sábado, 18 de setembro de 2010

Sacolas oxibiodegradáveis ganham espaço, mas polêmica continua


As chamadas sacolas oxibiodegradáveis são feitas a partir de combustíveis fósseis, assim como as sacolas convencionais. A diferença é que as elas recebem um aditivo que, teoricamente, agiliza sua decomposição.

Enquanto uma sacola convencional leva centenas de anos para se decompor, as oxibiodegradáveis levam de três a 18 meses para desaparecer.

Segundo Eduardo Van Roost, diretor da RES Brasil, empresa que produz o aditivo, as oxibiodegradáveis dominam 18% do mercado de sacolas e sacos e são produzidas em 92 países.

Muitas empresas já adotaram as oxibiodegradáveis e as consideram “ecologicamente corretas”. A Saraiva, por exemplo, utiliza tais sacolas e diz que, dessa forma, ajuda “a preservar o meio ambiente”.

No saco plástico da Fotótica está escrito que a empresa “tem consciência da importância da preservação do meio ambiente”. Além disso, ela afirma que “o que antes levava 300 anos para se decompor”, agora “passa a acontecer em bem menos tempo”.

Contra

Apesar do sucesso no mercado, a Secretaria Estadual do Meio Ambiente e o Ministério do Meio Ambiente (MMA) não “simpatizam” muito com as sacolas oxibiodegradáveis.

Em 2007, foi criado projeto de lei para tornar obrigatório o uso dessas sacolas no Estado de São Paulo, porém, o projeto foi vetado pelo governador, a pedido da Secretaria do Meio Ambiente. Enquanto isso, no estado do Espírito Santo, desde 12 de dezembro de 2009, todos os comerciantes capixabas são obrigados a oferecer sacolas oxibiodegradáveis; quem não cumprir a lei está sujeito a multa de R$ 5 mil.

A campanha do MMA, Saco é um Saco, diz que o plástico com aditivo “apenas se fragmenta em pedaços menores, muito mais difíceis de conter que um plástico inteiro”. Dessa forma, os resíduos podem acabar sendo depositados em rios, ingeridos por peixes e outros animais.

A Plastivida, entidade que representa a cadeia produtiva do plástico, também é contra. "As pessoas pensam que a sacola sumiu. Mas, na verdade, ela continua na natureza, fragmentada e espalhada. É uma poluição que não te agride, porque você não enxerga, mas é muito mais grave", diz Francisco de Assis Esmeraldo, presidente da entidade.

A favor

Van Roost, da RES Brasil diz que as críticas às sacolas oxibiodegradáveis são decorrentes de interesses econômicos. Mas Esmeraldo diz que, como as sacolas comuns utilizam basicamente o mesmo material (exceto o aditivo), a sacola oxibiodegradável não traz prejuízo. “Somos contra porque sabemos que, daqui a alguns anos, o problema ambiental vai aparecer”, completa Esmeraldo.

Van Roost destaca que o aditivo está em conformidade com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e hoje é utilizado, também, em embalagens de alimentos, como os pães do grupo Bimbo – que inclui as marcas Pullman e Nutrella.

"A polêmica surge toda vez que aparece um produto novo. Mas o sucesso dos oxibiodegradáveis se deve à perseverança nos testes. Acho que não existe um material tão testado. E eles não mostram toxicidade do produto", diz o diretor da RES Brasil.

Segundo a empresa, os plásticos e aditivos desaparecem completamente, sobrando da degradação apenas água, biomassa e uma pequena quantidade de CO2. Porém, se houver tintas ou pigmentos nocivos ao meio ambiente, eles vão permanecer na natureza, assim como ocorre com as sacolas convencionais.


Fonte:http://ciclovivo.com.br/noticia.php/1073/sacolas_oxibiodegradaveis_ganham_espaco_mas_polemica_continua/

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Dê um novo destino ao cocô do seu cachorro

Por mais que as reuniões de condomínio quase sempre toquem no assunto e os bilhetinhos espalhados em várias árvores e postes da cidade, especialmente em áreas residenciais, implorem para que os donos de cachorros recolham as fezes dos animais em vez de deixá-las, como se não tivessem visto, no meio da calçada ou nos canteiros com plantas, a realidade costuma ser diferente. Quem é que não cruza com um cocozinho sequer numa caminhada pelo bairro?

Mas muitos ambientalistas também alertam que o cocô recolhido em sacolinhas plásticas, além de aumentar o volume de lixo urbano, libera metano, um gás de efeito estufa 23 vezes pior que o gás carbônico.

Alguns designers da cidade de Cambriedge, no estado de Massachusetts (EUA), parecem ter resolvido o impasse: usar os excrementos animais para gerar energia em praças e parques.

O Park Spark Project sugere que os donos dos cachorros recolham o cocô em sacolas biodegradáveis e a joguem em um digestor de metano, instalado nesses locais públicos. A queima do metano alimentaria os postes de luz, não apenas impedindo que o gás fosse para a atmosfera, como também economizando energia vinda de outras fontes poluentes como o carvão.

Durante este mês, eles estão se reunindo para pensar em novas maneiras de utilizar a energia além dos postes de luz.


Fonte:http://super.abril.com.br/blogs/planeta/de-um-novo-destino-ao-coco-do-seu-cachorro/

Comando Ambiental lança projeto Pegada Ecológica no Acampamento Farroupilha

Que legado os gaúchos deixarão para seus filhos e netos? Em busca de respostas para essa pergunta, o Comando Ambiental da Brigada Militar lançou na tarde desta sexta-feira, no Acampamento Farroupilha da Capital, a campanha Pegada Ecológica. Até segunda-feira, os policiais militares envolvidos no projeto aplicarão questionários a 1,5 mil pessoas no Parque Maurício Sirotsky Sobrinho.

Os questionários contam com 14 perguntas, que envolvem temas como o destino do lixo doméstico, o uso da água, o consumo de energia elétrica e o tipo de transporte mais usado.

A ideia, segundo o comandante ambiental da Brigada Militar, coronel Jorge Luiz Agostini, é verificar que legado os gaúchos estão deixando para seus filhos e netos.

— É uma pesquisa inédita, com importância fundamental para entendermos como as pessoas se relacionam com o meio ambiente — diz Agostini.

Por enquanto, o Comando Ambiental concentrará o levantamento no Acampamento Farroupilha, como uma espécie de laboratório. Em cerca de uma semana, conforme o comandante, devem ser divulgados os resultados.

A intenção é aprimorar o questionário e expandir para todo o Rio Grande do Sul.
Juliana Bublitz /

Papel de Plástico

O produto se difere do papel normal por ser feito de plástico reciclado, sendo mais durável e leve que o papel “tradicional”. Seu único problema é o preço, atualmente cerca de 40% acima do tradicional.

Vitopaper

Ele é único no mundo, pois sua produção não exige a seleção do plástico, sua mistura pode incluir matéria-prima vinda de garrafas descartadas, embalagens, frascos, etc. Com 850 quilos de plástico reciclado é possível obter 1 tonelada de papel sintético e o processo também não exige nenhuma mudança nas etapas de produção gráficas, podendo ser utilizado por qualquer gráfica.

Inclusive, o papel foi criticado na época do seu lançamento pela Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel, que considerou ele “uma lâmina de plástico, já que o papel é feito de fibra de celulose”.

Seu desenvolvimento foi realizado através do Departamento de Engenharia e Materiais da Universidade Federal de São Carlos em parceria com a empresa Vitopel. Ele usa a tecnologia dos filmes de polipropilenobiorientado, resultando em uma lâmina bastante parecida com o papel couché, usado em revistas, catálogos e adesivos. E não é só pela ecologia que ele é interessante, ele também é impermeável, tem durabilidade maior e pode ser reciclado infinitamente. Demorou cerca de dois anos para ser desenvolvido e teve um investimento de aproximadamente R$ 4 milhões.

Fonte:http://meiobit.com/73609/vitopaper-papel-plastico/

CasaCor Brasília 2010 traz Loft Sustentável


A arquiteta Beta Pollis, que participa da CasaCor Brasília 2010, projetou um ambiente totalmente trabalhado no contexto ecologicamente correto, o Loft Sustentável.

O tema da mostra é “Sua casa mais feliz e sustentável”. Nesse sentido, a arquiteta projetou os 130 m² de seu ambiente com base nas mais modernas técnicas de utilização de materiais de baixo impacto para o meio ambiente e sistemas construtivos racionais.

Beta Pollis preocupou-se em elaborar um ambiente sofisticado, com toques de requinte e luxo. Desmistificando a ligação do “ser sustentável” com a idéia de simplicidade.

O projeto foi idealizado para um casal adulto, sofisticado, que gosta de arte, elegeu a bicicleta como meio de transporte, cultiva sua própria horta, mas não abre mão de toda a tecnologia, o conforto e a sofisticação disponíveis para uma vida mais sustentável.

A automação é ponto chave do projeto, e contempla a irrigação da horta e do telhado verde com controle de umidade do solo e a dimerização da iluminação através de sensores de insolação.

A reutilização de águas pluviais também estará demonstrada com um filtro ligado à calha, de onde a água será encaminhada para um reservatório de armazenagem. O lixo orgânico será coletado separadamente e transformado em adubo para horta.

No telhado verde e na horta a arquiteta apresenta uma nova tecnologia japonesa em que, com um substrato de apenas 10cm, podemos cultivar não só hortaliças, mas alguns legumes, puros, frescos, plantados e colhidos com as nossas próprias mãos.

O mobiliário contempla grandes nomes do design nacional como Sérgio Rodrigues, Carlos Mota e Arthur de Mattos Casas, além do reuso de mobiliário de décadas passadas, com madeiras já extintas.

O piso da oficina é um cimentício, que usa entulho na sua composição, mas que de alternativo só tem o nome. Já o piso do escritório é em manta de PVC, cuja empresa tem o selo Sustentax.

Também foram utilizados o deck externo de bambu e piso drenante, que permite a permeabilidade do solo. Madeiras de pinus de reflorestamento fazem parte da estrutura e de detalhes do projeto.


Fonte:http://ciclovivo.com.br/noticia.php/1075/casacor_brasilia_2010_contara_com_loft_sustentavel/

ISO 26000 - Responsabilidade Social é aprovado após oito anos


Foram oito anos de reuniões e discussões até que fosse definido o resultado final da norma International Organization for Standardization (ISO) 26000. O conteúdo, aprovado neste mês, apresenta diversas diretrizes de Responsabilidade Social.

A elaboração das normas apresentadas no ISO 26000 contou com a participação de consumidores, governos, ONGs, representantes dos setores industriais e de serviços, entre outros. Desde o início das discussões ficou estabelecido que a norma serviria para fornecer diretrizes, sem ser um novo tipo de certificação.

Até que a comissão chegasse a um texto final, foi necessário contar com a participação de 450 especialistas, de 99 países associados à ISO, e 210 observadores. Mesmo assim, o texto não teve aprovação unânime. EUA, Cuba, Índia, Luxemburgo e Turquia, fazem parte do grupo dos países que foram contra o conteúdo. Todos os outros países membros do ISO, que são mais de 160, concordaram com as normas.

Diferente de outras normas criadas pela organização mundial, o ISO 26000 não é destinado exclusivamente às empresas, mas abrange também, ONGs, governo e as mais diversas instituições. Por não ser considerada certificação e não ser obrigatória é essencial incentivar essas organizações a aderirem às normas de responsabilidade social.

O ISO 26000 traz diversos temas divido em sete grandes eixos: direitos humanos, envolvimento comunitário e desenvolvimento, governança organizacional, meio ambiente, práticas leais de operação, e de trabalho e questão dos consumidores. Outros assuntos contidos na publicação dizem respeito às mudanças climáticas e combate à corrupção.

Eduardo São Thiago, co-secretário do Grupo de Trabalho Internacional de ISO 26000, explicou que inicialmente a norma será comercializada, mas que isso pode mudar, caso apareça algum patrocínio. Além disso, elas serão atualizadas a cada três anos, como acontece com as outras certificações da organização.

Por não existir auditoria obrigatória para as regras de responsabilidade social, é imprescindível o empenho da população cobrando atitudes. As instituições que aderirem a essas normas poderão divulgar os seus resultados através relatórios de sustentabilidade.


Fonte:http://ciclovivo.com.br/noticia.php/1074/iso_26000_responsabilidade_social_e_aprovado_apos_oito_anos/

Eike Batista planeja primeira fábrica brasileira de carros elétricos


O novo desafio do oitavo empresário mais rico do mundo, Eike Batista, é fazer com que o Brasil tenha uma frota de carros elétricos nacionais rodando até 2014. O anúncio do novo empreendimento foi feito pelo próprio empresário, na última quarta-feira (15), durante a Exposição Rio Oil & Gas.

A cidade de São João da Barra, no norte do Rio de Janeiro, foi escolhida para sediar a construção que contará com um investimento de um bilhão de dólares. Eike informou que a produção inicial da empresa deve ser de cem mil veículos, totalmente elétricos, com autonomia para rodar 160 km.

Apesar de serem fabricados no Brasil, os automóveis contarão com tecnologia européia e japonesa. As baterias seriam provenientes do Japão, enquanto o restante do carro mesclaria tecnologia da Europa e do Brasil.

Eike acredita que o “carro elétrico é irreversível”. Isso porque, segundo ele, os gastos com combustível diminuem de R$ 200, para R$ 20, com o uso da eletricidade. O problema atual é que os custos para a compra de um carro elétrico ainda são altos, mas o empresário garante que eles estão diminuindo a cada dia.

A escolha do local para a construção deve-se à sua proximidade com o complexo portuário construído pela empresa LLX, também de Eike, duas siderúrgicas, estradas de ferro e rodovia. A logística privilegiada da região possibilita uma economia de US$ 200 a cada carro produzido.

Ainda não se sabe quantos empregos o novo empreendimento ira gerar, mas o empresário explicou que a cada vaga em uma montadora são gerados 15 empregos nas empresas de cadeia.

A fábrica ainda não tem nome determinado, mas Eike cogitou chamá-la de FBX “Fábrica Brasileira de Automóveis”, mantendo a característica de suas empresas, que sempre tem a letra X no nome.


Fonte:http://ciclovivo.com.br/noticia.php/1077/eike_batista_planeja_primeira_fabrica_brasileira_de_carros_eletricos/

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Garrafa de vidro e bambu


A empresa americana Bamboo Bottle criou uma garrafa limpa, segura, elegante e sustentável, para substituir as garrafas PET. A invenção é feita de vidro, bambu e plástico reciclado, não libera substâncias químicas e pode armazenar qualquer tipo de bebida.

As garrafas PET são grandes vilões da natureza, desde o processo de fabricação, que envolve petróleo. Depois de usadas, boa parte delas não é reaproveitada, contribuindo para o aumento da poluição e prejudicando ainda mais o meio ambiente. Por isso, usar uma garrafa reutilizável é tão importante e ainda acaba sendo mais econômico.

A estrutura principal da Bamboo Bottle é o vidro. Isso garante a ela a durabilidade e capacidade de armazenar bebidas quentes ou frias. Além disso, o vidro, ao contrário do plástico, não libera nenhuma substância química que possa contaminar o líquido ou prejudicar a saúde do usuário.

O bambu é usado para envolver o vidro e assim dar dureza e resistência à garrafa e o plástico foi necessário para fazer a tampa e o fundo da garrafa. A empresa espera conseguir eliminar esse material, mas enquanto isso não é possível, são usados somente plásticos reciclados.

Toda a estrutura da garrafa está dentro dos padrões de sustentabilidade. O vidro, que é a base da bamboo boottle, é 100% natural e a maior parte de sua composição é proveniente de vidro reciclado. O bambu, que dá o toque final e é o principal diferencial desta garrafa, é uma árvore abundante na terra. A espécie usada pela empresa norte-americana é o Phyllostachys Pubescens, que tem crescimento muito rápido, chegando a alcançar 90 metros em apenas nove meses. Além disso, existe a preocupação com o processo de retirada, para que ele não cause grandes impactos na natureza.


Fonte:http://ciclovivo.com.br/noticia.php/1028/garrafa_de_vidro_e_bambu_e_ideal_para_substituir_pet/

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

9 dicas para trabalhar de forma sustentável


No dia a dia do trabalho, muitas vezes é complicado conciliar praticidade com sustentabilidade. Porém, existem pequenas atitudes, que fazem muita diferença para o meio ambiente. Veja abaixo algumas delas.

1. Economize papel. No trabalho, cada funcionário consome, em média, 80 quilos de papel por ano. Na França, um trabalhador imprime em média 35 páginas por dia. O pior: cerca de 24% dessas folhas vão direto para o lixo e nunca mais são utilizadas.

Pense duas vezes antes de imprimir. Caso seja apenas um número de telefone ou um pequeno mapa, não precisa imprimir, apenas copie em um caderno. Outra alternativa é juntar vários textos em um mesmo documento, evitando imprimir várias páginas com espaço em branco.

Caso não disponha de um serviço de coleta seletiva, você ainda pode utilizar o papel para outras coisas, como proteger materiais frágeis. Também é importante ter a consciência de que o cartucho de tinta contém produtos nocivos ao meio ambiente, como o chumbo, por exemplo.

2. Apague a luz. Uma hora com a luz acesa equivale a um gasto entre 50 e 100 kWh. Além de apagar a luz, o ideal é que as empresas trabalhem sempre com lâmpadas fluorescentes, e se possível, instalem detectores de presença. O ideal é que o escritório seja projetado de forma que o permita aproveitar ao máximo a iluminação natural.

3. Evite copos descartáveis. Uma empresa com 200 pessoas utiliza mais de 60.000 copos descartáveis por ano. Só no Reino Unido, são consumidos cinco milhares desses copos a cada ano. Cada um demora mais de 100 anos para decompor na natureza e, geralmente, não são reciclados. A solução é preferir usar copos individuais e reduzir o uso dos descartáveis.

4. Utilize o ar condicionado moderadamente. Nem sempre é necessário o uso do aparelho, que gasta muita energia. Dê preferência para o ventilador, que gasta pouca energia. Abra as janelas e permita o ar circular.

5. Evite viagens desnecessárias. Avalie se realmente é necessário você viajar centenas de quilômetros para encontrar-se fisicamente com alguém. Uma reunião por telefone, ou uma videoconferência pode ser o suficiente para que se comunicar com seus colegas. Aproveite os avanços tecnológicos, além de mais ecológico você acaba ganhando tempo.

6. Procure se locomover de bicicleta, a pé ou de transporte público. Ao pegar um ônibus, você emite três vezes menos CO2 do que em um carro. Mas se ainda assim você quiser utilizar o carro, ao menos procure dar caronas e dividir o carro com mais alguém.

7. Recicle os cartuchos de tinta. Na França são utilizados mais de 40 milhões de cartuchos de impressora todos os anos. Somente 15% são reciclados, gerando 60.000 toneladas de resíduos não degradáveis. A taxa de cartuchos reciclados corresponde apenas a 55% nos EUA e a 35% na Alemanha. Há diversos lugares que se propõem a vender e reciclar cartuchos de tinta, basta procurar por alguns deles.

8. Utilize materiais ecológicos. Tudo bem, nem sempre pedem a sua opinião na hora de comprar materiais, mas sempre que possível você pode sugerir ao seu superior escolher por alguns produtos mais ecológicos. É possível encontrar camisetas feitas de garrafa PET, materiais de escritório reciclados e diversos outros objetos ecologicamente corretos.

9. Dê o exemplo. Se você é chefe, mostre aos seus funcionários como fazer a diferença. Se você é funcionário, nada te impede de também dar o exemplo e tomar atitudes sustentáveis.


Fonte:http://ciclovivo.com.br/noticia.php/1052/9_dicas_para_trabalhar_de_forma_sustentavel/

Órgãos públicos do Rio são incentivados a reciclar óleo vegetal


O Programa de Reaproveitamento de Óleos Vegetais (Prove) chegou aos órgãos públicos sediados no centro da cidade do Rio de Janeiro. Criado em 2007, pela Secretaria de Estado do Ambiente (SEA/RJ), o programa terá recipientes, ideais para o descarte, instalados em locais de fácil acesso aos funcionários públicos.

O Prove faz parte de um investimento do estado do Rio de Janeiro em pesquisas, que tem como objetivo utilizar o óleo vegetal para a produção de biocombustíveis. Além de impedir que o óleo seja descartado inadequadamente e contamine milhões de litros de água, ou acabe comprometendo tubulações, o programa proporciona a diminuição de gastos e a produção de um combustível menos agressivo ao meio ambiente.

As bombonas, como são chamados os tambores destinados à coleta, serão instalados na Praça Mauá, localizada no centro da capital fluminense. Essa etapa de expansão do Prove contará com o apoio direto do Ministério da Agricultura, do Instituto Nacional de Tecnologia, da Receita Federal e da Fundação Nacional de Saúde.

A participação no projeto não é restrita aos órgãos e funcionários públicos, mas está aberta a toda a comunidade e comércio da região, que será incentivado a destinar corretamente todo o óleo de cozinha que deixou de ser utilizado.

O programa carioca de coleta conta com o apoio de 40 cooperativas de catadores de papelão e outros recicláveis, que também recolhem o óleo vegetal nos estabelecimentos cadastrados. A cada litro de óleo recolhido a cooperativa recebe um real.

Conforme informação divulgada pela Secretaria de Estado do Ambiente, estima-se que sejam recolhidos anualmente, cerca de 4,5 milhões de óleo vegetal, através do Prove.


Fonte:http://ciclovivo.com.br/noticia.php/1060/orgaos_publicos_do_rio_sao_incentivados_a_reciclar_oleo_vegetal/

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Rodovia dos Bandeirantes inaugura trecho de asfalto ecológico


A Rodovia dos Bandeirantes, localizada no estado de São Paulo, inaugurou na última sexta-feira (10) o primeiro trecho de pista reconstruído de forma ecológica. A pavimentação inclui a utilização de asfalto e pneus reciclados.

A estrada que liga São Paulo ao município de Cordeirópolis teve o trecho entre os quilômetros 85 e 78, no sentido capital, recuperado usando uma mistura de pavimento reciclado com asfalto-borracha. A concessionária CCR AutoBAN, que administra a estrada, informou que a operação reciclou cerca de 450 mil pneus e o equivalente a 36 piscinas olímpicas de asfalto velho.

O asfalto-borracha tem sua estrutura formada por 20% de pneus velhos e, apesar de custar 30% mais caro que o comum, é muito mais resistente, podendo durar até 5,5 vezes mais que os asfaltos tradicionais. Além dos benefícios ambientais, esse tipo de asfalto ecológico é mais aderente, proporcionando mais segurança ao motorista.

Para evitar as emissões geradas pelo transporte do asfalto, desde o local de fabricação até a pavimentação, a AutoBAN utilizou uma “usina móvel”, que fez a reciclagem do asfalto antigo no próprio canteiro de obras da estrada.

A concessionária pretende recuperar ecologicamente, pelo menos, 600 km de pista, até 2011. Para alcançar esse objetivo foram investidos R$ 82 milhões. A Ecovias, que cuida do sistema Anchieta-Imigrantes, também está fazendo uso do asfalto “ecológico” e pretende ampliar cada vez mais seu uso no recapeamento das estradas que levam ao litoral paulista.

A Associação Nacional de Indústria Pneumática (ANIP) possui 469 pontos de coleta de pneus inservíveis espalhados pelo Brasil. Após recolhidos, os pneus são triturados e encaminhados ao reaproveitamento, para servirem de matéria-prima para essas pavimentações e muitas outras coisas.


Fonte:http://ciclovivo.com.br/noticia.php/1037/rodovia_dos_bandeirantes_inaugura_trecho_de_asfalto_ecologico/

Copos descartáveis são trocados por copos comestíveis


O Jelloware é uma invenção ecológica criada para diminuir a quantidade de resíduos descartados no meio ambiente. Desenvolvido por designers do escritório “The way we see the world”, a criação trata-se de um copo biodegradável que podeser ingerido.

Feito a partir de uma gelatina de algas, chamada agar-agar, o Jelloware é ambientalmente correto e pode ser fabricado em três sabores diferentes: limão e manjericão, gengibre e hortelã ou alecrim e beterraba.

Monica Bathia, uma das idealizadoras do copo comestível, explica que o custo para a produção é baixo. Mesmo assim, os designers ainda estão em busca de parcerias que possibilitem a produção em grande escala. Por enquanto, eles estudam a possibilidade de fornecer os copos para escritórios, restaurantes, cafés e eventos.

A diferença do Jelloware para os copos descartáveis comuns não está somente no descarte, eles precisam de um armazenamento diferenciado, devem permanecer na geladeira até o momento do uso. Porém, a utilidade e o manuseio são igual para os dois tipos de copo.

Apesar de ser comestível, não é ideal que sejam ingeridos mais que três unidades por dia. Pois, a alga agar-agar tem propriedades laxativas. Isso não é um problema, já que, sendo biodegradáveis, os copos não permanecerão no solo por muito tempo e podem ser usados para adubar as plantas.


Fonte:http://ciclovivo.com.br/noticia.php/1044/copos_descartaveis_sao_trocados_por_copos_comestiveis/

Homem gasta mais combustível por não pedir informações no trânsito


A maioria dos homens dirige 442 km a mais do que dirigiria se não tivesse problemas em pedir informações no trânsito. É o que diz um estudo realizado pela seguradora inglesa "Sheilas'Wheels".

De acordo com o estudo, homens gastam cerca de R$ 5.500 em combustível ao longo de suas vidas apenas pelo fato de não gostarem de perguntar sobre o caminho quando perdidos.

Este dado não é nada agradável se levarmos em conta o momento de tensão ambiental que estamos vivendo, o que faz com que as mulheres sejam mais ecologicamente corretas nesse ponto.

O estudo, que foi conduzido no Reino Unido e contou com a participação de 1000 entrevistados, descobriu que mais de um quarto dos homens (26%) esperam, pelo menos, meia hora antes de perguntar a alguém sobre um caminho, e um em dez (12%) de motoristas homens se recusam totalmente de perguntar a um estranho.

Por outro lado, quase três quartos das mulheres (74%) não têm nenhum problema em pedir informações, e 37% admitem que fazem isso assim que percebem que estão perdidas, contra apenas 30% dos homens.

Para 34% dos homens, é melhor pedir informações a uma mulher do que a outro homem. E 41% dos homens admitem que quando se perdem dizem aos outros passageiros do veículo que sabem o caminho - enquanto apenas 26% das mulheres fazem isso.

Além disso, 40% dos homens entrevistados disseram que quando têm que pedir informações a um estranho, nem sempre confiam neles.


Fonte:http://ciclovivo.com.br/noticia.php/983/homem_gasta_mais_combustivel_por_nao_pedir_informacoes_no_transito/

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Grupo BMW é considerado o fabricante de carros mais sustentável do mundo


O BMW Group foi nomeado o líder Supersetor da indústria automotiva pelo sexto ano consecutivo e, portanto, é considerado o fabricante de automóveis mais sustentável do mundo. Esta foi a conclusão do SAM Group publicada em sua mais recente avaliação para os Índices de Sustentabilidade Dow Jones (DJSI).

O SAM Group analisa o desempenho econômico, ambiental e social de aproximadamente 2.500 empresas e seleciona as melhores em cada setor para o Índice de Sustentabilidade Dow Jones. São considerados critérios gerais de sustentabilidade, assim como desafios específicos por setor, como por exemplo as mudanças climáticas.

A BMW é a única empresa do setor automotivo a ter sido listada neste importante grupo de índices de sustentabilidade todos os anos desde que ele foi estabelecido em 1999 e nomeada líder Supersetor nos últimos seis anos.

“Estamos muito satisfeitos por termos sido reconhecidos pelo renomado Índice de Sustentabilidade Dow Jones. Esta classificação independente confirma mais uma vez que o BMW Group desempenha um papel de liderança no setor automotivo do futuro”, disse o Dr. Norbert Reithofer, presidente do Conselho Administrativo da BMW AG.

O fato de a sustentabilidade ser uma parte integral da estratégia corporativa da empresa obteve uma classificação especialmente alta por parte dos analistas do SAM Group. O Conselho Administrativo do grupo definiu a sustentabilidade como um dos princípios estratégicos básicos da empresa já em 2000.

Na BMW, a sustentabilidade corporativa está firmemente entranhada ao longo de toda a cadeia de valores: desde o desenvolvimento de conceitos de economia de combustível e de veículo alternativo até processos limpos de produção e práticas de reciclagem sustentáveis. O grupo também assume a responsabilidade por seus cerca de 96.000 funcionários e está envolvido em projetos sociais fora de suas instalações.

Um dos projetos do Grupo BMW é o veículo Megacity, que pretende ser o primeiro carro com emissão zero feito para as grandes metrópoles urbanas do mundo. O grupo pretende lançar o carro em 2013. Confira o vídeo do projeto.



Fonte:http://ciclovivo.com.br/noticia.php/1034/grupo_bmw_e_considerado_o_fabricante_de_carros_mais_sustentavel_do_mundo/

Nova York reciclará roupas e calçados

Nova York agora tem uma lei que institui a reciclagem de roupas, calçados e tecidos na cidade. Essa é uma das 11 novas leis sobre coleta seletiva assinadas pelo prefeito Michael Bloomberg, atualizando a legislação sobre o tema, que já fazia 21 anos.

A partir de setembro, a Big Apple terá 50 pontos de coleta em locais estratégicos, onde os moradores poderão depositar não apenas roupas que não querem mais, mas também aqueles itens que aparentemente não têm salvação. Empresas contratadas pela prefeitura garantem que podem reaproveitar praticamente todo o material colocado fora.

O descarte de roupas e tecidos é um grande problema nos EUA. De acordo com a EPA, a agência de meio ambiente do país, os americanos jogam fora 3,7 quilos de roupas por ano. Somente em Nova York, cerca de 190 mil toneladas de produtos têxteis foram parar nos aterros sanitários em 2008.


Fonte:http://wp.clicrbs.com.br/blogarpuro/2010/08/30/nova-york-reciclara-roupas-e-calcados/?topo=13,1,1,,,13

domingo, 12 de setembro de 2010

Sua poluição personificada





Qual o dano que você causa ao planeta? A resposta está no site www.changinghabbits.co.uk. Você informa seus hábitos - como se alimenta e que transporte usa, por exemplo - e os dados são transformados em um boneco (chamado Habbit), que representa suas emissões em várias partes do corpo.


1. Olhos e cabeça: retratam as emissões ligadas ao uso de aparelhos elétricos.
2. Boca: Ligada ao consumo de água.
3. Mãos: Energia elétrica você gasta.
4. Abdome: Ligado à alimentação.
5. Pés: Poluição emitida com transporte.
6. Bumbum: Quantidade de resíduos domésticos, contabiliza alimentos jogados fora e o uso de embalagens recicláveis.

Abaixo segue o meu Habbit e o que seria o ideal, dá pra ver que eu estou usando muito mais energia elétrica do que deveria.


sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Jogo: Casa Eficiente



A Casa Eficiente é um jogo virtual criado para conscientizar as pessoas do impacto do desperdício de energia nas mudanças climáticas. O desafio de quem visita a Casa Eficiente é encontrar maneiras de economizar energia e diminuir os danos ao meio ambiente. Cada mudança de hábito garante mais pontos ao jogador. Vence o jogo quem diminuir ao máximo o nível de desperdício na casa.

Jogue em: http://www.wwf.org.br/natureza_brasileira/reducao_de_impactos2/clima/mudancas_especiais/mudancas_climaticas_especiais_jogo_casa/

Ao navegar pela casa, você também também vai encontrar dicas de como utilizar melhor os aparelhos eletrônicos para gastar menos energia e informações sobre o impacto de pequenos gestos no clima do planeta.

O setor de energia, considerado o maior vilão das mudanças climáticas, é responsável por 37% de todas as emissões de gás carbônico no mundo. A cada ano, a indústria energética no planeta emite 23 bilhões de toneladas de CO2, o equivalente a mais de 700 toneladas por segundo.

Por enquanto, a matriz energética brasileira é considerada uma das mais limpas do planeta. Atualmente, 75% da energia elétrica gerada no país vêm de hidrelétricas. Porém, produzir energia de forma sustentável não basta, precisamos consumir de maneira eficiente, diminuindo a pressão sobre os recursos naturais.

Pegada Ecológica



Você já parou para pensar que a forma como vivemos deixa marcas no meio ambiente? É isso mesmo, nossa caminhada pela Terra deixa “rastros”, “pegadas”, que podem ser maiores ou menores, dependendo de como caminhamos. De certa forma, essas pegadas dizem muito sobre quem somos! A partir das pegadas deixadas por animais na mata podemos conseguir muitas informações sobre eles: peso, tamanho, força, hábitos e inúmeros outros dados sobre seu modo de vida.

Com os seres humanos, acontece algo semelhante. Ao andarmos na praia, por exemplo, podemos criar diferentes tipos de rastros, conforme a maneira como caminhamos, o peso que temos, ou a força com que pisamos na areia.

Se não prestamos atenção no caminho, ou aceleramos demais o passo, nossas pegadas se tornam bem mais pesadas e visíveis. Porém, quando andamos num ritmo tranqüilo e estamos mais atentos ao ato de caminhar, nossas pegadas são suaves.

Assim é também a “Pegada Ecológica”. Quanto mais se acelera nossa exploração do meio ambiente, maior se torna a marca que deixamos na Terra.

O uso excessivo de recursos naturais, o consumismo exagerado, a degradação ambiental e a grande quantidade de resíduos gerados são rastros deixados por uma humanidade que ainda se vê fora e distante da Natureza.

A Pegada Ecológica não é uma medida exata e sim uma estimativa. Ela nos mostra até que ponto a nossa forma de viver está de acordo com a capacidade do planeta de oferecer, renovar seus recursos naturais e absorver os resíduos que geramos por muitos e muitos anos.

Isto considerando que dividimos o espaço com outros seres vivos e que precisamos cuidar da nossa e das próximas gerações. Afinal de contas, nosso planeta é só um!

Faça o teste e descubra o tamanho da sua pegada em: http://www.pegadaecologica.org.br/

Fonte:http://www.wwf.org.br/wwf_brasil/pegada_ecologica/o_que_e_pegada_ecologica/

Cases para iPod e iPhone feitos de plástico à base de plantas




A novidade ecológica para o iPhone são o cases feitos a partir de plantas. A invenção é da empresa chinesa Bioserie e não contém absolutamente nenhum elemento tóxico.

O material usado para a fabricação do case da Bioserie é inteiramente obtido de plantas, desde a embalagem até a tinta usada para dar as mais diversas colorações. Por causa disso, não é necessário utilizar absolutamente nenhum elemento tóxico, químico ou derivado do petróleo.

A empresa produziu modelos para o iPhone 3G, iPhone 4, iPod Touch e iPod Nano. As versões para iPad estão em processo de desenvolvimento e devem ser lançadas em breve.

Se você é um daqueles que não vivem sem tecnologia, essa é uma ótima maneira de proteger o seu aparelho e aumentar a durabilidade dele, já que trocar os equipamentos eletrônicos com muita frequência, não é o mais correto ambientalmente.


Fonte:http://www.ciclovivo.com.br/noticia.php/988/case_de_iphone_feito_a_base_de_planta/

Coca-Cola Brasil lança campanha da PlantBottle



Com o slogan “Ontem fui planta, hoje sou PET”, a Coca-Cola Brasil estreia no início de setembro, nas mídias impressa e digital, a campanha de PlantBottle, desenvolvida pela agência de publicidade DPZ.

No novo modelo de garrafa PET, 100% reciclável, o etanol de cana-de-açúcar substitui parte do petróleo utilizado como matéria-prima.

Sobre a embalagem

Trata-se de uma embalagem feita de PET no qual o etanol da cana-de-açúcar substitui parte do petróleo utilizado como insumo. Por ter origem parcialmente vegetal - 30% à base da planta -, a novidade reduzirá a dependência da empresa em relação aos recursos não-renováveis, além de diminuir em até 25% as emissões de CO².

Sem mudança de propriedades químicas, cor, peso ou aparência em relação ao PET convencional, a PlantBottle é 100% reciclável e já entra na cadeia de reaproveitamento de materiais consolidada no País desde sua chegada ao mercado.

“Ao substituir parte do petróleo usado na fabricação do PET por etanol de cana-de-açúcar, um recurso absolutamente renovável e abundante no País, a Coca-Cola Brasil inaugura uma nova era para as embalagens plásticas”, afirma Xiemar Zarazúa, presidente da Coca-Cola Brasil.

Além dos benefícios ambientais - a expectativa é que, em 2010, a produção inicial das garrafas PlantBottle resulte na redução de uso de mais de cinco mil barris de petróleo -, o uso da nova garrafa também traz vantagens à economia do Brasil.

Segundo Rino Abbondi, vice-presidente de Técnica e Logística da empresa, "a cana-de-açúcar é a fonte mais eficiente para a fabricação de etanol. Com este quadro, o Brasil coloca-se como futuro exportador de bio-MEG (componente feito com cana de açúcar, usado na PlantBottle), fomentando assim a geração de empregos e alavancando o setor sucroenergético do País.

O Brasil é um dos primeiros mercados a adotar a PlantBottle e acreditamos que, com isso, a Coca-Cola Brasil e seus fabricantes incentivam as demais indústrias a tomar medidas semelhantes. Vale destacar que 100% das embalagens de PlantBottle de todo o mundo usará etanol brasileiro”.


Fonte:http://ciclovivo.com.br/noticia.php/982/cocacola_brasil_lanca_campanha_de_plantbottle/