
Blog criado por estudantes do curso de administração UFRGS como forma de divulgar notícias e dicas sobre consumo sustentável
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
IBGE divulga Indicadores de Sustentabilidade do Brasil

Casa Sustentável

Uma obra racional, construída por operários capacitados e feita com materiais de fornecedores selecionados por respeitarem os direitos trabalhistas e o meio ambiente. Como resultado, uma casa popular sustentável.
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Modo Standby também consome energia

Aparelhos | consumo mín | consumo médio | consumo máx |
equip. áudio | 2 | 4 | 15 |
DVD | 2 | 4 | 12 |
rádio/relógio | 1 | 2 | 3 |
portão eletrônico | 2 | 3 | 4 |
sist. de segurança | 4 | 14 | 22 |
microondas | 1 | 3 | 6 |
computador | 1 | 2 | 4 |
impressora | 4 | 5 | 6 |
caixa TV a cabo | 5 | 12 | 25 |
decod. TV satélite | 8 | 12 | 18 |
vídeo game | 1 | 2 | 3 |
secretária eletrôn. | 2 | 3 | 5 |
telefone s/ fio | 2 | 3 | 5 |
televisão | 1 | 5 | 22 |
vídeo cassete | 1 | 3 | 4 |
domingo, 5 de setembro de 2010
Incentive as crianças a consumir de maneira sustentável!
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Lixo eletrônico no GoogleMaps

Todos já sabem que baterias, celulares, carregadores, computadores, televisores e pilhas velhas não devem ser jogados no lixo comum - esse material tem metais que podem contaminar o solo e a água. Mas o que fazer com todo esse lixo eletrônico? Em São Paulo, a Secretaria do Meio Ambiente, em parceria com o Instituto Sergio Motta, criou o projeto "e-lixo maps": um site que usa a plataforma do Google Maps para o usuário encontrar lugares que coletam aparelhos obsoletos ou fora de uso e que dão um destino mais ecológico a eles. Dá para checar os postos mais próximos da sua casa ou trabalho, facilitando um bocado a vida. Agora não tem mais desculpa na hora de descartar seu lixo eletrônico.
Fonte:http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/lixo/e-lixo-maps-descarte-lixo-eletronico-reciclagem-591500.shtml
20 conselhos para diminuir a dependência do petróleo
terça-feira, 31 de agosto de 2010
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
A saga da sacola plástica
Do supermercado até a sopa de plástico, no oceano Pacífico, a sacolinha descartável percorre uma incrível trajetória cheia de percalços e aventuras para alcançar seu destino. A saga foi filmada pela ONG ambientalista Heal the Bay, que faz lobby para que as sacolinhas plásticas sejam banidas do estado da Califórnia, que consome 19 bilhões de sacolas por ano.
O vídeo, publicado na semana passada, e veiculado pelo jornal britânico The Guardian, é irônico e mistura a linguagem do documentário com uma narração típica do cinema hollywoodiano.
A protagonista, “uma das criaturas mais ilustres e espertas da selva de asfalto”, é acompanhada desde o momento em que é adquirida por uma família, em um supermercado, até o que o narrador chama de “seu lar”, o oceano Pacífico.
A princípio, ela voa pelas ruas sem destino certo e o vento se torna um grande aliado em sua vasta jornada. No caminho, a sacolinha terá de enfrentar muitos inimigos, como zeladores de parques e animais prontos para estraçalhá-la.
Sobrevivendo a eles, ela percorre longas distâncias. Algumas ficam presas em árvores e arbustos no meio do caminho e seu destino se encerra por ali. Mas a guerreira sacolinha do vídeo consegue encontrar um rio, pelo qual bóia em direção a volumes maiores de água.
Finalmente ela chega ao oceano! Agora, seu último desafio é evitar ser comida pelos animais marinhos que a confundem com alimentos. Como uma legítima sobrevivente, ela percorre mais centenas de quilômetros até encontra a grande comunidade de milhões de toneladas de plástico – que já tem o dobro do tamanho do Texas – no meio do oceano Pacífico!
Ali ela poderá viver indefinidamente, até ser quebrada em pedaços cada vez menores e ser incorporada à cadeia alimentar de milhares de seres marinhos, completando seu ciclo de vida.
Fonte:http://super.abril.com.br/blogs/planeta/the-majestic-plastic-bag-a-saga-da-sacolinha-rumo-ao-oceano/Mcdonald's e biocombustível

Parte da frota de caminhões que abastece lojas da McDonald’s será movida a biodiesel
Os restaurantes McDonald’s do Brasil estão iniciando um processo para dar destino mais nobre aos cerca de três milhões de litros de óleo de cozinha utilizados na fritura de batatas e empanados. O material, que já era reciclado e encaminhado à fabricação de sabão, começa a ser transformado em biodiesel, ganhando os tanques dos caminhões que fazem a entrega de produtos alimentícios às lojas da empresa.
Lançado oficialmente no dia 08/06, o programa é resultado de três anos de pesquisas. Liderado pela Arcos Dourados, dona das franquias McDonald’s na América Latina, e pela Martin-Brower, responsável pela logística e distribuição da rede, o projeto envolve outras nove parcerias: Volkswagen, Shell, Thermo King, SP BIO, Tietê Caminhões e Ônibus, MWM International, Cummins, Tek Diesel e Ativos Técnicos e Ambientais (ATA).
De acordo com o diretor-geral da Martin-Brower, Tupa Gomes, a iniciativa traz benefícios ambientais e econômicos. De um lado, há a diminuição de 26% das emissões de gás carbônico na cadeia de abastecimento dos restaurantes, destinação segura para o óleo e contribuição para a melhoria da qualidade do ar. De outro, há a economia gerada pelo suprimento próprio de parte do combustível – estima-se que o projeto possa reduzir em até 40% a necessidade de compras de diesel da companhia. “Esse é o nosso Proálcool, e possivelmente o exportaremos para a matriz, nos Estados Unidos”, afirma o executivo.
Circuito fechado
Um processo de logística reversa norteia o sistema de transformação de óleo de cozinha da McDonald’s em biodiesel: os mesmo caminhões que realizam as entregas de alimentos às lojas são responsáveis pelo recolhimento do óleo. Assim que é coletado, o produto das frituras é levado à sede da Martin-Brower, em Osasco, SP, onde é armazenado e posteriormente enviado à usina da SP BIO, localizada em Sumaré, SP, que produz o biodiesel. Para fechar o ciclo, o combustível abastece os caminhões, que fazem as entregas seguintes e recolhem mais óleo para ser usado em uma nova fabricação de biodiesel.
Inicialmente, o projeto está em operação em 20 restaurantes de São Paulo (ao todo, são 580 no país). A frota é composta por 4 veículos que rodam com B20 (20% de biodiesel adicionado ao diesel comum) e outro com B100 (100% de biodiesel). Os caminhões com B20 não necessitaram de nenhum ajuste mecânico, já o com B100 leva um pacote tecnológico, que possibilita a partida a diesel e a injeção progressiva de biodiesel no motor.
Em cerca de um ano de testes, já foram produzidos 61,9 mil litros de combustível por meio do programa, sendo 59,6 mil litros de B20 e 2,3 mil litros de B100. Em relação ao rendimento, o biocombustível mostrou-se menos eficiente que o diesel, com alta de 6% no consumo de litros por quilômetro.
Segundo Ricardo Neuding, sócio-diretor da ATA, empresa que cuidou da coordenação e consultoria técnica dos testes, o projeto é viável porque se utiliza de uma estrutura logística já existente, gerando poucos custos extras. “Além disso, não compete com a produção de alimentos nem aumenta a pressão por desmatamento, críticas comuns à produção de biocombustíveis”, diz.
O próximo passo é criar um programa de crédito de carbono, com a devida autorização da Organização das Nações Unidas (ONU). Em breve deve haver também a ampliação da coleta de óleo para outros restaurantes McDonald’s e a construção de uma usina própria.
Fonte:http://www.funverde.org.br/blog/archives/6873
Projeto Celular
Contador de sacolas descartáveis recusadas

Pode parecer pouco, mas você vai se surpreender com quantas sacolinhas lhe oferecem a todo momento e com o fato de que a maioria delas é, realmente, desnecessária – especialmente se você mantém suas ecobags no carro ou no fundo da bolsa ou da mochila.
Até agora, quase 2 milhões de sacolas descartáveis já foram recusadas e contabilizadas na ferramenta. Ajude esse número a crescer!
Fonte:http://super.abril.com.br/blogs/planeta/voce-tem-nocao-de-quantas-sacolas-aceita-ou-recusa-em-seu-dia-a-dia/
10 Motivos para não se usar sacolas descartáveis
1. Os plásticos convencionais levam cerca de 400 anos para se decompor. Segundo um levantamento do Ministério do Meio Ambiente, de 2009, cada família brasileira descarta cerca de 40kg de plásticos por ano e mais de 80% dos plásticos são utilizados apenas 1 vez.
2. Por serem leves, os sacos plásticos voam com o vento para diversos locais e acabam poluindo não apenas as cidades, mas também nossos biomas, as florestas, rios, lagos e oceanos.
3. A sopa de lixo que flutua pelo oceano Pacífico contém mais de 100 milhões de toneladas, sendo que 90% são constituídos de detritos de plástico. Desse total, 80% vêm do continente.
4. Nos oceanos, as sacolas plásticas se arrebentam em pedaços menores e se tornam parte da cadeia alimentar de animais marinhos dos mais variados tamanhos. Ao ingerirmos esses animais, engolimos também resíduos de plástico que fazem mal à nossa saúde.
5. A ingestão de pedaços de sacolas plásticas já é uma das principais causas da mortes de tartarugas, que confundem o plástico com comida e têm seu aparelho digestivo obstruído. Estima-se, ainda, que em torno de 100 mil mamíferos e pássaros morram sufocados por ano por ingerirem sacos plásticos. Na Índia, cerca de 100 vacas morrem por dia por comerem sacolas plásticas misturadas a restos de alimentos.
6. Nas cidades, as sacolas descartadas de maneira incorreta entopem bueiros, provocando enchentes, que causam a morte de pessoas e animais domésticos, destroem plantas e árvores e até contribuem para que os peixes nadem para fora do leito de rios e morram.
7. Jogadas em um canto qualquer da cidade, as sacolinhas podem acumular água parada e permitir a proliferação do mosquito da dengue.
8. O plástico já é o segundo material mais comum no lixo municipal.Quando os aterros chegam à sua capacidade máxima, é preciso abrir outras áreas – que poderiam ser utilizadas para plantio de vegetação nativa, por exemplo – para o depósito de resíduos.
9. O material orgânico depositado em sacos plásticos demora mais para ser degradado e decomposto em nutrientes e minerais, que serão utilizados em outros processos biológicos.
10. Com a decomposição lenta dos resíduos orgânicos aprisionados nas sacolas plásticas, produz-se mais metano e CO2, que são liberados quando a sacola é rasgada e contribuem para a aceleração do aquecimento global.
Fonte:http://super.abril.com.br/blogs/planeta/10-motivos-para-recusar-sacolas-descartaveis-e-preservar-a-biodiversidade/
Pia/Mictório
Maioria das pessoas não leva ecobag às compras
Pesquisa conduzida por uma confecção que faz sacolas ecológicas, a Gatto de Rua, expôs um problema que diretores do Wal-Mart já haviam me falado anteriormente: o aumento no número de pessoas que têm ecobags não necessariamente significa uma diminuição do consumo de sacolas plásticas na mesma proporção.
De todas as pessoas consultadas, apenas 34% possuem as sacolas ecológicas . Dessas, 71% não estavam utilizando sua ecobag na hora da compra. Os principais motivos apresentados foram: esquecimento, pouca praticidade para carregar a sacola e a opção de alguns consumidores em reciclagem das sacolas plásticas para outros fins.
Isso mesmo: a maioria das pessoas que têm ecobags não as levam para as compras! Essas sacolas são usadas como bolsas comuns e até (somente) como acessório de moda.
Para os que decidem comprar coisas “no meio do caminho” – ou seja, saíram de casa sem ter o intuito de comprar –, aos que nunca lembram de pegá-las antes de sair e também aos que não acham as ecobags práticas:
- Sempre tenha uma ecobag mais prática na bolsa. Há várias que podem ser dobradas ou enroladas e não ocupam muito espaço.
- Deixe sua ecobag bem em vista, em locais que você sabe que irá olhar antes de sair para as compras.
Fonte: http://wp.clicrbs.com.br/blogarpuro/category/consumo-sustentavel/?topo=13,1,1,,,13
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Consumo residencial de energia elétrica cresce quase 8%
Entre janeiro e maio de 2010, o consumo de energia elétrica nas casas brasileiras aumentou 7,8% em relação ao mesmo período do ano passado. Neste começo de ano, as famílias brasileiras consumiram 45,2 mil gigawatts-hora (GWh), 26% do total da eletricidade gerada no pais.
Confira na íntegra acessando http://www.akatu.org.br/central/noticias/2010/consumo-residencial-de-energia-eletrica-quase-8
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Decomposição do lixo
Todavia, os processos de decomposição não são rápidos, pelo contrário, eles podem demorar meses, anos, décadas e até mesmo séculos. A duração dessa transformação de detrito em gás depende de alguns fatores, como, por exemplo, o calor e a umidade do solo ativam e estimulam as atividades desses microorganismos aeróbios, fazendo assim com que a decomposição ocorra mais rapidamente. Já o terreno ácido e o ambiente aquático dificultam a capacidade de desenvolvimento dos microorganismos, impossibilitando a realização da decomposição. “O tempo de decomposição depende do tipo de lixo. Por exemplo, o papel leva três meses para sumir e ainda mais do que isso em local seco e no caso dos jornais, podem permanecer intactos por décadas. O fósforo não se destrói em ambiente úmido até que se passem cerca de seis meses. Um pedaço de fruta, que se decompõe em cerca de 6 meses em clima quente, pode conservar-se por um ano num lugar mais ameno. Um cigarro pode demorar de 1 a 2 anos para se decompor. Já o processo de degradação do chiclete pode durar até 5 anos. Ainda estima-se que uma garrafa de plástico demoraria centenas de anos para desaparecer, o alumínio de 200 a 500 anos e um recipiente de vidro fica cerca de 4 mil anos para se desintegrar pela erosão e ação de agentes químicos”, afirma Marcelo Roland Zovico, membro da ONG Preservação de Limeira,SP e um dos diretores da Revista Inove Ambiental, da InovePublisher.
Esses microorganismos quebram o maior número de ligações que compõem o dejeto a fim de absorver o máximo de energia possível, por isso que acabam sobrando compostos bem simples. Porém, esse processo não acontece sempre. Há dois tipos de degradação: a aeróbica e a anaeróbica. A primeira é muito eficiente, se dá através da utilização do oxigênio e libera nitrogênio e enxofre. Já a segunda não é tanto, acontece sem o oxigênio e produz gás metano e sulfídrico.
De acordo com dados do Plano Nacional de Limpeza Urbana (Planurb), do Ministério da Ação Social, estima-se que o Brasil produz mais de 80 mil toneladas de lixo por dia, das quais só a metade é coletada. Dessa coleta, 34% dos dejetos vão para lixões a céu aberto e 63% termina em beiras de rios e áreas alagáveis.
Fonte: Rojas Comunicação
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Curitiba ganha o "Oscar" de sustentabilidade
O objetivo do prêmio é destacar cidades com excelência em desenvolvimento urbano sustentável e torná-las exemplos positivos para outras cidades. Além de Curitiba, as finalistas eram Sydney, na Austrália; Malmö, na Suécia; Murcia, na Espanha; Songpa, na Coréia do Sul; Stargard Szczecinski, na Polônia. Este é o segundo prêmio mundial vencido por Curitiba neste ano. Em janeiro, a cidade ganhou o Sustainable Transport Award, em Washington, pela implantação da Linha Verde.
"O comitê reconhece, por unanimidade, que Curitiba demonstrou grande profundidade no nível de entendimento da essência para o desenvolvimento sustentável de uma cidade, nas políticas públicas e na implementação das ações", afirmou em nota oficial o júri.
O júri avaliou itens como preservação de recursos naturais, bem estar e relação social nas cidades, inteligência e inovação nos projetos e programas, cultura e lazer, transporte, confiança no setor público e gerenciamento financeiro e patrimonial. O carro chefe do case apresentado por Curitiba ao comitê foi o programa Biocidade, que integra a questão ambiental a todas as ações do Município.
Fonte: http://www.curitiba.pr.gov.br/publico/noticia.aspx?codigo=18892&Curitiba-ganha-o-pr%C3%AAmio-Globe-Award,-que-elege-a-cidade-mais-sustent%C3%A1vel-do-mundo
sexta-feira, 4 de junho de 2010
"E-lixo maps"
Com o projeto “e-lixo maps” (ver www.e-lixo.org), uma parceria entre a Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo e o Instituto Sergio Motta, o acesso das pessoas aos locais que coletam e/ou reciclam o “e-lixo” fica muito mais fácil. No site, inserindo o CEP e o tipo de “e-lixo” que você precisa descartar, é possível encontrar todos os locais mais próximos de sua casa que recebem e reciclam esse tipo de resíduo eletrônico.
A idéia para o projeto surgiu após a realização, por parte da Secretaria Estadual do Meio Ambiente, da campanha “Mutirão do Lixo Eletrônico – Recicle. Não descarte essa idéia”. A ação, que aconteceu no dia 30 de outubro de 2008, teve como objetivo arrecadar pilhas, baterias, celulares e carregadores em mais de 100 pontos de coleta espalhados pela Capital e em 372 municípios. A participação da população no mutirão superou as expectativas, mais de 50 toneladas foram arrecadadas, mostrando que muitas pessoas não possuíam um lugar adequado para levar esse tipo de lixo. Com o “e-lixo maps” ficará mais fácil para a população encontrar uma destinação correta e ecológica para seu lixo eletrônico.
“E-lixo maps” associa a plataforma do Google Maps com um Banco de Dados dos postos de coleta de “e-lixo” em São Paulo. Dessa forma, a informação fica disponível e pode ser visualizada de forma mais funcional e lúdica. O Banco de Dados do projeto contem um conjunto inicial de postos de coleta e contará com o cadastramento contínuo de novos estabelecimentos. Caso o seu estabelecimento não esteja participando, cadastre-se aqui.
O impacto ambiental de centenas de milhares de computadores, baterias de celulares, incontáveis milhões de CDs e de DVDs que são descartados todos os dias é enorme. Não se pode negar os ganhos que a informatização e as telecomunicações agregaram à sociedade nas últimas décadas, mas também não se pode ignorar a emergência de pensar de forma criativa e crítica sobre o impacto do e-lixo na vida cotidiana do planeta.
Fonte: http://www.oeco.com.br/reportagens/37-reportagens/23691-lugar-de-computador-velho-e-na-reciclagem
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Philips lança programa de reciclagem de produtos
Com o recém lançado Programa, a empresa auxiliará os consumidores a enviar seus produtos eletroeletrônicos e eletrodomésticos da marca Philips e Walita que não tem mais uso para uma central de reciclagem. Assim, será possível mudar o cenário atual em que o lixo eletrônico já representa no mundo 5% do total de lixo descartado e vem crescendo a uma velocidade 3 vezes maior do que o lixo comum.
O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, enfatizou que é necessário trabalhar em conjunto com a iniciativa privada quando se fala em ações de sustentabilidade no Brasil. Para ele, esse tipo de ação pressiona o Senado Federal a votar a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS).
De acordo com a Política Nacional de Resíduos Sólidos, a empresa fica responsável por fazer a logística reversa. Ou seja, o produto que não tem mais utilidade para o consumidor deverá ser entregue à empresa, que, em parceria com cooperativas de recicladores e catadores, vão desmontar o equipamento e mandar cada parte para a reciclagem, dando a melhor destinação para o material.
O Brasil ocupa o primeiro lugar no ranking de descarte de computadores per capita no mundo.
Segundo Marcus Bicudo, "a Philips incentiva seus consumidores a fazer escolhas simples e responsáveis de produtos, buscando os que tenham menor impacto no meio ambiente, desde sua produção até o final da vida útil".
Segundo estudos do Akatu, os consumidores mais conscientes são 33% dos brasileiros e são aqueles que, nas compras, uso e descarte de produtos ou serviços, não consideram apenas o benefício de curto prazo e individual, mas estão também voltados aos benefícios de longo prazo e coletivos.
Fonte: Instituto Akatu



