quinta-feira, 9 de setembro de 2010

IBGE divulga Indicadores de Sustentabilidade do Brasil



Nesta quarta-feira, 1 de setembro, o IBGE divulgou os IDS – Indicadores de Desenvolvimento Sustentável referentes ao ano de 2010, que apontaram que, embora o país tenha evoluído nos principais aspectos socioambientais avaliados, ainda há um longo caminho para percorrer rumo ao desenvolvimento sustentável, sobretudo na preservação da biodiversidade.


Em comparação ao ano de 2007, o Brasil manteve seu ritmo de crescimento econômico e evoluiu nos principais indicadores socioambientais analisados, mas as desigualdades socioeconômicas e os impactos ao meio ambiente ainda são grandes em todo o país, o que compromete o desenvolvimento sustentável do Brasil. Essa é a principal conclusão dos IDS 2010 – Indicadores de Desenvolvimento Sustentável de 2010, divulgados hoje, dia 1 de setembro, pelo IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

Ao todo, 55 aspectos – ligados direta ou indiretamente ao desenvolvimento sustentável do país – foram analisados pelo Instituto. Para facilitar a avaliação, eles foram divididos em quatro grandes grupos.

O primeiro, chamado de Dimensão Ambiental, analisou questões referentes à ar, terra, água, biodiversidade e saneamento e concluiu que, apesar de grandes avanços em algumas áreas e estabilidades em outras, ainda existem grandes desafios ambientais a serem superados no país, sobretudo quando o assunto é degradação dos ecossistemas e perda de biodiversidade. Isso porque, apesar de ter diminuído, o desmatamento já atinge14,6% da Amazônia Legal e quase metade do Cerrado. Na Mata Atlântica, a situação também é crítica: restam menos de 10% do território. Enquanto isso, o IDR apontou que as UCs – Unidades de Conservação federais ocupam, apenas, 9% de todo o território brasileiro.

Os indicadores de Dimensão Ambiental ainda terminaram com um alerta: apesar de continuar baixo, o índice de consumo de substâncias destruidoras da camada de ozônio – presentes, por exemplo, em ar-condicionados, solventes e extintores de incêndio – sofreu um pequeno aumento, com relação ao ano de 2007. O resultado influenciou em outro IDS, referente à qualidade do ar: nas grandes cidades, a poluição atmosférica se manteve estável, mas a concentração de ozônio cresceu, aumentando o risco de casos de câncer e cegueira entre a população (para saber mais, veja o infográfico Sem Proteção: o buraco na camada de ozônio).

O segundo grupo, nomeado de Dimensão Social, analisou as questões ligadas à satisfação das necessidades humanas, melhoria da qualidade de vida e justiça social, avaliando setores como saúde, educação, habitação e segurança. Entre as conclusões desse grupo, estão:
– maior redução nas desigualdades de gênero, do que nas de cor e raça;
– queda da mortalidade infantil e aumento da esperança de vida
– condições de moradia inadequadas nos domicílios de 43% dos brasileiros e
– 25,4 mortes por homicídio e 20,3 por acidente de transporte, a cada cem mil habitantes.

Questões ligadas ao desempenho macroeconômico do país e aos padrões de produção e consumo foram reunidas no grupo de Dimensão Econômica, que mostrou que:
– em 2009, o consumo de energia anual de cada brasileiro chegou a 48,3 gigajoules – o segundo maior índice da história do país – e a eficiência energética do uso não aumentou;
– quase metade da energia brasileira provém de fontes renováveis e
– mais de 90% das latas de alumínio produzidas hoje no Brasil são recicladas.

Por fim, o grupo denominado Dimensão Institucional analisou questões que dizem respeito aos esforços feitos pela sociedade e, principalmente, pelo governo para ajudar no desenvolvimento sustentável do Brasil. A avaliação mostrou que, nesse aspecto, os avanços do país se concentraram no acesso à telefonia e internet: os domicílios que possuem acesso à rede quase triplicaram entre 2001 e 2008 e o acesso à telefonia móvel dobrou de volume em quatro anos. Além disso, os IDS apontaram que o investimento nacional em Pesquisa e Desenvolvimento aumentaram de R$ 12 bi, em 2000, para R$ 32,7 bi, em 2008, embora ainda não representem mais de 1% do PIB brasileiro.

Casa Sustentável



Uma obra racional, construída por operários capacitados e feita com materiais de fornecedores selecionados por respeitarem os direitos trabalhistas e o meio ambiente. Como resultado, uma casa popular sustentável.

Essas são as premissas do projeto Minha Casa, desenvolvido pela cimenteira Holcim com os arquitetos Osvaldo Luiz de Souza e Alice Brasileiro, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A dupla elaborou três tipos de planta: 46 m², 47 m² (ambas expansíveis para 64 m² e 65 m², respectivamente) e 68 m² (opção para pessoas com problemas de mobilidade).

As medidas levam em conta o melhor aproveitamento do sistema construtivo escolhido, a alvenaria estrutural. "Não podemos admitir uma casa popular caindo aos pedaços antes de o morador terminar de pagar. Tecnologia é fundamental", afirma Osvaldo. Estimado em R$ 1 000 por m², o custo inclui material, frete, mão de obra e uma fundação radier (indicada para lotes planos). A casa será comercializada (por ora, só na região Sudeste) em lojas de materiais de construção, que poderão criar linhas próprias de financiamento. Duas já estão credenciadas pela Holcim: a Colodetti, em Cariacica, ES, e a Revenda São Clemente, em Nova Friburgo, RJ. A obra fica a cargo de construtoras parceiras do projeto.

O QUE TORNA ESSA CASA SUSTENTÁVEL
• Todo o material para construí-la cabe em três viagens de caminhão.
• A obra gera o mínimo de entulho.
• As aberturas priorizam a iluminação natural e a ventilação cruzada.
• A casa pode receber itens opcionais, como aquecimento solar e um sistema para captar água de chuva.
• Emprega materiais como madeira certificada no telhado, telhas de fibra vegetal, concreto intertravado no piso externo e vaso sanitário com caixa acoplada no banheiro.
• A cozinha tem um duto para recolher o óleo usado. Na área de serviço há espaço para a coleta seletiva de lixo.
• Se as dimensões do terreno não permitirem a implantação mais adequada com relação à orientação solar, o morador receberá dicas para atenuar a insolação com soluções de paisagismo.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Modo Standby também consome energia


O quadro abaixo ilustra o consumo em Watts de alguns aparelhos quando estão no modo standby

Aparelhos

consumo mín

consumo médio

consumo máx

equip. áudio

2

4

15

DVD

2

4

12

rádio/relógio

1

2

3

portão eletrônico

2

3

4

sist. de segurança

4

14

22

microondas

1

3

6

computador

1

2

4

impressora

4

5

6

caixa TV a cabo

5

12

25

decod. TV satélite

8

12

18

vídeo game

1

2

3

secretária eletrôn.

2

3

5

telefone s/ fio

2

3

5

televisão

1

5

22

vídeo cassete

1

3

4


domingo, 5 de setembro de 2010

Incentive as crianças a consumir de maneira sustentável!

A Furnas Centrais Elétricas S.A. disponibiliza em seu site um simulador. Nele você pode adicionar diversos aparelhos eletrônicos em cada espaço da casa. A cada equipamento adicionado você deve informar quanto tempo o mesmo fica ligado por dia. É possível analisar não só o consumo de cada aparelho (e cada peça da casa), mas também o quanto isso representa em dinheiro no final do mês e quanto poderia ser economizado usando produtos com consumo eficiente.
Ideal para as crianças aprenderem brincando e se divertindo como economizar dinheiro e "economizar" o planeta.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Lixo eletrônico no GoogleMaps



Todos já sabem que baterias, celulares, carregadores, computadores, televisores e pilhas velhas não devem ser jogados no lixo comum - esse material tem metais que podem contaminar o solo e a água. Mas o que fazer com todo esse lixo eletrônico
? Em São Paulo, a Secretaria do Meio Ambiente, em parceria com o Instituto Sergio Motta, criou o projeto "e-lixo maps": um site que usa a plataforma do Google Maps para o usuário encontrar lugares que coletam aparelhos obsoletos ou fora de uso e que dão um destino mais ecológico a eles. Dá para checar os postos mais próximos da sua casa ou trabalho, facilitando um bocado a vida. Agora não tem mais desculpa na hora de descartar seu lixo eletrônico.

Fonte:http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/lixo/e-lixo-maps-descarte-lixo-eletronico-reciclagem-591500.shtml

20 conselhos para diminuir a dependência do petróleo




O Greenpeace listou uma série de conselhos para diminuir o consumo “pessoal” de petróleo:

1. Evite o uso do automóvel. Dê carona, ande de bicicleta ou use o transporte público para ir ao trabalho.

2. Quando for possível, escolha produtos sem embalagens ou componentes de plástico, que é derivado do petróleo. Reutilize e recicle o plástico em casa sua casa.

3. Compre frutas e verduras orgânicas (muitos fertilizantes e pesticidas são feitos à base de petróleo).

4. Escolha produtos de beleza (xampu, sabonetes, cosméticos) fabricados com ingredientes naturais. Produtos como lápis de lábios, delineadores para os olhos e esmaltes de unhas, entre outros, costumam conter derivados de petróleo.

5. Prefira produtos locais (para evitar o transporte em veículos movidos por combustíveis à base de petróleo).

6. Compre roupas feitas com fibras naturais, e não sintéticas.

7. Evite o uso de produtos descartáveis.

8. Não tome água engarrafada

9. Viaje menos de avião, prefira trens e ônibus.

10. Apoie iniciativas que promovam energias renováveis.

11. Evite comprar produtos feitos à base de petróleo, como espuma de poliestireno, canetas esferográficas descartáveis – e até gomas de mascar!

12. Faça as compras em seu bairro a pé, deixe o carro em casa.

13. Se for possível, abandone definitivamente as viagens de avião.

14. Instale alguma fonte de energia renovável em sua casa, como painéis solares.

15. Deixe o termostato do aquecedor de sua casa no mínimo.

16. Quando vir caixas de sugestões em restaurantes e comércios, aproveite para recomendar menos embalagens e garrafas de plástico.

17. Se for possível, instale um aquecedor de água solar em casa.

18. Melhore o isolamento térmico de sua casa para evitar um grande consumo de energia.

19. Consulte seus chefes para verificar a possibilidade de trabalhar em casa ao menos um dia da semana, evitando os deslocamentos diários.

20. Vote e apoie os políticos que se dedicam à promoção de energias renováveis.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

A saga da sacola plástica

Do supermercado até a sopa de plástico, no oceano Pacífico, a sacolinha descartável percorre uma incrível trajetória cheia de percalços e aventuras para alcançar seu destino. A saga foi filmada pela ONG ambientalista Heal the Bay, que faz lobby para que as sacolinhas plásticas sejam banidas do estado da Califórnia, que consome 19 bilhões de sacolas por ano.

O vídeo, publicado na semana passada, e veiculado pelo jornal britânico The Guardian, é irônico e mistura a linguagem do documentário com uma narração típica do cinema hollywoodiano.

A protagonista, “uma das criaturas mais ilustres e espertas da selva de asfalto”, é acompanhada desde o momento em que é adquirida por uma família, em um supermercado, até o que o narrador chama de “seu lar”, o oceano Pacífico.

A princípio, ela voa pelas ruas sem destino certo e o vento se torna um grande aliado em sua vasta jornada. No caminho, a sacolinha terá de enfrentar muitos inimigos, como zeladores de parques e animais prontos para estraçalhá-la.

Sobrevivendo a eles, ela percorre longas distâncias. Algumas ficam presas em árvores e arbustos no meio do caminho e seu destino se encerra por ali. Mas a guerreira sacolinha do vídeo consegue encontrar um rio, pelo qual bóia em direção a volumes maiores de água.

Finalmente ela chega ao oceano! Agora, seu último desafio é evitar ser comida pelos animais marinhos que a confundem com alimentos. Como uma legítima sobrevivente, ela percorre mais centenas de quilômetros até encontra a grande comunidade de milhões de toneladas de plástico – que já tem o dobro do tamanho do Texas – no meio do oceano Pacífico!

Ali ela poderá viver indefinidamente, até ser quebrada em pedaços cada vez menores e ser incorporada à cadeia alimentar de milhares de seres marinhos, completando seu ciclo de vida.

Fonte:http://super.abril.com.br/blogs/planeta/the-majestic-plastic-bag-a-saga-da-sacolinha-rumo-ao-oceano/

Mcdonald's e biocombustível



Parte da frota de caminhões que abastece lojas da McDonald’s será movida a biodiesel

Os restaurantes McDonald’s do Brasil estão iniciando um processo para dar destino mais nobre aos cerca de três milhões de litros de óleo de cozinha utilizados na fritura de batatas e empanados. O material, que já era reciclado e encaminhado à fabricação de sabão, começa a ser transformado em biodiesel, ganhando os tanques dos caminhões que fazem a entrega de produtos alimentícios às lojas da empresa.

Lançado oficialmente no dia 08/06, o programa é resultado de três anos de pesquisas. Liderado pela Arcos Dourados, dona das franquias McDonald’s na América Latina, e pela Martin-Brower, responsável pela logística e distribuição da rede, o projeto envolve outras nove parcerias: Volkswagen, Shell, Thermo King, SP BIO, Tietê Caminhões e Ônibus, MWM International, Cummins, Tek Diesel e Ativos Técnicos e Ambientais (ATA).

De acordo com o diretor-geral da Martin-Brower, Tupa Gomes, a iniciativa traz benefícios ambientais e econômicos. De um lado, há a diminuição de 26% das emissões de gás carbônico na cadeia de abastecimento dos restaurantes, destinação segura para o óleo e contribuição para a melhoria da qualidade do ar. De outro, há a economia gerada pelo suprimento próprio de parte do combustível – estima-se que o projeto possa reduzir em até 40% a necessidade de compras de diesel da companhia. “Esse é o nosso Proálcool, e possivelmente o exportaremos para a matriz, nos Estados Unidos”, afirma o executivo.

Circuito fechado

Um processo de logística reversa norteia o sistema de transformação de óleo de cozinha da McDonald’s em biodiesel: os mesmo caminhões que realizam as entregas de alimentos às lojas são responsáveis pelo recolhimento do óleo. Assim que é coletado, o produto das frituras é levado à sede da Martin-Brower, em Osasco, SP, onde é armazenado e posteriormente enviado à usina da SP BIO, localizada em Sumaré, SP, que produz o biodiesel. Para fechar o ciclo, o combustível abastece os caminhões, que fazem as entregas seguintes e recolhem mais óleo para ser usado em uma nova fabricação de biodiesel.

Inicialmente, o projeto está em operação em 20 restaurantes de São Paulo (ao todo, são 580 no país). A frota é composta por 4 veículos que rodam com B20 (20% de biodiesel adicionado ao diesel comum) e outro com B100 (100% de biodiesel). Os caminhões com B20 não necessitaram de nenhum ajuste mecânico, já o com B100 leva um pacote tecnológico, que possibilita a partida a diesel e a injeção progressiva de biodiesel no motor.

Em cerca de um ano de testes, já foram produzidos 61,9 mil litros de combustível por meio do programa, sendo 59,6 mil litros de B20 e 2,3 mil litros de B100. Em relação ao rendimento, o biocombustível mostrou-se menos eficiente que o diesel, com alta de 6% no consumo de litros por quilômetro.

Segundo Ricardo Neuding, sócio-diretor da ATA, empresa que cuidou da coordenação e consultoria técnica dos testes, o projeto é viável porque se utiliza de uma estrutura logística já existente, gerando poucos custos extras. “Além disso, não compete com a produção de alimentos nem aumenta a pressão por desmatamento, críticas comuns à produção de biocombustíveis”, diz.

O próximo passo é criar um programa de crédito de carbono, com a devida autorização da Organização das Nações Unidas (ONU). Em breve deve haver também a ampliação da coleta de óleo para outros restaurantes McDonald’s e a construção de uma usina própria.

Fonte:http://www.funverde.org.br/blog/archives/6873

Projeto Celular

Vale uma conferida no site do Projeto Celular (http://www.projetocelular.com.br/site/). O site é da empresa Reverse Gerenciamento de Resíduos Tecnológicos LTDA, lá eles falam curiosidades à respeito da reciclagem de celulares e os postos de coletas de celulares para serem enviados para reciclagem feita por eles.

Contador de sacolas descartáveis recusadas

Todas as vezes em que você for à farmácia, à padaria ou ao supermercado e disser “obrigada, mas não preciso da sacolinha”, registre sua atitude no Contador de Sacolas Descartáveis Recusadas. Para cada sacolinha não utilizada, vale um clique.

Pode parecer pouco, mas você vai se surpreender com quantas sacolinhas lhe oferecem a todo momento e com o fato de que a maioria delas é, realmente, desnecessária – especialmente se você mantém suas ecobags no carro ou no fundo da bolsa ou da mochila.

Até agora, quase 2 milhões de sacolas descartáveis já foram recusadas e contabilizadas na ferramenta. Ajude esse número a crescer!


Fonte:http://super.abril.com.br/blogs/planeta/voce-tem-nocao-de-quantas-sacolas-aceita-ou-recusa-em-seu-dia-a-dia/

10 Motivos para não se usar sacolas descartáveis

1. Os plásticos convencionais levam cerca de 400 anos para se decompor. Segundo um levantamento do Ministério do Meio Ambiente, de 2009, cada família brasileira descarta cerca de 40kg de plásticos por ano e mais de 80% dos plásticos são utilizados apenas 1 vez.

2. Por serem leves, os sacos plásticos voam com o vento para diversos locais e acabam poluindo não apenas as cidades, mas também nossos biomas, as florestas, rios, lagos e oceanos.

3. A sopa de lixo que flutua pelo oceano Pacífico contém mais de 100 milhões de toneladas, sendo que 90% são constituídos de detritos de plástico. Desse total, 80% vêm do continente.

4. Nos oceanos, as sacolas plásticas se arrebentam em pedaços menores e se tornam parte da cadeia alimentar de animais marinhos dos mais variados tamanhos. Ao ingerirmos esses animais, engolimos também resíduos de plástico que fazem mal à nossa saúde.

5. A ingestão de pedaços de sacolas plásticas já é uma das principais causas da mortes de tartarugas, que confundem o plástico com comida e têm seu aparelho digestivo obstruído. Estima-se, ainda, que em torno de 100 mil mamíferos e pássaros morram sufocados por ano por ingerirem sacos plásticos. Na Índia, cerca de 100 vacas morrem por dia por comerem sacolas plásticas misturadas a restos de alimentos.

6. Nas cidades, as sacolas descartadas de maneira incorreta entopem bueiros, provocando enchentes, que causam a morte de pessoas e animais domésticos, destroem plantas e árvores e até contribuem para que os peixes nadem para fora do leito de rios e morram.

7. Jogadas em um canto qualquer da cidade, as sacolinhas podem acumular água parada e permitir a proliferação do mosquito da dengue.

8. O plástico já é o segundo material mais comum no lixo municipal.Quando os aterros chegam à sua capacidade máxima, é preciso abrir outras áreas – que poderiam ser utilizadas para plantio de vegetação nativa, por exemplo – para o depósito de resíduos.

9. O material orgânico depositado em sacos plásticos demora mais para ser degradado e decomposto em nutrientes e minerais, que serão utilizados em outros processos biológicos.

10. Com a decomposição lenta dos resíduos orgânicos aprisionados nas sacolas plásticas, produz-se mais metano e CO2, que são liberados quando a sacola é rasgada e contribuem para a aceleração do aquecimento global.


Fonte:http://super.abril.com.br/blogs/planeta/10-motivos-para-recusar-sacolas-descartaveis-e-preservar-a-biodiversidade/

Pia/Mictório

Ótima ideia que junta ótimo design com consumo sustentável, a mesma água que é usada para lavar as mãos serve para higienizar o mictório.

Fonte: http://copicola.com/2010/08/por-que-nao-pensei-nisso-antes/

Maioria das pessoas não leva ecobag às compras

Pesquisa conduzida por uma confecção que faz sacolas ecológicas, a Gatto de Rua, expôs um problema que diretores do Wal-Mart já haviam me falado anteriormente: o aumento no número de pessoas que têm ecobags não necessariamente significa uma diminuição do consumo de sacolas plásticas na mesma proporção.

De todas as pessoas consultadas, apenas 34% possuem as sacolas ecológicas . Dessas, 71% não estavam utilizando sua ecobag na hora da compra. Os principais motivos apresentados foram: esquecimento, pouca praticidade para carregar a sacola e a opção de alguns consumidores em reciclagem das sacolas plásticas para outros fins.

Isso mesmo: a maioria das pessoas que têm ecobags não as levam para as compras! Essas sacolas são usadas como bolsas comuns e até (somente) como acessório de moda.



Para os que decidem comprar coisas “no meio do caminho” – ou seja, saíram de casa sem ter o intuito de comprar –, aos que nunca lembram de pegá-las antes de sair e também aos que não acham as ecobags práticas:

  • Sempre tenha uma ecobag mais prática na bolsa. Há várias que podem ser dobradas ou enroladas e não ocupam muito espaço.
  • Deixe sua ecobag bem em vista, em locais que você sabe que irá olhar antes de sair para as compras.

Fonte: http://wp.clicrbs.com.br/blogarpuro/category/consumo-sustentavel/?topo=13,1,1,,,13

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Consumo residencial de energia elétrica cresce quase 8%

Aquisição em larga escala de aparelhos eletrodomésticos, reflexo do aumento de trabalho formal e do acesso ao crédito, explica alta.
Entre janeiro e maio de 2010, o consumo de energia elétrica nas casas brasileiras aumentou 7,8% em relação ao mesmo período do ano passado. Neste começo de ano, as famílias brasileiras consumiram 45,2 mil gigawatts-hora (GWh), 26% do total da eletricidade gerada no pais.

Confira na íntegra acessando http://www.akatu.org.br/central/noticias/2010/consumo-residencial-de-energia-eletrica-quase-8

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Decomposição do lixo

Chiclete, bituca de cigarro, papel, latinhas de refrigerante, cascas de frutas, pilhas, garrafas de plástico, bateria de celular, palito de fósforo ou vidro. Imagine quantas pessoas por dia jogam um ou mais desses detritos? Se não existisse a decomposição, a Terra estaria soterrada em uma camada mal cheirosa de dejetos e nós seríamos intoxicados pelos gazes produzidos por este material descartado. Isso só não acontece devido ao trabalho realizado pelas bactérias, fungos, leveduras e micróbios que se alimentam da matéria orgânica do lixo e devolvem-na ao meio ambiente em forma de composto simples.
Todavia, os processos de decomposição não são rápidos, pelo contrário, eles podem demorar meses, anos, décadas e até mesmo séculos. A duração dessa transformação de detrito em gás depende de alguns fatores, como, por exemplo, o calor e a umidade do solo ativam e estimulam as atividades desses microorganismos aeróbios, fazendo assim com que a decomposição ocorra mais rapidamente. Já o terreno ácido e o ambiente aquático dificultam a capacidade de desenvolvimento dos microorganismos, impossibilitando a realização da decomposição. “O tempo de decomposição depende do tipo de lixo. Por exemplo, o papel leva três meses para sumir e ainda mais do que isso em local seco e no caso dos jornais, podem permanecer intactos por décadas. O fósforo não se destrói em ambiente úmido até que se passem cerca de seis meses. Um pedaço de fruta, que se decompõe em cerca de 6 meses em clima quente, pode conservar-se por um ano num lugar mais ameno. Um cigarro pode demorar de 1 a 2 anos para se decompor. Já o processo de degradação do chiclete pode durar até 5 anos. Ainda estima-se que uma garrafa de plástico demoraria centenas de anos para desaparecer, o alumínio de 200 a 500 anos e um recipiente de vidro fica cerca de 4 mil anos para se desintegrar pela erosão e ação de agentes químicos”, afirma Marcelo Roland Zovico, membro da ONG Preservação de Limeira,SP e um dos diretores da Revista Inove Ambiental, da InovePublisher.
Esses microorganismos quebram o maior número de ligações que compõem o dejeto a fim de absorver o máximo de energia possível, por isso que acabam sobrando compostos bem simples. Porém, esse processo não acontece sempre. Há dois tipos de degradação: a aeróbica e a anaeróbica. A primeira é muito eficiente, se dá através da utilização do oxigênio e libera nitrogênio e enxofre. Já a segunda não é tanto, acontece sem o oxigênio e produz gás metano e sulfídrico.
De acordo com dados do Plano Nacional de Limpeza Urbana (Planurb), do Ministério da Ação Social, estima-se que o Brasil produz mais de 80 mil toneladas de lixo por dia, das quais só a metade é coletada. Dessa coleta, 34% dos dejetos vão para lixões a céu aberto e 63% termina em beiras de rios e áreas alagáveis.

Fonte: Rojas Comunicação

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Curitiba ganha o "Oscar" de sustentabilidade

Curitiba ganhou o prêmio Globe Award Sustainable City, que elege a cada ano a cidade mais sustentável do mundo. O prêmio é organizado pelo Globe Forum, da Suécia. "O desenvolvimento sustentável é um dos grandes desafios da atualidade e do futuro do planeta. Este prêmio é um reconhecimento internacional às ações de Curitiba em prol da sustentabilidade", disse o prefeito Luciano Ducci, que receberá o prêmio no dia 29 de abril, em cerimônia no Museu Nórdico de Estocolmo. A eleição de Curitiba foi unanimidade entre os jurados.
O objetivo do prêmio é destacar cidades com excelência em desenvolvimento urbano sustentável e torná-las exemplos positivos para outras cidades. Além de Curitiba, as finalistas eram Sydney, na Austrália; Malmö, na Suécia; Murcia, na Espanha; Songpa, na Coréia do Sul; Stargard Szczecinski, na Polônia. Este é o segundo prêmio mundial vencido por Curitiba neste ano. Em janeiro, a cidade ganhou o Sustainable Transport Award, em Washington, pela implantação da Linha Verde.
"O comitê reconhece, por unanimidade, que Curitiba demonstrou grande profundidade no nível de entendimento da essência para o desenvolvimento sustentável de uma cidade, nas políticas públicas e na implementação das ações", afirmou em nota oficial o júri.
O júri avaliou itens como preservação de recursos naturais, bem estar e relação social nas cidades, inteligência e inovação nos projetos e programas, cultura e lazer, transporte, confiança no setor público e gerenciamento financeiro e patrimonial. O carro chefe do case apresentado por Curitiba ao comitê foi o programa Biocidade, que integra a questão ambiental a todas as ações do Município.

Fonte: http://www.curitiba.pr.gov.br/publico/noticia.aspx?codigo=18892&Curitiba-ganha-o-pr%C3%AAmio-Globe-Award,-que-elege-a-cidade-mais-sustent%C3%A1vel-do-mundo

sexta-feira, 4 de junho de 2010

"E-lixo maps"

Você tem pilhas, baterias, celulares, carregadores lotando suas gavetas? Sabe que esse “e-lixo” não deve ser jogado no lixo comum, mas também não sabe o que fazer com ele?
Com o projeto “e-lixo maps” (ver www.e-lixo.org), uma parceria entre a Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo e o Instituto Sergio Motta, o acesso das pessoas aos locais que coletam e/ou reciclam o “e-lixo” fica muito mais fácil. No site, inserindo o CEP e o tipo de “e-lixo” que você precisa descartar, é possível encontrar todos os locais mais próximos de sua casa que recebem e reciclam esse tipo de resíduo eletrônico.
A idéia para o projeto surgiu após a realização, por parte da Secretaria Estadual do Meio Ambiente, da campanha “Mutirão do Lixo Eletrônico – Recicle. Não descarte essa idéia”. A ação, que aconteceu no dia 30 de outubro de 2008, teve como objetivo arrecadar pilhas, baterias, celulares e carregadores em mais de 100 pontos de coleta espalhados pela Capital e em 372 municípios. A participação da população no mutirão superou as expectativas, mais de 50 toneladas foram arrecadadas, mostrando que muitas pessoas não possuíam um lugar adequado para levar esse tipo de lixo. Com o “e-lixo maps” ficará mais fácil para a população encontrar uma destinação correta e ecológica para seu lixo eletrônico.
“E-lixo maps” associa a plataforma do Google Maps com um Banco de Dados dos postos de coleta de “e-lixo” em São Paulo. Dessa forma, a informação fica disponível e pode ser visualizada de forma mais funcional e lúdica. O Banco de Dados do projeto contem um conjunto inicial de postos de coleta e contará com o cadastramento contínuo de novos estabelecimentos. Caso o seu estabelecimento não esteja participando, cadastre-se aqui.
O impacto ambiental de centenas de milhares de computadores, baterias de celulares, incontáveis milhões de CDs e de DVDs que são descartados todos os dias é enorme. Não se pode negar os ganhos que a informatização e as telecomunicações agregaram à sociedade nas últimas décadas, mas também não se pode ignorar a emergência de pensar de forma criativa e crítica sobre o impacto do e-lixo na vida cotidiana do planeta.

Fonte: http://www.oeco.com.br/reportagens/37-reportagens/23691-lugar-de-computador-velho-e-na-reciclagem

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Philips lança programa de reciclagem de produtos

A Philips, parceira do Insituto Akatu, lançou no dia 15 de março, o Programa Ciclo Sustentável. O evento de lançamento contou com a presença do ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, do diretor presidente do Akatu, Helio Mattar, do diretor executivo do Compromisso Empresarial para a Reciclagem (Cempre), André Vilhena e do presidente da Philips, Marcus Bicudo.
Com o recém lançado Programa, a empresa auxiliará os consumidores a enviar seus produtos eletroeletrônicos e eletrodomésticos da marca Philips e Walita que não tem mais uso para uma central de reciclagem. Assim, será possível mudar o cenário atual em que o lixo eletrônico já representa no mundo 5% do total de lixo descartado e vem crescendo a uma velocidade 3 vezes maior do que o lixo comum.
O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, enfatizou que é necessário trabalhar em conjunto com a iniciativa privada quando se fala em ações de sustentabilidade no Brasil. Para ele, esse tipo de ação pressiona o Senado Federal a votar a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS).
De acordo com a Política Nacional de Resíduos Sólidos, a empresa fica responsável por fazer a logística reversa. Ou seja, o produto que não tem mais utilidade para o consumidor deverá ser entregue à empresa, que, em parceria com cooperativas de recicladores e catadores, vão desmontar o equipamento e mandar cada parte para a reciclagem, dando a melhor destinação para o material.
O Brasil ocupa o primeiro lugar no ranking de descarte de computadores per capita no mundo.
Segundo Marcus Bicudo, "a Philips incentiva seus consumidores a fazer escolhas simples e responsáveis de produtos, buscando os que tenham menor impacto no meio ambiente, desde sua produção até o final da vida útil".
Segundo estudos do Akatu, os consumidores mais conscientes são 33% dos brasileiros e são aqueles que, nas compras, uso e descarte de produtos ou serviços, não consideram apenas o benefício de curto prazo e individual, mas estão também voltados aos benefícios de longo prazo e coletivos.

Fonte: Instituto Akatu