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terça-feira, 5 de outubro de 2010

Venda de Apartamentos Sustentáveis volta a ser um bom negócio

imoveis sustentaveis            É interessante quando observamos que alguns dos mitos tidos como verdades absolutas por pessoas que dizem possuir provas irrefutáveis sobre eles caem por terra e são, simplesmente, jogados ao pó e expostos em sua totalidade mentirosa e sem fundamento. Um desses mitos dizia que a venda de apartamentos sustentáveis fora das grandes cidades seria uma utopia sem fundamento e que não haveria mercado para esses imóveis fora das grandes cidades apinhadas, poluídas e violentas.
            Por mais incrível que possa parecer, o último ano mostrou com toda a clareza que essa ideia (manifestada por muitos experts) não tinha razão de ser e não passou de pura balela preconceituosa. Algumas empreendedoras e construtoras executaram projetos de apartamentos sustentáveis em várias cidades do interior do estado e atingiram um fenomenal sucesso de público, de vendas e de marketing em todos os projetos.

           Infelizmente, a nota triste do momento, é a explosão da crise imobiliária americana que acabou provocando a grande crise financeira do final do ano passado e se refletiu em todo o planeta. Apesar de todos os esforços de nosso governo e das promessas esperançosas de nosso presidente, a dura realidade da crise caiu sobre nós com força avassaladora e inesperada. Embalada certamente pela ganância dos bancos brasileiros que negaram o fluxo de crédito para o financiamento de imóveis e prejudicaram, e muito, as vendas de apartamentos sustentáveis em todo o território nacional. O fato foi inesperado porque de forma alguma se justificava a suspensão desses financiamentos. O mercado nacional estava aquecido (no auge das vendas), a economia ia muito bem e os bancos estavam (e estão) extremamente capitalizados; graças a seus constantes lucros astronômicos. No entanto, a pura, boa e velha ganância do empresariado financeiro brasileiro falou mais alto e os bancos optaram por mergulhar a nação nessa crise fechando as linhas de crédito ou criando inúmeros obstáculos para que os financiamentos fossem obtidos de forma mais simples, rápida e barata.
              Com isso, a venda de apartamentos sustentáveis foi abalada. Contudo o estrago não foi suficiente para destruir a excelente impressão deixada no empresariado do ramo da construção civil que optou por esse nicho de mercado. Para este ano, estão certamente previstos novos projetos e empreendimentos e os imóveis sustentáveis se tornarão um bom negócio mais uma vez. As coisas começam a entrar nos eixos e os financiamentos imobiliários aproximam-se dos mesmos níveis de exigências e taxas de juros que eram praticados no ano passado. Isso é claro, nos bancos estatais. O interessante é que, a continuar assim, os bancos provados acabarão sendo obrigados a reduzirem as suas taxas e retornar as exigências que eram feitas no passado, sob pena de perderem grande parte do mercado de imóveis financiados. Uma vez que o governo está liberando recursos pesadamente para os bancos públicos visando à oferta maciça de crédito para compra de imóveis.
              A recuperação de nossa economia e a retomada dos empreendimentos sustentáveis para venda em um ritmo acelerado, serão fundamentais para que a venda de imóveis sustentáveis volte a encantar empresários e compradores com as novidades proporcionadas pela moradia ecologicamente correta e que proporciona bem estar, apoio ao meio ambiente e uma melhor qualidade de vida para todos a sua volta.

 Fonte: http://www.apartamentossustentaveis.com.br/mercado-imobiliario/venda-apartamentos-sustentaveis/

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

CELULAR ECOLÓGICO


Elm é um celular da Sony Ericsson, além de possuir tecnologia avançada, o aparelho também traz uma série de características sustentáveis que começam desde a produção.
A embalagem é minimizada, diminuindo a quantidade de plásticos e papéis, além disso, é feita de plásticos reciclados. O celular não possui produtos químicos perigosos como chumbo e mercúrio e as tintas utilizadas são à base de água.

O manual de instruções está contido no próprio telefone, o que economiza folhas e folhas de papel em um artigo que ficará logo em desuso. A tela grande e luminosa permite que a leitura dos itens seja fácil e dinâmica.
Ainda não há previsão para a produção do celular, mas a idéia já é um grande passo para tornar estes aparelhos produtos mais sustentáveis.


segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Modo Standby também consome energia


O quadro abaixo ilustra o consumo em Watts de alguns aparelhos quando estão no modo standby

Aparelhos

consumo mín

consumo médio

consumo máx

equip. áudio

2

4

15

DVD

2

4

12

rádio/relógio

1

2

3

portão eletrônico

2

3

4

sist. de segurança

4

14

22

microondas

1

3

6

computador

1

2

4

impressora

4

5

6

caixa TV a cabo

5

12

25

decod. TV satélite

8

12

18

vídeo game

1

2

3

secretária eletrôn.

2

3

5

telefone s/ fio

2

3

5

televisão

1

5

22

vídeo cassete

1

3

4


domingo, 5 de setembro de 2010

Incentive as crianças a consumir de maneira sustentável!

A Furnas Centrais Elétricas S.A. disponibiliza em seu site um simulador. Nele você pode adicionar diversos aparelhos eletrônicos em cada espaço da casa. A cada equipamento adicionado você deve informar quanto tempo o mesmo fica ligado por dia. É possível analisar não só o consumo de cada aparelho (e cada peça da casa), mas também o quanto isso representa em dinheiro no final do mês e quanto poderia ser economizado usando produtos com consumo eficiente.
Ideal para as crianças aprenderem brincando e se divertindo como economizar dinheiro e "economizar" o planeta.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Lixo eletrônico no GoogleMaps



Todos já sabem que baterias, celulares, carregadores, computadores, televisores e pilhas velhas não devem ser jogados no lixo comum - esse material tem metais que podem contaminar o solo e a água. Mas o que fazer com todo esse lixo eletrônico
? Em São Paulo, a Secretaria do Meio Ambiente, em parceria com o Instituto Sergio Motta, criou o projeto "e-lixo maps": um site que usa a plataforma do Google Maps para o usuário encontrar lugares que coletam aparelhos obsoletos ou fora de uso e que dão um destino mais ecológico a eles. Dá para checar os postos mais próximos da sua casa ou trabalho, facilitando um bocado a vida. Agora não tem mais desculpa na hora de descartar seu lixo eletrônico.

Fonte:http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/lixo/e-lixo-maps-descarte-lixo-eletronico-reciclagem-591500.shtml

20 conselhos para diminuir a dependência do petróleo




O Greenpeace listou uma série de conselhos para diminuir o consumo “pessoal” de petróleo:

1. Evite o uso do automóvel. Dê carona, ande de bicicleta ou use o transporte público para ir ao trabalho.

2. Quando for possível, escolha produtos sem embalagens ou componentes de plástico, que é derivado do petróleo. Reutilize e recicle o plástico em casa sua casa.

3. Compre frutas e verduras orgânicas (muitos fertilizantes e pesticidas são feitos à base de petróleo).

4. Escolha produtos de beleza (xampu, sabonetes, cosméticos) fabricados com ingredientes naturais. Produtos como lápis de lábios, delineadores para os olhos e esmaltes de unhas, entre outros, costumam conter derivados de petróleo.

5. Prefira produtos locais (para evitar o transporte em veículos movidos por combustíveis à base de petróleo).

6. Compre roupas feitas com fibras naturais, e não sintéticas.

7. Evite o uso de produtos descartáveis.

8. Não tome água engarrafada

9. Viaje menos de avião, prefira trens e ônibus.

10. Apoie iniciativas que promovam energias renováveis.

11. Evite comprar produtos feitos à base de petróleo, como espuma de poliestireno, canetas esferográficas descartáveis – e até gomas de mascar!

12. Faça as compras em seu bairro a pé, deixe o carro em casa.

13. Se for possível, abandone definitivamente as viagens de avião.

14. Instale alguma fonte de energia renovável em sua casa, como painéis solares.

15. Deixe o termostato do aquecedor de sua casa no mínimo.

16. Quando vir caixas de sugestões em restaurantes e comércios, aproveite para recomendar menos embalagens e garrafas de plástico.

17. Se for possível, instale um aquecedor de água solar em casa.

18. Melhore o isolamento térmico de sua casa para evitar um grande consumo de energia.

19. Consulte seus chefes para verificar a possibilidade de trabalhar em casa ao menos um dia da semana, evitando os deslocamentos diários.

20. Vote e apoie os políticos que se dedicam à promoção de energias renováveis.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Mcdonald's e biocombustível



Parte da frota de caminhões que abastece lojas da McDonald’s será movida a biodiesel

Os restaurantes McDonald’s do Brasil estão iniciando um processo para dar destino mais nobre aos cerca de três milhões de litros de óleo de cozinha utilizados na fritura de batatas e empanados. O material, que já era reciclado e encaminhado à fabricação de sabão, começa a ser transformado em biodiesel, ganhando os tanques dos caminhões que fazem a entrega de produtos alimentícios às lojas da empresa.

Lançado oficialmente no dia 08/06, o programa é resultado de três anos de pesquisas. Liderado pela Arcos Dourados, dona das franquias McDonald’s na América Latina, e pela Martin-Brower, responsável pela logística e distribuição da rede, o projeto envolve outras nove parcerias: Volkswagen, Shell, Thermo King, SP BIO, Tietê Caminhões e Ônibus, MWM International, Cummins, Tek Diesel e Ativos Técnicos e Ambientais (ATA).

De acordo com o diretor-geral da Martin-Brower, Tupa Gomes, a iniciativa traz benefícios ambientais e econômicos. De um lado, há a diminuição de 26% das emissões de gás carbônico na cadeia de abastecimento dos restaurantes, destinação segura para o óleo e contribuição para a melhoria da qualidade do ar. De outro, há a economia gerada pelo suprimento próprio de parte do combustível – estima-se que o projeto possa reduzir em até 40% a necessidade de compras de diesel da companhia. “Esse é o nosso Proálcool, e possivelmente o exportaremos para a matriz, nos Estados Unidos”, afirma o executivo.

Circuito fechado

Um processo de logística reversa norteia o sistema de transformação de óleo de cozinha da McDonald’s em biodiesel: os mesmo caminhões que realizam as entregas de alimentos às lojas são responsáveis pelo recolhimento do óleo. Assim que é coletado, o produto das frituras é levado à sede da Martin-Brower, em Osasco, SP, onde é armazenado e posteriormente enviado à usina da SP BIO, localizada em Sumaré, SP, que produz o biodiesel. Para fechar o ciclo, o combustível abastece os caminhões, que fazem as entregas seguintes e recolhem mais óleo para ser usado em uma nova fabricação de biodiesel.

Inicialmente, o projeto está em operação em 20 restaurantes de São Paulo (ao todo, são 580 no país). A frota é composta por 4 veículos que rodam com B20 (20% de biodiesel adicionado ao diesel comum) e outro com B100 (100% de biodiesel). Os caminhões com B20 não necessitaram de nenhum ajuste mecânico, já o com B100 leva um pacote tecnológico, que possibilita a partida a diesel e a injeção progressiva de biodiesel no motor.

Em cerca de um ano de testes, já foram produzidos 61,9 mil litros de combustível por meio do programa, sendo 59,6 mil litros de B20 e 2,3 mil litros de B100. Em relação ao rendimento, o biocombustível mostrou-se menos eficiente que o diesel, com alta de 6% no consumo de litros por quilômetro.

Segundo Ricardo Neuding, sócio-diretor da ATA, empresa que cuidou da coordenação e consultoria técnica dos testes, o projeto é viável porque se utiliza de uma estrutura logística já existente, gerando poucos custos extras. “Além disso, não compete com a produção de alimentos nem aumenta a pressão por desmatamento, críticas comuns à produção de biocombustíveis”, diz.

O próximo passo é criar um programa de crédito de carbono, com a devida autorização da Organização das Nações Unidas (ONU). Em breve deve haver também a ampliação da coleta de óleo para outros restaurantes McDonald’s e a construção de uma usina própria.

Fonte:http://www.funverde.org.br/blog/archives/6873

Contador de sacolas descartáveis recusadas

Todas as vezes em que você for à farmácia, à padaria ou ao supermercado e disser “obrigada, mas não preciso da sacolinha”, registre sua atitude no Contador de Sacolas Descartáveis Recusadas. Para cada sacolinha não utilizada, vale um clique.

Pode parecer pouco, mas você vai se surpreender com quantas sacolinhas lhe oferecem a todo momento e com o fato de que a maioria delas é, realmente, desnecessária – especialmente se você mantém suas ecobags no carro ou no fundo da bolsa ou da mochila.

Até agora, quase 2 milhões de sacolas descartáveis já foram recusadas e contabilizadas na ferramenta. Ajude esse número a crescer!


Fonte:http://super.abril.com.br/blogs/planeta/voce-tem-nocao-de-quantas-sacolas-aceita-ou-recusa-em-seu-dia-a-dia/

10 Motivos para não se usar sacolas descartáveis

1. Os plásticos convencionais levam cerca de 400 anos para se decompor. Segundo um levantamento do Ministério do Meio Ambiente, de 2009, cada família brasileira descarta cerca de 40kg de plásticos por ano e mais de 80% dos plásticos são utilizados apenas 1 vez.

2. Por serem leves, os sacos plásticos voam com o vento para diversos locais e acabam poluindo não apenas as cidades, mas também nossos biomas, as florestas, rios, lagos e oceanos.

3. A sopa de lixo que flutua pelo oceano Pacífico contém mais de 100 milhões de toneladas, sendo que 90% são constituídos de detritos de plástico. Desse total, 80% vêm do continente.

4. Nos oceanos, as sacolas plásticas se arrebentam em pedaços menores e se tornam parte da cadeia alimentar de animais marinhos dos mais variados tamanhos. Ao ingerirmos esses animais, engolimos também resíduos de plástico que fazem mal à nossa saúde.

5. A ingestão de pedaços de sacolas plásticas já é uma das principais causas da mortes de tartarugas, que confundem o plástico com comida e têm seu aparelho digestivo obstruído. Estima-se, ainda, que em torno de 100 mil mamíferos e pássaros morram sufocados por ano por ingerirem sacos plásticos. Na Índia, cerca de 100 vacas morrem por dia por comerem sacolas plásticas misturadas a restos de alimentos.

6. Nas cidades, as sacolas descartadas de maneira incorreta entopem bueiros, provocando enchentes, que causam a morte de pessoas e animais domésticos, destroem plantas e árvores e até contribuem para que os peixes nadem para fora do leito de rios e morram.

7. Jogadas em um canto qualquer da cidade, as sacolinhas podem acumular água parada e permitir a proliferação do mosquito da dengue.

8. O plástico já é o segundo material mais comum no lixo municipal.Quando os aterros chegam à sua capacidade máxima, é preciso abrir outras áreas – que poderiam ser utilizadas para plantio de vegetação nativa, por exemplo – para o depósito de resíduos.

9. O material orgânico depositado em sacos plásticos demora mais para ser degradado e decomposto em nutrientes e minerais, que serão utilizados em outros processos biológicos.

10. Com a decomposição lenta dos resíduos orgânicos aprisionados nas sacolas plásticas, produz-se mais metano e CO2, que são liberados quando a sacola é rasgada e contribuem para a aceleração do aquecimento global.


Fonte:http://super.abril.com.br/blogs/planeta/10-motivos-para-recusar-sacolas-descartaveis-e-preservar-a-biodiversidade/

Pia/Mictório

Ótima ideia que junta ótimo design com consumo sustentável, a mesma água que é usada para lavar as mãos serve para higienizar o mictório.

Fonte: http://copicola.com/2010/08/por-que-nao-pensei-nisso-antes/