consumo de energia per capita alcançou 48,3 gigajoules por habitante (GJ/hab), de acordo com o estudo Indicadores de Desenvolvimento Sustentável (IDS), divulgado nesta quarta-feira (1º) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Este foi o segundo maior índice desde o início da série histórica, em 1992, perdendo apenas para o ano de 2008, quando o indicador alcançou o patamar de 50 GJ/hab. O consumo de energia per capita costuma ser associado ao grau de desenvolvimento de um país.

Segundo o IDS, 52,8% da energia brasileira provêm de fontes não-renováveis. Petróleo e derivados são responsáveis por 37,8% da energia produzida; o gás natural representa 8,7%; carvão mineral e derivados equivalem a 4,8% e urânio e derivados correspondem a 1,4%. “A dependência de fontes de energia não renováveis pode ser considerada insustentável a longo prazo”, destaca o documento do IBGE.

Em 2009, 47,2% da energia foi fruto de fontes renováveis, número menor que o apurado em 1992 (47,6%), início da série histórica. Energia hidráulica e eletricidade, lenha e carvão vegetal e derivados da cana-de-açúcar são exemplos de fontes renováveis.

O estudo divulgado pelo IBGE destaca que a utilização de fontes renováveis de energia também implica em impactos ao meio ambiente, tais como a inundação de áreas, derrubada de vegetação nativa e ampliação de áreas agrícolas.“Portanto, em termos de proteção ao meio ambiente e à qualidade de vida das populações, o aumento da eficiência no uso e a mudança nos padrões do consumo de energia são fundamentais, sendo tão ou mais importantes que a utilização de fontes renováveis de energia”, destaca o estudo.

Fonte:http://g1.globo.com/economia-e-negocios/noticia/2010/09/consumo-de-energia-capita-em-2009-foi-o-segundo-maior-da-historia.html

Use com moderação



SACO SIM, SACOLA NÃO
Pesquisa Ibope feita em São Paulo em 2009 constatou que 100% dos entrevistados reutilizam as sacolas de supermercado para colocar lixo. Melhor seria usar sacos vendidos para esse fim, de tamanho maior. Para acomodar 50 litros de lixo você precisaria de dezenas de sacolas, enquanto pode colocar todo esse volume num saco só. Outra vantagem dos sacos de lixo de cor preta: eles são feitos de material reciclado (mas nem todos, por isso leia a embalagem).

POR QUE ELAS SÃO VILÃS

Além de demorarem uma eternidade para se decompor (400 anos), as sacolas matam, por ano, 1 milhão de animais marinhos em todo o planeta. Eles morrem ao engolir o plástico.

E AS OXIBIODEGRADÁVEIS?
Mesmo as sacolas que vêm com a indicação de serem oxibiodegradáveis – o que significa que elas contêm um aditivo capaz de desintegrá-la em cerca de dois anos – não são 100% confiáveis. Há engenheiros e químicos que defendem que elas são, na verdade, mais nocivas para o meio ambiente do que as de plástico convencional. Isso porque liberariam metais pesados no solo como manganês e níquel, que causam maior poluição.


O TAMANHO DO ESTRAGO

No período de um ano, são consumidas até 1 trilhão de sacolas plásticas no mundo. Só no Brasil, são 33 milhões por dia ou 12 bilhões por ano.

RECICLE

Sim, a sacolinha pode ser reciclada e virar plástico para brinquedos, material de construção ou outras sacolas. Lave cada uma e separe para despachá-las na coleta seletiva.


Fonte:http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/lixo/sacolas-plasticas-supermercado-oceanos-solo-animais-bueiros-577357.shtml

Dê uma segunda vida ao seu chiclete

Nove em cada dez cidades pavimentadas, no mundo, têm suas ruas impregnadas com gomas de mascar. Três bilhões e meio de chicletes são jogados, todos os anos, nas ruas do Reino Unido. Só na Oxford Street, em Londres, são cerca de 30 mil por dia. Se todo mundo parasse de jogar chicletes ali, ainda seriam necessários 4 meses para deixar a rua totalmente limpa.

Mas o hábito sai caro. Hoje, o custo para retirar um chiclete da rua é três vezes maior do que para produzi-lo – o governo do Reino Unido gasta £$1,5 milhão (mais de R$4 milhões) por ano nessa limpeza.

Jogar o chiclete no lixo comum também não é uma boa ideia, pois ele não será reciclado e vai acabar em um lixão ou aterro, aumentando o volume de resíduos.

Por isso, a designer londrina Anna Bullus se empenha para que as pessoas descartem seus chicletes em um recipiente específico, criado por ela mesma, o GUMDROP, cujo slogan é “Dê uma segunda vida ao seu chiclete”.

O material depositado nesse simpático recipiente rosa, que lembra mesmo uma grande goma de mascar, é encaminhado para a reciclagem e transformado em novos GUMDROPs, que são instalados em mais pontos da cidade, do país, e até em outros países – por enquanto, o produto existe em Londres e em Nova Jersey, nos Estados Unidos.

A conta de Anna é a seguinte: os britânicos produzem 7 mil toneladas de chicletes por ano. Se 10% fossem jogados em um GUMDROP, seria possível produzir um milhão de novas cestas de lixo para chicletes, que ajudariam a recolher os outros 90%.

O material também pode ser aproveitado para a fabricação de outros produtos de borracha. Se a ideia colar, a designer pensa em comercializar botas feitas de chiclete.


Fonte:http://super.abril.com.br/blogs/planeta/de-uma-segunda-vida-ao-seu-chiclete/

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

IBGE divulga Indicadores de Sustentabilidade do Brasil



Nesta quarta-feira, 1 de setembro, o IBGE divulgou os IDS – Indicadores de Desenvolvimento Sustentável referentes ao ano de 2010, que apontaram que, embora o país tenha evoluído nos principais aspectos socioambientais avaliados, ainda há um longo caminho para percorrer rumo ao desenvolvimento sustentável, sobretudo na preservação da biodiversidade.


Em comparação ao ano de 2007, o Brasil manteve seu ritmo de crescimento econômico e evoluiu nos principais indicadores socioambientais analisados, mas as desigualdades socioeconômicas e os impactos ao meio ambiente ainda são grandes em todo o país, o que compromete o desenvolvimento sustentável do Brasil. Essa é a principal conclusão dos IDS 2010 – Indicadores de Desenvolvimento Sustentável de 2010, divulgados hoje, dia 1 de setembro, pelo IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

Ao todo, 55 aspectos – ligados direta ou indiretamente ao desenvolvimento sustentável do país – foram analisados pelo Instituto. Para facilitar a avaliação, eles foram divididos em quatro grandes grupos.

O primeiro, chamado de Dimensão Ambiental, analisou questões referentes à ar, terra, água, biodiversidade e saneamento e concluiu que, apesar de grandes avanços em algumas áreas e estabilidades em outras, ainda existem grandes desafios ambientais a serem superados no país, sobretudo quando o assunto é degradação dos ecossistemas e perda de biodiversidade. Isso porque, apesar de ter diminuído, o desmatamento já atinge14,6% da Amazônia Legal e quase metade do Cerrado. Na Mata Atlântica, a situação também é crítica: restam menos de 10% do território. Enquanto isso, o IDR apontou que as UCs – Unidades de Conservação federais ocupam, apenas, 9% de todo o território brasileiro.

Os indicadores de Dimensão Ambiental ainda terminaram com um alerta: apesar de continuar baixo, o índice de consumo de substâncias destruidoras da camada de ozônio – presentes, por exemplo, em ar-condicionados, solventes e extintores de incêndio – sofreu um pequeno aumento, com relação ao ano de 2007. O resultado influenciou em outro IDS, referente à qualidade do ar: nas grandes cidades, a poluição atmosférica se manteve estável, mas a concentração de ozônio cresceu, aumentando o risco de casos de câncer e cegueira entre a população (para saber mais, veja o infográfico Sem Proteção: o buraco na camada de ozônio).

O segundo grupo, nomeado de Dimensão Social, analisou as questões ligadas à satisfação das necessidades humanas, melhoria da qualidade de vida e justiça social, avaliando setores como saúde, educação, habitação e segurança. Entre as conclusões desse grupo, estão:
– maior redução nas desigualdades de gênero, do que nas de cor e raça;
– queda da mortalidade infantil e aumento da esperança de vida
– condições de moradia inadequadas nos domicílios de 43% dos brasileiros e
– 25,4 mortes por homicídio e 20,3 por acidente de transporte, a cada cem mil habitantes.

Questões ligadas ao desempenho macroeconômico do país e aos padrões de produção e consumo foram reunidas no grupo de Dimensão Econômica, que mostrou que:
– em 2009, o consumo de energia anual de cada brasileiro chegou a 48,3 gigajoules – o segundo maior índice da história do país – e a eficiência energética do uso não aumentou;
– quase metade da energia brasileira provém de fontes renováveis e
– mais de 90% das latas de alumínio produzidas hoje no Brasil são recicladas.

Por fim, o grupo denominado Dimensão Institucional analisou questões que dizem respeito aos esforços feitos pela sociedade e, principalmente, pelo governo para ajudar no desenvolvimento sustentável do Brasil. A avaliação mostrou que, nesse aspecto, os avanços do país se concentraram no acesso à telefonia e internet: os domicílios que possuem acesso à rede quase triplicaram entre 2001 e 2008 e o acesso à telefonia móvel dobrou de volume em quatro anos. Além disso, os IDS apontaram que o investimento nacional em Pesquisa e Desenvolvimento aumentaram de R$ 12 bi, em 2000, para R$ 32,7 bi, em 2008, embora ainda não representem mais de 1% do PIB brasileiro.

Casa Sustentável



Uma obra racional, construída por operários capacitados e feita com materiais de fornecedores selecionados por respeitarem os direitos trabalhistas e o meio ambiente. Como resultado, uma casa popular sustentável.

Essas são as premissas do projeto Minha Casa, desenvolvido pela cimenteira Holcim com os arquitetos Osvaldo Luiz de Souza e Alice Brasileiro, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A dupla elaborou três tipos de planta: 46 m², 47 m² (ambas expansíveis para 64 m² e 65 m², respectivamente) e 68 m² (opção para pessoas com problemas de mobilidade).

As medidas levam em conta o melhor aproveitamento do sistema construtivo escolhido, a alvenaria estrutural. "Não podemos admitir uma casa popular caindo aos pedaços antes de o morador terminar de pagar. Tecnologia é fundamental", afirma Osvaldo. Estimado em R$ 1 000 por m², o custo inclui material, frete, mão de obra e uma fundação radier (indicada para lotes planos). A casa será comercializada (por ora, só na região Sudeste) em lojas de materiais de construção, que poderão criar linhas próprias de financiamento. Duas já estão credenciadas pela Holcim: a Colodetti, em Cariacica, ES, e a Revenda São Clemente, em Nova Friburgo, RJ. A obra fica a cargo de construtoras parceiras do projeto.

O QUE TORNA ESSA CASA SUSTENTÁVEL
• Todo o material para construí-la cabe em três viagens de caminhão.
• A obra gera o mínimo de entulho.
• As aberturas priorizam a iluminação natural e a ventilação cruzada.
• A casa pode receber itens opcionais, como aquecimento solar e um sistema para captar água de chuva.
• Emprega materiais como madeira certificada no telhado, telhas de fibra vegetal, concreto intertravado no piso externo e vaso sanitário com caixa acoplada no banheiro.
• A cozinha tem um duto para recolher o óleo usado. Na área de serviço há espaço para a coleta seletiva de lixo.
• Se as dimensões do terreno não permitirem a implantação mais adequada com relação à orientação solar, o morador receberá dicas para atenuar a insolação com soluções de paisagismo.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Modo Standby também consome energia


O quadro abaixo ilustra o consumo em Watts de alguns aparelhos quando estão no modo standby

Aparelhos

consumo mín

consumo médio

consumo máx

equip. áudio

2

4

15

DVD

2

4

12

rádio/relógio

1

2

3

portão eletrônico

2

3

4

sist. de segurança

4

14

22

microondas

1

3

6

computador

1

2

4

impressora

4

5

6

caixa TV a cabo

5

12

25

decod. TV satélite

8

12

18

vídeo game

1

2

3

secretária eletrôn.

2

3

5

telefone s/ fio

2

3

5

televisão

1

5

22

vídeo cassete

1

3

4


domingo, 5 de setembro de 2010

Incentive as crianças a consumir de maneira sustentável!

A Furnas Centrais Elétricas S.A. disponibiliza em seu site um simulador. Nele você pode adicionar diversos aparelhos eletrônicos em cada espaço da casa. A cada equipamento adicionado você deve informar quanto tempo o mesmo fica ligado por dia. É possível analisar não só o consumo de cada aparelho (e cada peça da casa), mas também o quanto isso representa em dinheiro no final do mês e quanto poderia ser economizado usando produtos com consumo eficiente.
Ideal para as crianças aprenderem brincando e se divertindo como economizar dinheiro e "economizar" o planeta.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Lixo eletrônico no GoogleMaps



Todos já sabem que baterias, celulares, carregadores, computadores, televisores e pilhas velhas não devem ser jogados no lixo comum - esse material tem metais que podem contaminar o solo e a água. Mas o que fazer com todo esse lixo eletrônico
? Em São Paulo, a Secretaria do Meio Ambiente, em parceria com o Instituto Sergio Motta, criou o projeto "e-lixo maps": um site que usa a plataforma do Google Maps para o usuário encontrar lugares que coletam aparelhos obsoletos ou fora de uso e que dão um destino mais ecológico a eles. Dá para checar os postos mais próximos da sua casa ou trabalho, facilitando um bocado a vida. Agora não tem mais desculpa na hora de descartar seu lixo eletrônico.

Fonte:http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/lixo/e-lixo-maps-descarte-lixo-eletronico-reciclagem-591500.shtml

20 conselhos para diminuir a dependência do petróleo




O Greenpeace listou uma série de conselhos para diminuir o consumo “pessoal” de petróleo:

1. Evite o uso do automóvel. Dê carona, ande de bicicleta ou use o transporte público para ir ao trabalho.

2. Quando for possível, escolha produtos sem embalagens ou componentes de plástico, que é derivado do petróleo. Reutilize e recicle o plástico em casa sua casa.

3. Compre frutas e verduras orgânicas (muitos fertilizantes e pesticidas são feitos à base de petróleo).

4. Escolha produtos de beleza (xampu, sabonetes, cosméticos) fabricados com ingredientes naturais. Produtos como lápis de lábios, delineadores para os olhos e esmaltes de unhas, entre outros, costumam conter derivados de petróleo.

5. Prefira produtos locais (para evitar o transporte em veículos movidos por combustíveis à base de petróleo).

6. Compre roupas feitas com fibras naturais, e não sintéticas.

7. Evite o uso de produtos descartáveis.

8. Não tome água engarrafada

9. Viaje menos de avião, prefira trens e ônibus.

10. Apoie iniciativas que promovam energias renováveis.

11. Evite comprar produtos feitos à base de petróleo, como espuma de poliestireno, canetas esferográficas descartáveis – e até gomas de mascar!

12. Faça as compras em seu bairro a pé, deixe o carro em casa.

13. Se for possível, abandone definitivamente as viagens de avião.

14. Instale alguma fonte de energia renovável em sua casa, como painéis solares.

15. Deixe o termostato do aquecedor de sua casa no mínimo.

16. Quando vir caixas de sugestões em restaurantes e comércios, aproveite para recomendar menos embalagens e garrafas de plástico.

17. Se for possível, instale um aquecedor de água solar em casa.

18. Melhore o isolamento térmico de sua casa para evitar um grande consumo de energia.

19. Consulte seus chefes para verificar a possibilidade de trabalhar em casa ao menos um dia da semana, evitando os deslocamentos diários.

20. Vote e apoie os políticos que se dedicam à promoção de energias renováveis.