- Pelo menos 54% menos água do que com PP virgem
- Pelo menos 64% menos gases de efeito estufa (em equivalentes de CO2) do que com PP virgem
- Pelo menos 75% menos petróleo do que com PP virgem
- Pelo menos 48% menos carvão do que com PP virgem
- Pelo menos 77% menos gás natural do que com PP virgem
- Pelo menos 46% menos electricidade do que com PP virgem
Blog criado por estudantes do curso de administração UFRGS como forma de divulgar notícias e dicas sobre consumo sustentável
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Preserve – escova de dente em embalagem para devolução via correio
Vencedores do Greener Gadgets Design dão um show de design sustentável
O Tweet-A-Watt foi o grande vencedor da competição/Fotos: Divulgação
A segunda edição do Greener Gadgets Design Competition, competição que procura as melhores invenções tecnológicas ligadas à sustentabilidade, foi realizada no dia 27 de fevereiro nos Estados Unidos. Esse ano, o evento desafiou designers e inventores de todo o mundo a desenvolverem produtos eletrônicos que prezassem pela longevidade do seu ciclo de vida, pelo uso de energias alternativas e pela sustentabilidade.
Todas as invenções foram divulgadas e apresentadas para o público que se reuniu no McGraw-Hill Conference Center, em Nova York. Depois de muitos debates, os votos dos juízes foram computados e o painel exibiu as quatro melhores invenções do concurso.
Aí foi a vez de a audiência escolher seu design favorito. Aplausos medidos e Tweet-A-Watt foi eleito o vencedor, levando para casa o prêmio de US$ 3 mil. Além dele oPower Hog, o Indoor Drying e o Rack Laundry Pod foram eleitos segundo, terceiro e quarto lugares, respectivamente.
Tweet-A-Watt
O aparelho mede o consumo de energia da casa e informa para todos os contatos do Twitter.
Desenvolvido por estudantes do Massachusetts Institute of Technology (MIT) e pela engenheira Limor, o produto foi criado a partir de uma tecnologia aberta e pode ser fabricado por qualquer um. O que eles fizeram foi juntar um monitor de eletricidade com o sistema Twitter para criar um super rastreador de consumo energético.
Para quem não conhece, o Twitter é uma rede social online que permite que os usuários enviem atualizações pessoais contendo apenas texto em menos de 140 caracteres via SMS, mensageiro instantâneo, e-mail, site oficial ou programa especializado. As atualizações são exibidas no perfil do usuário em tempo real e também enviadas a outros usuários que tenham assinado para recebê-las.
Já o Kill-a-Watt é um monitor de energia que ajuda a reduzir as contas mensais de luz. Com ele é possível medir o consumo de cada eletrodoméstico de forma detalhada. Voltagem, corrente, watts, frequência, fator de potência e VA são mostrados a toda hora no monitor do aparelho. Ele ainda pode ser programado para medir o consumo durante determinado tempo ou kilowatt-hora, informando quanto dinheiro você gastou.
Agora que você já sabe o que cada um pode fazer, imaginou a união desses aparelhos? O resultado é um monitorador super avançado de energia que envia os resultados do consumo diário de sua casa para todos os seus contatos. “Ao dividir esses números em um serviço como o Twitter, os usuários podem competir entre si pelo menor consumo e ver como estão se saindo em relação aos seus amigos e seguidores”, afirmaram os criadores na descrição do produto.
O sistema possui a tecnologia aberta e qualquer pessoa pode utilizá-la.
Para criar seu próprio Tweet-A-Watt
Por ser com “tecnologia aberta” qualquer um pode utilizar o que eles desenvolveram para aperfeiçoar e até comercializar. Simpáticos, não é? E você também pode construir o seu. Basta fazer algumas modificações nos aparelhos.
Funciona da seguinte forma: o Kill-a-Watt modificado utiliza um super-capacitor para se recarregar lentamente. Quando houver energia suficiente para acionar o módulo Xbee, ele irá emitir os dados da energia consumida para o computador mais próximo (ou um microcontrolador conectado à internet, como o Arduino). Quando esses números forem computados, o sistema irá utilizar uma conta do Twitter para publicar diariamente seus quilowatts consumidos.
Power-Hog
O porquinho "vende" 30 minutos de eletricidade por uma moeda.
O Power-Hog é um porquinho de moedas e também um indicador de consumo criado para conscientizar as crianças da relação entre economia e o uso de aparelhos eletrônicos. Para utilizar, basta pluguar o objeto na tomada e no equipamento elétrico que será utilizado, como a TV ou o videogame. Cada 30 minutos de uso correspondem a uma moeda. O porquinho ainda acende uma luz vermelha quando a TV fica ligada por muito tempo, ajudando os pais a controlarem melhor o tempo que os pequenos passam na frente do aparelho.
Indoor Drying
O varal sustentável pode ser facilmente adaptado a qualquer apartamento.
Esse é um varal sustentável e que poderá ajudar milhões de pessoas que moram em apartamentos e tem que recorrer a máquinas para secar suas roupas. Ele é feito de bambu e alumínio reciclado, por isso pode ser facilmente reutilizado. Ainda é hipoalergênico e resistente a mofo. Mas seu grande trunfo está nas frestas independentes, que permitem que o usuário utilize apenas aquelas que ele necessita, otimizando o espaço, geralmente pequeno. Assim ele pode secar suas roupas dentro de casa, sem ocupar muito espaço, nem utilizar máquinas secadoras.
Rack Laundry Pod
O que seria um misturador de salada se transformou em uma máquina de lavar sustentável.
Enquanto replanejavam e redesenhavam um misturador de saladas, os criadores dessa invenção pensaram em aproveitar aquela geringonça para construir uma máquina capaz de lavar roupas delicadas (que certamente seriam lavadas a mão), que ainda fosse portátil e manual. O resultado foi uma máquina ideal para quem precisa lavar pequenas peças, como roupas íntimas, sem gastar energia elétrica, nem muita água. Os materiais ainda são reciclados e a água utilizada pela lavadora pode ser aproveitada na descarga ou para lavar o quintal.
Além desses, muitos outros produtos interessantes e sustentáveis foram apresentados durante a competição. E põe interessante nisso. Algumas idéias são tão “criativas” que soam como brincadeira. Uma delas é a cama, batizada de Jiggly Bed. Para se ter uma idéia do que se trata, seu slogan é “transformando amor em energia”. E é isso mesmo, a cama produz energia piezoelétrica a partir dos movimentos que acontecem em cima dela. Haja energia.
Outro produto inútil, mas curioso, é o Tail light. Trata-se de um equipamento que emite luz produzida a partir da energia cinética. O inusitado é a utilidade do aparelho. Ele foi criado para ser preso na cauda do seu cachorro para que você possa localizá-lo no escuro. Como nós conseguimos sobreviver até hoje sem isso?
Fonte:http://www.ecodesenvolvimento.org.br/noticias/vencedores-do-greener-gadgets-design-competition
Bambu-flor – Embalagem multifuncional e reutilizável
Papéis usados podem se transformar em envelopes de cartas
A vida agitada e a facilidade e rapidez que um e-mail oferece, substituiu uma prática utilizada há muito que era o envio de cartas. Mesmo que mandar “cartas” via e-mail seja ecologicamente correto por não gastar papel e não gerar resíduos, mandar cartas via correio, com um envelope feito por você, pode tirar de circulação papéis que iriam para o aterro sanitário. Além disso, essa reutilização diminui a necessidade de produção de novos envelopes, poupa celulose, água e energia e assim é possível ter uma carta personalizada.
Esta é a nova prática sustentável de resgatar uma antiga tradição, utilizando folhas de papel usadas como jornal velho, revistas, plantas de obras, mapas velhos etc.
Materiais:
Folhas de mapas, atlas, jornais, gráficos, plantas, etc.; Um envelope comum; Uma folha de cartolina; Tesoura; Lápis; Cola branca; e Régua.
Método:
1º Passo: Faça um modelo
A maneira mais fácil de fazer um modelo que irá servir de base para os envelopes é ter como exemplo o modelo tradicional. Para isso, é necessário rasgar cuidadosamente o envelope nas marcas da cola até que ele fique totalmente aberto;
Ao ser desenhado na cartolina o envelope dará origem a um novo molde. Depois basta cortar a cartolina e esse formato será usado como base em todos os outros envelopes artesanais.
2º passo: Trace e recorte
Nesta etapa é necessário usar a base feita anteriormente para desenhar o formato, no verso do papel. Depois, basta recortar na linha demarcada.
Para que o visual fique bonito no final, o mais legal é atentar aos detalhes na estampa do papel. Cuidado, por exemplo, para não recortar o envelope de cabeça para baixo em papéis com textos, como jornais e mapas.
3º passo: Dobre o envelope
Use as ranhuras do envelope original para servir de exemplo de onde o papel recém-recortado deverá ser dobrado. Use a régua para ajudar a reforçar as marcas.
4º passo: Cole
Nas bordas das áreas que serão coladas, deve ser usado cola branca. Uma dica legal é colocar alguma coisa dentro do envelope para evitar que os dois lados colem demais e impeça que cartas e outras correspondências caibam dentro do envelope posteriormente.
5º passo: escrever uma carta e enviá-la a alguém
Quando chegar aqui o envelope já estará pronto. Agora é só escrever uma carta para alguém que está distante e colocá-la nos correios. O envelope reciclado também pode ser usado no trabalho, em atividades escolares ou em qualquer outro tipo de uso.
Também existe outra maneira mais simples de fazer os envelopes utilizando a técnica do origami, confira o passo a passo no vídeo abaixo:
Fonte:http://ciclovivo.com.br/noticia.php/1363/papeis_usados_podem_se_transformar_em_envelopes_de_cartas/
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Ser reciclável não é garantia de sustentabilidade
Empresas e pessoas precisam se conscientizar ainda mais sobre a importância na hora de escolher produtos e materiais para os seus projetos
Atualmente, os mercados têm pressionado designers e arquitetos para criarem produtos e projetos inovadores e sustentáveis. E ser sustentável não é apenas usar produtos e materiais reciclados, mas pensar em toda a esfera global que vai desde a extração das matérias-primas, passa pela logística, produção industrial, chegando até o ciclo final do produto.“Quando pensamos no ciclo de vida de um produto, temos que projetar uma solução que não seja o envio dele para aterros sanitários. As inovações surgem para minimizar os impactos ambientais, mas empresas e pessoas precisam se conscientizar ainda mais sobre a importância na hora de escolher produtos e materiais para os seus projetos.
Ou seja, não adianta comprar uma cadeira feita de material reciclado e que possa ser reciclada, se a destinação final dela não será a reciclagem e sim um aterro”, afirma Sophia Mendelsohn, certificada pelo LEED, Líder em Sustentabilidade e Responsável pelos Mercados Emergentes da Haworth.
Uma ferramenta internacionalmente utilizada pelo mercado para medir o tipo de impacto gerado por produtos, processos e serviços é o software LCA (Life-Cycle Assessment), que permite comparar níveis e usos de materiais. E este tipo de medição é importante por ser capaz de controlar a qualidade dos materiais e produtos e também a sustentabilidade.
“Outro ponto que chama atenção – e é preocupante – nos países emergentes é o uso de produtos químicos já considerados ilegais na Europa e EUA, que em países como o Brasil são abertamente utilizados”, conta Sophia Mendelsohn.
“Arquitetos e empresas de Real State possuem o poder de encorajar clientes a mudar, inovar na criação de produtos e projetos, e se tornarem referência na educação sustentável. Assim, se um cliente é encorajado a reutilizar materiais, fazer doações ou reciclar o que não é mais usado, estamos investindo em soluções corretas e dando um destino eficaz para os produtos antigos.”
Materiais alternativos:
A Haworth, maior fabricante de móveis corporativos do mundo, já utiliza na fabricação dos seus produtos materiais alternativos como bambu e palha de arroz. Um exemplo disso é a utilização da palha de arroz prensada – a casca representa 25% do peso de todo o arroz colhido - na fabricação das superfícies das estações de trabalho da linha AllWays da Haworth, concebida em sua fábrica na China.
“Além de ser livre de cromo hexavalente ou Clorofluorcarbonos, este é apenas um exemplo de como um produto pode ter design e ser sustentável ao mesmo tempo”, exemplifica a Líder em Sustentabilidade e Responsável pelos Mercados Emergentes da Haworth.
Fonte: Danielle Flöter
Visite: www.revistaecotour.com.br
Esmaltes do bem
Alguns esmaltes fazem mal à saúde / Foto: quinn.anya
Ficar bonita não implica em usar cosméticos tóxicos. Foi seguindo essa linha de pensamento que algumas empresas lançaram linhas de esmaltes ecologicamente corretos.
Esmaltes à base de solvente podem apresentar substâncias químicas perigosas como o formol, tolueno e DBP. Em excesso, essas toxinas podem causar doenças graves como o câncer, a perda da consciência, danos cerebrais, dificuldades respiratórias e depressão, além de poder causar alergias.
Para ficar bem tanto no quesito saúde quanto beleza, a sugestão é utilizar esmaltes sem nenhuma das três toxinas, como as sugestões abaixo.
Scotch Naturals
O lançamento da Scotch Naturals / Foto: Divulgação
A empresa americana já havia lançado uma linha de esmaltes não tóxicos para crianças, a Hopscotch Kids, Ao perceber que a preocupação com as toxinas era também das mulheres adultas, ela lançou a Scotch Naturals.
A vantagem do produto, segundo o fabricante, é que ele não contém metais pesados nem acetona.
O lançamento é a base de água e foi produzido para fortificar as unhas e não as deixar amareladas. Ele é vendido nas lojas dos EUA e Canadá, ou no site oficial.
Colorama e Argento
Todos os produtos da Colorama são livres de substâncias tóxicas / Foto: Divulgação
Ambas as empresas brasileira são conhecidas por fabricarem produtos livres das toxinas e terem um preço competitivo no mercado.
Os produtos podem ser comprados em farmácias.
Hipoalergênicos
Muitas marcas lançam linhas hipoalergênicas específicas, como a linha da Risquè.
Linha específica da Risquè hipoalergênica
Caixões ecológicos deixam a morte mais “sustentável”
“Para tudo na vida existe um jeito, menos para a morte”, esta afirmação é verdadeira, mas agora é possível deixar a morte, pelo menos, mais sustentável. O jeito para isso é a utilização de um caixão ecológico, apresentado em uma feira de agências funerárias em Nova Orleans, nos Estados Unidos.
Durante o evento foram apresentadas diversas opções ecológicas para os enterros, como urnas, caixões produzidos com jornais e outros mais elaborados como o que é feito de vime, criado pela empresa inglesa Wicker Willow Coffins.
A empresa fez seu primeiro caixão de vime em 1998 e desde então não parou mais com sua fabricação. Para eles cada caixão criado é tão importante quanto o primeiro. Os produtos são feitos artesanalmente, explorando o cultivo local de vime. As famílias podem contribuir pessoalmente em cada caixão escolhendo uma variedade de faixas coloridas e alças para tornarem o caixão especial e único.
Estes caixões de vime estão entre os mais ecologicamente corretos disponíveis no mercado, já que o cultivo de vime é altamente renovável. A colheita anual envolve um processamento mínimo, além de ajudar o meio ambiente, fixando o carbono em suas hastes.
Existem cerca de 400 espécies de vime no gênero Salix. O vime usado na manufatura dos caixões cresce em coroa ou em pequenos arbustos. O crescimento é tão rápido que depois do corte o vime retoma a altura em um ano. Cada coroa pode durar até sessenta anos, antes que precise de um replantio. Em condições favoráveis o vime tende a se decompor no solo muito mais rapidamente do que materiais convencionais como MDF, madeiras e metais.
O vime é um material neutro em carbono e, quando queimado, lança na atmosfera apenas a mesma quantidade de carbono que ele consumiu em seu crescimento e vida. Todos os caixões são completamente naturais, não são usados produtos químicos ou colas. Eles são concluídos manualmente usando material cultivado localmente, a cinco quilômetros das instalações e oficinas.
Confira o vídeo do processo de fabricação do caixão de vime
Fonte:http://ciclovivo.com.br/noticia.php/1518/caixoes_ecologicos_deixam_a_morte_mais_sustentavel/
Moradores de São Francisco, EUA, dão exemplo de vida sustentável
São Francisco é a quarta maior cidade do estado da Califórnia, nos Estados Unidos, com mais de 800 mil habitantes. Porém, o tamanho e sua imensa densidade demográfica não a impediram de ser bastante sustentável.
Além dos diversos pontos turísticos, famosas ladeiras, universidades e parques, os visitantes também são atraídos pelos ideais de sustentabilidade que norteiam lojas e costumes por toda a cidade. Em São Francisco o governo e a população estão bastante envolvidos em transformar a cidade em um lugar melhor para se viver.
Os restaurantes, bares e cafés preferem ingredientes frescos, orgânicos e regionais. Os hotéis também estão constantemente buscando alternativas que os tornam mais ecologicamente corretos.
A população é profundamente envolvida nesses ideais. Mais da metade dos habitantes se locomove diariamente através de transporte público. A reciclagem é obrigatória por lei e existem 125 mil vagas de empregos “verdes” na cidade. Não foi sem motivos que São Francisco foi escolhida como a cidade que menos desperdiça dos Estados Unidos, já que seus habitantes costumam desligar as luzes quando não utilizam os cômodos e boa parte dos táxis são carros híbridos ou alimentados por biocombustíveis.
Um dos principais pontos turísticos, a Academia de Ciências da Califórnia, atrai anualmente 1,6 milhões de visitantes, vindos de todas as partes do mundo. A sua estrutura foi planejada para utilizar energia solar e reduzir a quantidade de resíduos produzidos. O teto “vivo” da construção abriga 1,7 milhão de espécies nativas da região. Por causa dessas plantas o interior do prédio é mais arejado e fresco. Além disso, essas plantas cooperam com a absorção do gás carbônico e captação da água das chuvas.
A famosa Farmers Market é o ponto escolhido por aqueles que querem uma alimentação mais saudável e livre de agrotóxicos. A feira reúne barraquinhas com produtos orgânicos, queijos, pães, frutas e até alguns restaurantes vendem seus pratos na feirinha.
Um dos pontos valorizados pelos chefes de cozinha locais é a preferência por produtos da região, que podem ter sua procedência apurada. Além disso, eles exaltam o fato de que grande parte dos moradores locais apreciam culinária, são informados e valorizam os produtos da época.
Mesmo nos bairros mais movimentados, como a frenética Chinatown, existem pontos que se destacam em meio à loucura de uma cidade grande. É o caso de casas de chás ou de vinhos, que fazem questão de optar pelos produtos com qualidade, procedência conhecida e advindos da região.
A cidade apostou na sustentabilidade e isso movimentou diversas áreas, como turismo, economia e qualidade de vida. O resultado do investimento foi extremamente positivo para todos os setores da cidade.
Dica: Verifique a borracha de vedação da geladeira
Verifique a condição da borracha de vedação na porta da sua geladeira e, se for o caso, providencie uma troca/Foto: Stock
A geladeira é um dos campeões quando o assunto é desperdício de energia. Uma das maneiras de gastar mais eletricidade do que o necessário é deixar a borracha responsável pela vedação do equipamentos em más condições. Por isso, troque-a sempre que necessário e garanta que seu equipamento funcione de maneira adequada.
O desgaste desse material é natural com o passar do tempo e ele acaba ficando menos flexível, permitindo que haja uma troca de ar entre as partes interna e externa da geladeira. Com isso, o equipamento precisa trabalhar mais para manter a temperatura do lado de dentro mais baixa – gastando mais energia.
Para saber se a borracha de vedação da sua geladeira precisa ser trocada, faça o seguinte teste: prenda uma folha de papel na porta da geladeira e tente retirá-la. Se a folha sair com facilidade é hora da troca. Faça esse teste em vários lugares da porta e antes de substituir a vedação e confira as dobradiças da porta para ver se não existem vazamentos.
Fonte:http://www.ecodesenvolvimento.org.br/voceecod/verifique-a-borracha-de-vedacao-da-geladeira
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Enfeites natalinos feitos de materiais reciclados decoram as lojas do Pão de Açúcar
A rede Pão de Açúcar presenteia a cidade de São Paulo e a natureza com um Natal reciclado. Flores, mandalas, anjos e árvores natalinas confeccionadas de garrafas PET e latas de óleo recicladas irão ambientar doze lojas da rede localizadas próximos aos principais pontos turísticos de natal da cidade, além das lojas com conceitos verdes, de 19 de novembro até dia 06 de janeiro.
Os insumos para essa decoração vieram de 110 Estações de Reciclagem Pão de Açúcar Unilever e de oito cooperativas do Estado de São Paulo, recolhidos no período de cinco meses e que computaram o equivalente a 90 mil garrafas e latas de óleo.
A produção dos objetos é feita por 22 pessoas, da Kazari Atelier & Interiores e também pelo artista plástico Ivo Dantas. São 184 peças distribuídas por 12 lojas, sendo dez na cidade de São Paulo, uma em Indaiatuba e outra em Campinas. Após o Natal, os enfeites serão recolhidos pelas cooperativas e enviados para reciclagem.
“Com essa decoração, queremos trazer o espírito de Natal aliado à consciência ambiental, que é um dos fortes pilares da marca Pão de Açúcar. Com criatividade e iniciativa é possível deixar o planeta mais sustentável”, diz João Edson Gravata, diretor de operações do Pão de Açúcar.
Nas outras lojas da rede de todo o país, parte da decoração das árvores de Natal será confeccionada pelos próprios colaboradores a partir de pet reciclado. Cada loja irá produzir 200 enfeites até o dia da inauguração. Para orientar na produção, a Kazari treinou os colaboradores para a produção de decoração.
No Facebook o usuário vai poder encontrar informações sobre sustentabilidade e ações promocionais realizadas pelo Pão de Açúcar. Com a ferramenta “Localizador de Loja”, os clientes encontram as lojas por cidade, mais próxima do seu endereço, estações de reciclagem, além de ver o endereço de todas as lojas com a decoração de natal sustentável.
Fonte:http://ciclovivo.com.br/noticia.php/1505/enfeites_natalinos_feitos_de_materiais_reciclados_decoram_as_lojas_do_pao_de_acucar/
Green Apple: Uma lavanderia orgânica

Rondeel – Embalagem de ovos feita com fibra de coco
Guia do Pós-Festa Sustentável





