sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Eike Batista planeja primeira fábrica brasileira de carros elétricos


O novo desafio do oitavo empresário mais rico do mundo, Eike Batista, é fazer com que o Brasil tenha uma frota de carros elétricos nacionais rodando até 2014. O anúncio do novo empreendimento foi feito pelo próprio empresário, na última quarta-feira (15), durante a Exposição Rio Oil & Gas.

A cidade de São João da Barra, no norte do Rio de Janeiro, foi escolhida para sediar a construção que contará com um investimento de um bilhão de dólares. Eike informou que a produção inicial da empresa deve ser de cem mil veículos, totalmente elétricos, com autonomia para rodar 160 km.

Apesar de serem fabricados no Brasil, os automóveis contarão com tecnologia européia e japonesa. As baterias seriam provenientes do Japão, enquanto o restante do carro mesclaria tecnologia da Europa e do Brasil.

Eike acredita que o “carro elétrico é irreversível”. Isso porque, segundo ele, os gastos com combustível diminuem de R$ 200, para R$ 20, com o uso da eletricidade. O problema atual é que os custos para a compra de um carro elétrico ainda são altos, mas o empresário garante que eles estão diminuindo a cada dia.

A escolha do local para a construção deve-se à sua proximidade com o complexo portuário construído pela empresa LLX, também de Eike, duas siderúrgicas, estradas de ferro e rodovia. A logística privilegiada da região possibilita uma economia de US$ 200 a cada carro produzido.

Ainda não se sabe quantos empregos o novo empreendimento ira gerar, mas o empresário explicou que a cada vaga em uma montadora são gerados 15 empregos nas empresas de cadeia.

A fábrica ainda não tem nome determinado, mas Eike cogitou chamá-la de FBX “Fábrica Brasileira de Automóveis”, mantendo a característica de suas empresas, que sempre tem a letra X no nome.


Fonte:http://ciclovivo.com.br/noticia.php/1077/eike_batista_planeja_primeira_fabrica_brasileira_de_carros_eletricos/

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Garrafa de vidro e bambu


A empresa americana Bamboo Bottle criou uma garrafa limpa, segura, elegante e sustentável, para substituir as garrafas PET. A invenção é feita de vidro, bambu e plástico reciclado, não libera substâncias químicas e pode armazenar qualquer tipo de bebida.

As garrafas PET são grandes vilões da natureza, desde o processo de fabricação, que envolve petróleo. Depois de usadas, boa parte delas não é reaproveitada, contribuindo para o aumento da poluição e prejudicando ainda mais o meio ambiente. Por isso, usar uma garrafa reutilizável é tão importante e ainda acaba sendo mais econômico.

A estrutura principal da Bamboo Bottle é o vidro. Isso garante a ela a durabilidade e capacidade de armazenar bebidas quentes ou frias. Além disso, o vidro, ao contrário do plástico, não libera nenhuma substância química que possa contaminar o líquido ou prejudicar a saúde do usuário.

O bambu é usado para envolver o vidro e assim dar dureza e resistência à garrafa e o plástico foi necessário para fazer a tampa e o fundo da garrafa. A empresa espera conseguir eliminar esse material, mas enquanto isso não é possível, são usados somente plásticos reciclados.

Toda a estrutura da garrafa está dentro dos padrões de sustentabilidade. O vidro, que é a base da bamboo boottle, é 100% natural e a maior parte de sua composição é proveniente de vidro reciclado. O bambu, que dá o toque final e é o principal diferencial desta garrafa, é uma árvore abundante na terra. A espécie usada pela empresa norte-americana é o Phyllostachys Pubescens, que tem crescimento muito rápido, chegando a alcançar 90 metros em apenas nove meses. Além disso, existe a preocupação com o processo de retirada, para que ele não cause grandes impactos na natureza.


Fonte:http://ciclovivo.com.br/noticia.php/1028/garrafa_de_vidro_e_bambu_e_ideal_para_substituir_pet/

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

9 dicas para trabalhar de forma sustentável


No dia a dia do trabalho, muitas vezes é complicado conciliar praticidade com sustentabilidade. Porém, existem pequenas atitudes, que fazem muita diferença para o meio ambiente. Veja abaixo algumas delas.

1. Economize papel. No trabalho, cada funcionário consome, em média, 80 quilos de papel por ano. Na França, um trabalhador imprime em média 35 páginas por dia. O pior: cerca de 24% dessas folhas vão direto para o lixo e nunca mais são utilizadas.

Pense duas vezes antes de imprimir. Caso seja apenas um número de telefone ou um pequeno mapa, não precisa imprimir, apenas copie em um caderno. Outra alternativa é juntar vários textos em um mesmo documento, evitando imprimir várias páginas com espaço em branco.

Caso não disponha de um serviço de coleta seletiva, você ainda pode utilizar o papel para outras coisas, como proteger materiais frágeis. Também é importante ter a consciência de que o cartucho de tinta contém produtos nocivos ao meio ambiente, como o chumbo, por exemplo.

2. Apague a luz. Uma hora com a luz acesa equivale a um gasto entre 50 e 100 kWh. Além de apagar a luz, o ideal é que as empresas trabalhem sempre com lâmpadas fluorescentes, e se possível, instalem detectores de presença. O ideal é que o escritório seja projetado de forma que o permita aproveitar ao máximo a iluminação natural.

3. Evite copos descartáveis. Uma empresa com 200 pessoas utiliza mais de 60.000 copos descartáveis por ano. Só no Reino Unido, são consumidos cinco milhares desses copos a cada ano. Cada um demora mais de 100 anos para decompor na natureza e, geralmente, não são reciclados. A solução é preferir usar copos individuais e reduzir o uso dos descartáveis.

4. Utilize o ar condicionado moderadamente. Nem sempre é necessário o uso do aparelho, que gasta muita energia. Dê preferência para o ventilador, que gasta pouca energia. Abra as janelas e permita o ar circular.

5. Evite viagens desnecessárias. Avalie se realmente é necessário você viajar centenas de quilômetros para encontrar-se fisicamente com alguém. Uma reunião por telefone, ou uma videoconferência pode ser o suficiente para que se comunicar com seus colegas. Aproveite os avanços tecnológicos, além de mais ecológico você acaba ganhando tempo.

6. Procure se locomover de bicicleta, a pé ou de transporte público. Ao pegar um ônibus, você emite três vezes menos CO2 do que em um carro. Mas se ainda assim você quiser utilizar o carro, ao menos procure dar caronas e dividir o carro com mais alguém.

7. Recicle os cartuchos de tinta. Na França são utilizados mais de 40 milhões de cartuchos de impressora todos os anos. Somente 15% são reciclados, gerando 60.000 toneladas de resíduos não degradáveis. A taxa de cartuchos reciclados corresponde apenas a 55% nos EUA e a 35% na Alemanha. Há diversos lugares que se propõem a vender e reciclar cartuchos de tinta, basta procurar por alguns deles.

8. Utilize materiais ecológicos. Tudo bem, nem sempre pedem a sua opinião na hora de comprar materiais, mas sempre que possível você pode sugerir ao seu superior escolher por alguns produtos mais ecológicos. É possível encontrar camisetas feitas de garrafa PET, materiais de escritório reciclados e diversos outros objetos ecologicamente corretos.

9. Dê o exemplo. Se você é chefe, mostre aos seus funcionários como fazer a diferença. Se você é funcionário, nada te impede de também dar o exemplo e tomar atitudes sustentáveis.


Fonte:http://ciclovivo.com.br/noticia.php/1052/9_dicas_para_trabalhar_de_forma_sustentavel/

Órgãos públicos do Rio são incentivados a reciclar óleo vegetal


O Programa de Reaproveitamento de Óleos Vegetais (Prove) chegou aos órgãos públicos sediados no centro da cidade do Rio de Janeiro. Criado em 2007, pela Secretaria de Estado do Ambiente (SEA/RJ), o programa terá recipientes, ideais para o descarte, instalados em locais de fácil acesso aos funcionários públicos.

O Prove faz parte de um investimento do estado do Rio de Janeiro em pesquisas, que tem como objetivo utilizar o óleo vegetal para a produção de biocombustíveis. Além de impedir que o óleo seja descartado inadequadamente e contamine milhões de litros de água, ou acabe comprometendo tubulações, o programa proporciona a diminuição de gastos e a produção de um combustível menos agressivo ao meio ambiente.

As bombonas, como são chamados os tambores destinados à coleta, serão instalados na Praça Mauá, localizada no centro da capital fluminense. Essa etapa de expansão do Prove contará com o apoio direto do Ministério da Agricultura, do Instituto Nacional de Tecnologia, da Receita Federal e da Fundação Nacional de Saúde.

A participação no projeto não é restrita aos órgãos e funcionários públicos, mas está aberta a toda a comunidade e comércio da região, que será incentivado a destinar corretamente todo o óleo de cozinha que deixou de ser utilizado.

O programa carioca de coleta conta com o apoio de 40 cooperativas de catadores de papelão e outros recicláveis, que também recolhem o óleo vegetal nos estabelecimentos cadastrados. A cada litro de óleo recolhido a cooperativa recebe um real.

Conforme informação divulgada pela Secretaria de Estado do Ambiente, estima-se que sejam recolhidos anualmente, cerca de 4,5 milhões de óleo vegetal, através do Prove.


Fonte:http://ciclovivo.com.br/noticia.php/1060/orgaos_publicos_do_rio_sao_incentivados_a_reciclar_oleo_vegetal/

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Rodovia dos Bandeirantes inaugura trecho de asfalto ecológico


A Rodovia dos Bandeirantes, localizada no estado de São Paulo, inaugurou na última sexta-feira (10) o primeiro trecho de pista reconstruído de forma ecológica. A pavimentação inclui a utilização de asfalto e pneus reciclados.

A estrada que liga São Paulo ao município de Cordeirópolis teve o trecho entre os quilômetros 85 e 78, no sentido capital, recuperado usando uma mistura de pavimento reciclado com asfalto-borracha. A concessionária CCR AutoBAN, que administra a estrada, informou que a operação reciclou cerca de 450 mil pneus e o equivalente a 36 piscinas olímpicas de asfalto velho.

O asfalto-borracha tem sua estrutura formada por 20% de pneus velhos e, apesar de custar 30% mais caro que o comum, é muito mais resistente, podendo durar até 5,5 vezes mais que os asfaltos tradicionais. Além dos benefícios ambientais, esse tipo de asfalto ecológico é mais aderente, proporcionando mais segurança ao motorista.

Para evitar as emissões geradas pelo transporte do asfalto, desde o local de fabricação até a pavimentação, a AutoBAN utilizou uma “usina móvel”, que fez a reciclagem do asfalto antigo no próprio canteiro de obras da estrada.

A concessionária pretende recuperar ecologicamente, pelo menos, 600 km de pista, até 2011. Para alcançar esse objetivo foram investidos R$ 82 milhões. A Ecovias, que cuida do sistema Anchieta-Imigrantes, também está fazendo uso do asfalto “ecológico” e pretende ampliar cada vez mais seu uso no recapeamento das estradas que levam ao litoral paulista.

A Associação Nacional de Indústria Pneumática (ANIP) possui 469 pontos de coleta de pneus inservíveis espalhados pelo Brasil. Após recolhidos, os pneus são triturados e encaminhados ao reaproveitamento, para servirem de matéria-prima para essas pavimentações e muitas outras coisas.


Fonte:http://ciclovivo.com.br/noticia.php/1037/rodovia_dos_bandeirantes_inaugura_trecho_de_asfalto_ecologico/

Copos descartáveis são trocados por copos comestíveis


O Jelloware é uma invenção ecológica criada para diminuir a quantidade de resíduos descartados no meio ambiente. Desenvolvido por designers do escritório “The way we see the world”, a criação trata-se de um copo biodegradável que podeser ingerido.

Feito a partir de uma gelatina de algas, chamada agar-agar, o Jelloware é ambientalmente correto e pode ser fabricado em três sabores diferentes: limão e manjericão, gengibre e hortelã ou alecrim e beterraba.

Monica Bathia, uma das idealizadoras do copo comestível, explica que o custo para a produção é baixo. Mesmo assim, os designers ainda estão em busca de parcerias que possibilitem a produção em grande escala. Por enquanto, eles estudam a possibilidade de fornecer os copos para escritórios, restaurantes, cafés e eventos.

A diferença do Jelloware para os copos descartáveis comuns não está somente no descarte, eles precisam de um armazenamento diferenciado, devem permanecer na geladeira até o momento do uso. Porém, a utilidade e o manuseio são igual para os dois tipos de copo.

Apesar de ser comestível, não é ideal que sejam ingeridos mais que três unidades por dia. Pois, a alga agar-agar tem propriedades laxativas. Isso não é um problema, já que, sendo biodegradáveis, os copos não permanecerão no solo por muito tempo e podem ser usados para adubar as plantas.


Fonte:http://ciclovivo.com.br/noticia.php/1044/copos_descartaveis_sao_trocados_por_copos_comestiveis/

Homem gasta mais combustível por não pedir informações no trânsito


A maioria dos homens dirige 442 km a mais do que dirigiria se não tivesse problemas em pedir informações no trânsito. É o que diz um estudo realizado pela seguradora inglesa "Sheilas'Wheels".

De acordo com o estudo, homens gastam cerca de R$ 5.500 em combustível ao longo de suas vidas apenas pelo fato de não gostarem de perguntar sobre o caminho quando perdidos.

Este dado não é nada agradável se levarmos em conta o momento de tensão ambiental que estamos vivendo, o que faz com que as mulheres sejam mais ecologicamente corretas nesse ponto.

O estudo, que foi conduzido no Reino Unido e contou com a participação de 1000 entrevistados, descobriu que mais de um quarto dos homens (26%) esperam, pelo menos, meia hora antes de perguntar a alguém sobre um caminho, e um em dez (12%) de motoristas homens se recusam totalmente de perguntar a um estranho.

Por outro lado, quase três quartos das mulheres (74%) não têm nenhum problema em pedir informações, e 37% admitem que fazem isso assim que percebem que estão perdidas, contra apenas 30% dos homens.

Para 34% dos homens, é melhor pedir informações a uma mulher do que a outro homem. E 41% dos homens admitem que quando se perdem dizem aos outros passageiros do veículo que sabem o caminho - enquanto apenas 26% das mulheres fazem isso.

Além disso, 40% dos homens entrevistados disseram que quando têm que pedir informações a um estranho, nem sempre confiam neles.


Fonte:http://ciclovivo.com.br/noticia.php/983/homem_gasta_mais_combustivel_por_nao_pedir_informacoes_no_transito/

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Grupo BMW é considerado o fabricante de carros mais sustentável do mundo


O BMW Group foi nomeado o líder Supersetor da indústria automotiva pelo sexto ano consecutivo e, portanto, é considerado o fabricante de automóveis mais sustentável do mundo. Esta foi a conclusão do SAM Group publicada em sua mais recente avaliação para os Índices de Sustentabilidade Dow Jones (DJSI).

O SAM Group analisa o desempenho econômico, ambiental e social de aproximadamente 2.500 empresas e seleciona as melhores em cada setor para o Índice de Sustentabilidade Dow Jones. São considerados critérios gerais de sustentabilidade, assim como desafios específicos por setor, como por exemplo as mudanças climáticas.

A BMW é a única empresa do setor automotivo a ter sido listada neste importante grupo de índices de sustentabilidade todos os anos desde que ele foi estabelecido em 1999 e nomeada líder Supersetor nos últimos seis anos.

“Estamos muito satisfeitos por termos sido reconhecidos pelo renomado Índice de Sustentabilidade Dow Jones. Esta classificação independente confirma mais uma vez que o BMW Group desempenha um papel de liderança no setor automotivo do futuro”, disse o Dr. Norbert Reithofer, presidente do Conselho Administrativo da BMW AG.

O fato de a sustentabilidade ser uma parte integral da estratégia corporativa da empresa obteve uma classificação especialmente alta por parte dos analistas do SAM Group. O Conselho Administrativo do grupo definiu a sustentabilidade como um dos princípios estratégicos básicos da empresa já em 2000.

Na BMW, a sustentabilidade corporativa está firmemente entranhada ao longo de toda a cadeia de valores: desde o desenvolvimento de conceitos de economia de combustível e de veículo alternativo até processos limpos de produção e práticas de reciclagem sustentáveis. O grupo também assume a responsabilidade por seus cerca de 96.000 funcionários e está envolvido em projetos sociais fora de suas instalações.

Um dos projetos do Grupo BMW é o veículo Megacity, que pretende ser o primeiro carro com emissão zero feito para as grandes metrópoles urbanas do mundo. O grupo pretende lançar o carro em 2013. Confira o vídeo do projeto.



Fonte:http://ciclovivo.com.br/noticia.php/1034/grupo_bmw_e_considerado_o_fabricante_de_carros_mais_sustentavel_do_mundo/

Nova York reciclará roupas e calçados

Nova York agora tem uma lei que institui a reciclagem de roupas, calçados e tecidos na cidade. Essa é uma das 11 novas leis sobre coleta seletiva assinadas pelo prefeito Michael Bloomberg, atualizando a legislação sobre o tema, que já fazia 21 anos.

A partir de setembro, a Big Apple terá 50 pontos de coleta em locais estratégicos, onde os moradores poderão depositar não apenas roupas que não querem mais, mas também aqueles itens que aparentemente não têm salvação. Empresas contratadas pela prefeitura garantem que podem reaproveitar praticamente todo o material colocado fora.

O descarte de roupas e tecidos é um grande problema nos EUA. De acordo com a EPA, a agência de meio ambiente do país, os americanos jogam fora 3,7 quilos de roupas por ano. Somente em Nova York, cerca de 190 mil toneladas de produtos têxteis foram parar nos aterros sanitários em 2008.


Fonte:http://wp.clicrbs.com.br/blogarpuro/2010/08/30/nova-york-reciclara-roupas-e-calcados/?topo=13,1,1,,,13

domingo, 12 de setembro de 2010

Sua poluição personificada





Qual o dano que você causa ao planeta? A resposta está no site www.changinghabbits.co.uk. Você informa seus hábitos - como se alimenta e que transporte usa, por exemplo - e os dados são transformados em um boneco (chamado Habbit), que representa suas emissões em várias partes do corpo.


1. Olhos e cabeça: retratam as emissões ligadas ao uso de aparelhos elétricos.
2. Boca: Ligada ao consumo de água.
3. Mãos: Energia elétrica você gasta.
4. Abdome: Ligado à alimentação.
5. Pés: Poluição emitida com transporte.
6. Bumbum: Quantidade de resíduos domésticos, contabiliza alimentos jogados fora e o uso de embalagens recicláveis.

Abaixo segue o meu Habbit e o que seria o ideal, dá pra ver que eu estou usando muito mais energia elétrica do que deveria.


sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Jogo: Casa Eficiente



A Casa Eficiente é um jogo virtual criado para conscientizar as pessoas do impacto do desperdício de energia nas mudanças climáticas. O desafio de quem visita a Casa Eficiente é encontrar maneiras de economizar energia e diminuir os danos ao meio ambiente. Cada mudança de hábito garante mais pontos ao jogador. Vence o jogo quem diminuir ao máximo o nível de desperdício na casa.

Jogue em: http://www.wwf.org.br/natureza_brasileira/reducao_de_impactos2/clima/mudancas_especiais/mudancas_climaticas_especiais_jogo_casa/

Ao navegar pela casa, você também também vai encontrar dicas de como utilizar melhor os aparelhos eletrônicos para gastar menos energia e informações sobre o impacto de pequenos gestos no clima do planeta.

O setor de energia, considerado o maior vilão das mudanças climáticas, é responsável por 37% de todas as emissões de gás carbônico no mundo. A cada ano, a indústria energética no planeta emite 23 bilhões de toneladas de CO2, o equivalente a mais de 700 toneladas por segundo.

Por enquanto, a matriz energética brasileira é considerada uma das mais limpas do planeta. Atualmente, 75% da energia elétrica gerada no país vêm de hidrelétricas. Porém, produzir energia de forma sustentável não basta, precisamos consumir de maneira eficiente, diminuindo a pressão sobre os recursos naturais.

Pegada Ecológica



Você já parou para pensar que a forma como vivemos deixa marcas no meio ambiente? É isso mesmo, nossa caminhada pela Terra deixa “rastros”, “pegadas”, que podem ser maiores ou menores, dependendo de como caminhamos. De certa forma, essas pegadas dizem muito sobre quem somos! A partir das pegadas deixadas por animais na mata podemos conseguir muitas informações sobre eles: peso, tamanho, força, hábitos e inúmeros outros dados sobre seu modo de vida.

Com os seres humanos, acontece algo semelhante. Ao andarmos na praia, por exemplo, podemos criar diferentes tipos de rastros, conforme a maneira como caminhamos, o peso que temos, ou a força com que pisamos na areia.

Se não prestamos atenção no caminho, ou aceleramos demais o passo, nossas pegadas se tornam bem mais pesadas e visíveis. Porém, quando andamos num ritmo tranqüilo e estamos mais atentos ao ato de caminhar, nossas pegadas são suaves.

Assim é também a “Pegada Ecológica”. Quanto mais se acelera nossa exploração do meio ambiente, maior se torna a marca que deixamos na Terra.

O uso excessivo de recursos naturais, o consumismo exagerado, a degradação ambiental e a grande quantidade de resíduos gerados são rastros deixados por uma humanidade que ainda se vê fora e distante da Natureza.

A Pegada Ecológica não é uma medida exata e sim uma estimativa. Ela nos mostra até que ponto a nossa forma de viver está de acordo com a capacidade do planeta de oferecer, renovar seus recursos naturais e absorver os resíduos que geramos por muitos e muitos anos.

Isto considerando que dividimos o espaço com outros seres vivos e que precisamos cuidar da nossa e das próximas gerações. Afinal de contas, nosso planeta é só um!

Faça o teste e descubra o tamanho da sua pegada em: http://www.pegadaecologica.org.br/

Fonte:http://www.wwf.org.br/wwf_brasil/pegada_ecologica/o_que_e_pegada_ecologica/

Cases para iPod e iPhone feitos de plástico à base de plantas




A novidade ecológica para o iPhone são o cases feitos a partir de plantas. A invenção é da empresa chinesa Bioserie e não contém absolutamente nenhum elemento tóxico.

O material usado para a fabricação do case da Bioserie é inteiramente obtido de plantas, desde a embalagem até a tinta usada para dar as mais diversas colorações. Por causa disso, não é necessário utilizar absolutamente nenhum elemento tóxico, químico ou derivado do petróleo.

A empresa produziu modelos para o iPhone 3G, iPhone 4, iPod Touch e iPod Nano. As versões para iPad estão em processo de desenvolvimento e devem ser lançadas em breve.

Se você é um daqueles que não vivem sem tecnologia, essa é uma ótima maneira de proteger o seu aparelho e aumentar a durabilidade dele, já que trocar os equipamentos eletrônicos com muita frequência, não é o mais correto ambientalmente.


Fonte:http://www.ciclovivo.com.br/noticia.php/988/case_de_iphone_feito_a_base_de_planta/

Coca-Cola Brasil lança campanha da PlantBottle



Com o slogan “Ontem fui planta, hoje sou PET”, a Coca-Cola Brasil estreia no início de setembro, nas mídias impressa e digital, a campanha de PlantBottle, desenvolvida pela agência de publicidade DPZ.

No novo modelo de garrafa PET, 100% reciclável, o etanol de cana-de-açúcar substitui parte do petróleo utilizado como matéria-prima.

Sobre a embalagem

Trata-se de uma embalagem feita de PET no qual o etanol da cana-de-açúcar substitui parte do petróleo utilizado como insumo. Por ter origem parcialmente vegetal - 30% à base da planta -, a novidade reduzirá a dependência da empresa em relação aos recursos não-renováveis, além de diminuir em até 25% as emissões de CO².

Sem mudança de propriedades químicas, cor, peso ou aparência em relação ao PET convencional, a PlantBottle é 100% reciclável e já entra na cadeia de reaproveitamento de materiais consolidada no País desde sua chegada ao mercado.

“Ao substituir parte do petróleo usado na fabricação do PET por etanol de cana-de-açúcar, um recurso absolutamente renovável e abundante no País, a Coca-Cola Brasil inaugura uma nova era para as embalagens plásticas”, afirma Xiemar Zarazúa, presidente da Coca-Cola Brasil.

Além dos benefícios ambientais - a expectativa é que, em 2010, a produção inicial das garrafas PlantBottle resulte na redução de uso de mais de cinco mil barris de petróleo -, o uso da nova garrafa também traz vantagens à economia do Brasil.

Segundo Rino Abbondi, vice-presidente de Técnica e Logística da empresa, "a cana-de-açúcar é a fonte mais eficiente para a fabricação de etanol. Com este quadro, o Brasil coloca-se como futuro exportador de bio-MEG (componente feito com cana de açúcar, usado na PlantBottle), fomentando assim a geração de empregos e alavancando o setor sucroenergético do País.

O Brasil é um dos primeiros mercados a adotar a PlantBottle e acreditamos que, com isso, a Coca-Cola Brasil e seus fabricantes incentivam as demais indústrias a tomar medidas semelhantes. Vale destacar que 100% das embalagens de PlantBottle de todo o mundo usará etanol brasileiro”.


Fonte:http://ciclovivo.com.br/noticia.php/982/cocacola_brasil_lanca_campanha_de_plantbottle/

22 de setembro: DIa Mundial Sem Carro



A comemoração surgiu na França, no final da década de 90, quando cidadãos de 35 cidades francesas decidiram deixar o carro em casa em busca de formas alternativas de se locomover. A ideia chegou ao Brasil em 2001 e o movimento não parou mais de crescer. A cada ano mais cidades brasileiras aderem com parcerias das prefeituras que fecham ruas e fazem ações de passeios de bicicleta ou caminhadas como ações de conscientização para o uso racional dos automóveis e de estímulo a formas mais sustentáveis de mobilidade.

O principal motivo da celebração é diminuir a quantidade de carros individuais nas cidades. Os problemas são os que já conhecemos: grandes congestionamentos, poluição do ar e sonora, isolamento urbano, acidentes fatais, problemas de saúde, alto consumo de combustíveis fósseis, gastos aos cofres públicos, queda de produtividade e redução da qualidade de vida.

No Brasil, de acordo com dados de 2010 do Denatran, existem 35 milhões de automóveis no país. A cidade de São Paulo é líder com a estatística de um carro por dois habitantes. Se você acha muito, nos Estados Unidos esse número é 1,3 habitante por carro, na Itália 1,5 habitante/carro e no Japão, Espanha, Canadá e Alemanha 1,7 habitante/carro.

Esses dados mostram o colapso que as grandes cidades em todo o mundo vêm sofrendo. Assim, mais de 40 países celebram o Dia Mundial Sem Carro. Especialistas alertam que o grande vilão não é o carro sozinho, mas a "cultura do carro" que se instalou fazendo com que as pessoas sonhem com carro próprio suportando um modelo insustentável. "O mais sensato seria criar mecanismos para restringir a quantidade de carros circulando em zonas criticas da cidade e redesenhar a mobilidade de toda a cidade, inclusive com a participação da iniciativa privada", alerta Lincoln Paiva, diretor da Green Mobility.

Existem soluções possíveis para resolver o problema. Entre as medidas mais citadas estão o incentivo e o investimento no transporte público de forma a torná-lo eficiente e de alta qualidade, convencendo o usuário a trocar o seu carro individual por um modal coletivo.

Outra ideia é a criação de ciclovias e ciclofaixas nas principais ruas e avenidas das cidades e instalação de sistemas de aluguel e transporte de bikes, garantindo segurança e comodidade àqueles que optarem pela bicicleta como meio de transporte e o estímulo a práticas como a carona solidária e o planejamento individual, fazendo com que cada cidadão busque pessoas com roteiros semelhantes e se unam para reduzir a quantidade de carros nas ruas.

A mudança deve partir de cada um, afirmam. "Hoje, sabemos que 30% das pessoas que trabalham com carro na cidade poderiam utilizar carona solidária pelo menos uma vez por semana, 1% poderiam utilizar bicicleta e 5% poderiam fazer caminhadas ou usar meios alternativos de transporte, desde que as condições para isso fossem favoráveis", diz Paiva.

Além da mudança nos hábitos diários da população, existem outras medidas voltadas para as políticas públicas que defendem mudanças ainda mais rigorosas. Algumas cidades, como Amsterdã (Países Baixos), Copenhague (Dinamarca), Ottawa (Canadá), Freiburg (Alemanha), Bogotá (Colômbia), Londres (Reino Unidos) e Quarry Village (Estados Unidos), proibiram total ou parcialmente a utilização de carros em suas ruas, avenidas e centros históricos.

Elas também criaram outras medidas para desencorajar o uso do carro, como diminuir o número de vagas para estacionamento, cobrar pedágio urbano para quem circula de carro pelo centro, e aumentar o preço do combustível. Com zonas livres de carros, as ruas puderam ser "devolvidas" para a população, que passou a utilizar bicicletas, transporte coletivo e até mesmo ir a pé para lugares próximos.

"As cidades estão redesenhando os seus espaços em favor do bem-estar das pessoas e não dos veículos. A nova ordem é frear a deterioração do meio ambiente, adotar iniciativas para dissuadir e reduzir o uso do automóvel e potencializar a mobilidade a pé, o transporte público e os deslocamentos por bicicleta", reforça Paiva.

Medidas integradas são, portanto, a palavra de ordem quando o assunto é mobilidade sustentável. A amplitude do conceito é tamanha que ela já chegou a lugares onde antes poderia não ter sentido, como os cursos de arquitetura. Novos modelos de urbanismo sustentável já buscam planejar nas plantas das cidades formas de torná-las conectadas e capazes de abrigar diversas funções em um mesmo espaço, evitando longos deslocamentos.

"Nós não queremos apenas um dia de celebração e depois retornar à 'vida normal'. Uma vez livres dos carros, as pessoas deveriam permanecer livres. Só depende de nós, de nossas cidades e dos nossos governos ajudar a criar mudanças permanentes em benefício dos pedestres, ciclistas e outras pessoas que não dirigem carros", afirmam os organizadores do World Carfree Network, organização internacional em defesa da mobilidade sustentável.


Fonte: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI4637459-EI238,00-Dia+Mundial+Sem+Carro+ocorre+em+de+setembro.html

Construções sustentáveis ganham mercado no Brasil



Viáveis e lucrativos, os chamados "prédios verdes" vão, aos poucos, ganhando espaço no país. Entre o título e a realidade, porém, é necessário cautela. Não basta ter um jardim bem cuidado ou meia dúzia de árvores para merecer o crédito. Uma boa maneira de checar a vocação ambiental do imóvel é saber se ele possui certificado.

Para isso, o empreendimento precisa ser erguido dentro de parâmetros ambientais em todas as fases - do planejamento à operação, passando pela construção. No Brasil, a busca por esse tipo de certificação cresceu 75% de 2009 pra cá.

Certificado Leed

Um dos selos disponíveis no mercado é o Leed (Leadership in Energy and Environmental Design), fornecido com parcimônia pelo instituto americano U.S. Green Building Council Brasil, criado em 2004. O primeiro empreendimento brasileiro e da América Latina a conquistar a certificação ambiental, em 2007, foi uma agência do Banco Real, na Granja Viana, em Cotia, SP.

Para obter o Leed, o imóvel tem de atender, no mínimo, a 26 exigências, de uma lista com 69. São avaliados o consumo de energia, o reaproveitamento de água, o uso de materiais certificados ou reciclados na construção e no mobiliário, a localização do prédio e a baixa produção de resíduos, entre outros itens. Atualmente, 19 empreendimentos brasileiros já possuem o Leed, e outros 192 estão em processo de certificação - em maio do ano passado, eram apenas 119.

Certificado Aqua

Outro selo ambicionado é o Aqua (Alta Qualidade Ambiental), o primeiro referencial técnico brasileiro para construções sustentáveis. Desenvolvido em 2008 pela Fundação Vanzolini, o selo já conta com 25 processos iniciados e 13 empreendimentos certificados, entre os quais constam duas unidades da Leroy Merlin, no Rio de Janeiro e no Distrito Federal, e a Casa Natura, um misto de centro de convivência e loja da marca de cosméticos, em Santo André, SP.

O Aqua, que começou a ser emitido no ano passado, baseia-se em 14 critérios de sustentabilidade divididos em quatro fases (eco-construção, eco-gestão, conforto e saúde), que se aplicam para diversos empreendimentos - residenciais, comerciais, complexos esportivos e habitação popular.

Para o coordenador executivo do processo, Manuel Carlos Reis Martins, a busca crescente por esse tipo de empreendimento é inevitável. "Diante dos desafios ambientais que enfrentamos, a construção sustentável será o único caminho possível para o setor de edificação civil no futuro", afirma.

Custo-benefício: bom para o meio ambiente e para o bolso

Seguir com rigor os padrões exigidos pelas certificações tem seu preço: a construção pode ficar de 5% a 10% mais cara, dependendo da sofisticação desejada. Em contrapartida, um empreendimento construído dentro desses padrões podem reduzir entre 30% e 40% o consumo de energia, 50% o consumo de água, 35% a emissão de CO2 e em até 90% o descarte de resíduos, além de garantir um ambiente interno mais saudável e produtivo.

"O investimento em projetos sustentáveis, além ter um impacto menor no meio ambiente, reflete-se em um custo operacional mais baixo", afirma Marcelo Takaoka, presidente do Conselho Brasileiro de Construção Sustentável. "Pode até custar mais caro no começo, mas depois reduz consideravelmente as faturas de água e luz".


Fonte:http://portalexame.abril.com.br/meio-ambiente-e-energia/noticias/construcoes-sustentaveis-ganham-mercado-brasil-589607.html

Consumo de energia per capita em 2009 foi o segundo maior da história



Em 2009, o consumo de energia per capita alcançou 48,3 gigajoules por habitante (GJ/hab), de acordo com o estudo Indicadores de Desenvolvimento Sustentável (IDS), divulgado nesta quarta-feira (1º) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Este foi o segundo maior índice desde o início da série histórica, em 1992, perdendo apenas para o ano de 2008, quando o indicador alcançou o patamar de 50 GJ/hab. O consumo de energia per capita costuma ser associado ao grau de desenvolvimento de um país.

Segundo o IDS, 52,8% da energia brasileira provêm de fontes não-renováveis. Petróleo e derivados são responsáveis por 37,8% da energia produzida; o gás natural representa 8,7%; carvão mineral e derivados equivalem a 4,8% e urânio e derivados correspondem a 1,4%. “A dependência de fontes de energia não renováveis pode ser considerada insustentável a longo prazo”, destaca o documento do IBGE.

Em 2009, 47,2% da energia foi fruto de fontes renováveis, número menor que o apurado em 1992 (47,6%), início da série histórica. Energia hidráulica e eletricidade, lenha e carvão vegetal e derivados da cana-de-açúcar são exemplos de fontes renováveis.

O estudo divulgado pelo IBGE destaca que a utilização de fontes renováveis de energia também implica em impactos ao meio ambiente, tais como a inundação de áreas, derrubada de vegetação nativa e ampliação de áreas agrícolas.“Portanto, em termos de proteção ao meio ambiente e à qualidade de vida das populações, o aumento da eficiência no uso e a mudança nos padrões do consumo de energia são fundamentais, sendo tão ou mais importantes que a utilização de fontes renováveis de energia”, destaca o estudo.

Fonte:http://g1.globo.com/economia-e-negocios/noticia/2010/09/consumo-de-energia-capita-em-2009-foi-o-segundo-maior-da-historia.html

Use com moderação



SACO SIM, SACOLA NÃO
Pesquisa Ibope feita em São Paulo em 2009 constatou que 100% dos entrevistados reutilizam as sacolas de supermercado para colocar lixo. Melhor seria usar sacos vendidos para esse fim, de tamanho maior. Para acomodar 50 litros de lixo você precisaria de dezenas de sacolas, enquanto pode colocar todo esse volume num saco só. Outra vantagem dos sacos de lixo de cor preta: eles são feitos de material reciclado (mas nem todos, por isso leia a embalagem).

POR QUE ELAS SÃO VILÃS

Além de demorarem uma eternidade para se decompor (400 anos), as sacolas matam, por ano, 1 milhão de animais marinhos em todo o planeta. Eles morrem ao engolir o plástico.

E AS OXIBIODEGRADÁVEIS?
Mesmo as sacolas que vêm com a indicação de serem oxibiodegradáveis – o que significa que elas contêm um aditivo capaz de desintegrá-la em cerca de dois anos – não são 100% confiáveis. Há engenheiros e químicos que defendem que elas são, na verdade, mais nocivas para o meio ambiente do que as de plástico convencional. Isso porque liberariam metais pesados no solo como manganês e níquel, que causam maior poluição.


O TAMANHO DO ESTRAGO

No período de um ano, são consumidas até 1 trilhão de sacolas plásticas no mundo. Só no Brasil, são 33 milhões por dia ou 12 bilhões por ano.

RECICLE

Sim, a sacolinha pode ser reciclada e virar plástico para brinquedos, material de construção ou outras sacolas. Lave cada uma e separe para despachá-las na coleta seletiva.


Fonte:http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/lixo/sacolas-plasticas-supermercado-oceanos-solo-animais-bueiros-577357.shtml

Dê uma segunda vida ao seu chiclete

Nove em cada dez cidades pavimentadas, no mundo, têm suas ruas impregnadas com gomas de mascar. Três bilhões e meio de chicletes são jogados, todos os anos, nas ruas do Reino Unido. Só na Oxford Street, em Londres, são cerca de 30 mil por dia. Se todo mundo parasse de jogar chicletes ali, ainda seriam necessários 4 meses para deixar a rua totalmente limpa.

Mas o hábito sai caro. Hoje, o custo para retirar um chiclete da rua é três vezes maior do que para produzi-lo – o governo do Reino Unido gasta £$1,5 milhão (mais de R$4 milhões) por ano nessa limpeza.

Jogar o chiclete no lixo comum também não é uma boa ideia, pois ele não será reciclado e vai acabar em um lixão ou aterro, aumentando o volume de resíduos.

Por isso, a designer londrina Anna Bullus se empenha para que as pessoas descartem seus chicletes em um recipiente específico, criado por ela mesma, o GUMDROP, cujo slogan é “Dê uma segunda vida ao seu chiclete”.

O material depositado nesse simpático recipiente rosa, que lembra mesmo uma grande goma de mascar, é encaminhado para a reciclagem e transformado em novos GUMDROPs, que são instalados em mais pontos da cidade, do país, e até em outros países – por enquanto, o produto existe em Londres e em Nova Jersey, nos Estados Unidos.

A conta de Anna é a seguinte: os britânicos produzem 7 mil toneladas de chicletes por ano. Se 10% fossem jogados em um GUMDROP, seria possível produzir um milhão de novas cestas de lixo para chicletes, que ajudariam a recolher os outros 90%.

O material também pode ser aproveitado para a fabricação de outros produtos de borracha. Se a ideia colar, a designer pensa em comercializar botas feitas de chiclete.


Fonte:http://super.abril.com.br/blogs/planeta/de-uma-segunda-vida-ao-seu-chiclete/

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

IBGE divulga Indicadores de Sustentabilidade do Brasil



Nesta quarta-feira, 1 de setembro, o IBGE divulgou os IDS – Indicadores de Desenvolvimento Sustentável referentes ao ano de 2010, que apontaram que, embora o país tenha evoluído nos principais aspectos socioambientais avaliados, ainda há um longo caminho para percorrer rumo ao desenvolvimento sustentável, sobretudo na preservação da biodiversidade.


Em comparação ao ano de 2007, o Brasil manteve seu ritmo de crescimento econômico e evoluiu nos principais indicadores socioambientais analisados, mas as desigualdades socioeconômicas e os impactos ao meio ambiente ainda são grandes em todo o país, o que compromete o desenvolvimento sustentável do Brasil. Essa é a principal conclusão dos IDS 2010 – Indicadores de Desenvolvimento Sustentável de 2010, divulgados hoje, dia 1 de setembro, pelo IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

Ao todo, 55 aspectos – ligados direta ou indiretamente ao desenvolvimento sustentável do país – foram analisados pelo Instituto. Para facilitar a avaliação, eles foram divididos em quatro grandes grupos.

O primeiro, chamado de Dimensão Ambiental, analisou questões referentes à ar, terra, água, biodiversidade e saneamento e concluiu que, apesar de grandes avanços em algumas áreas e estabilidades em outras, ainda existem grandes desafios ambientais a serem superados no país, sobretudo quando o assunto é degradação dos ecossistemas e perda de biodiversidade. Isso porque, apesar de ter diminuído, o desmatamento já atinge14,6% da Amazônia Legal e quase metade do Cerrado. Na Mata Atlântica, a situação também é crítica: restam menos de 10% do território. Enquanto isso, o IDR apontou que as UCs – Unidades de Conservação federais ocupam, apenas, 9% de todo o território brasileiro.

Os indicadores de Dimensão Ambiental ainda terminaram com um alerta: apesar de continuar baixo, o índice de consumo de substâncias destruidoras da camada de ozônio – presentes, por exemplo, em ar-condicionados, solventes e extintores de incêndio – sofreu um pequeno aumento, com relação ao ano de 2007. O resultado influenciou em outro IDS, referente à qualidade do ar: nas grandes cidades, a poluição atmosférica se manteve estável, mas a concentração de ozônio cresceu, aumentando o risco de casos de câncer e cegueira entre a população (para saber mais, veja o infográfico Sem Proteção: o buraco na camada de ozônio).

O segundo grupo, nomeado de Dimensão Social, analisou as questões ligadas à satisfação das necessidades humanas, melhoria da qualidade de vida e justiça social, avaliando setores como saúde, educação, habitação e segurança. Entre as conclusões desse grupo, estão:
– maior redução nas desigualdades de gênero, do que nas de cor e raça;
– queda da mortalidade infantil e aumento da esperança de vida
– condições de moradia inadequadas nos domicílios de 43% dos brasileiros e
– 25,4 mortes por homicídio e 20,3 por acidente de transporte, a cada cem mil habitantes.

Questões ligadas ao desempenho macroeconômico do país e aos padrões de produção e consumo foram reunidas no grupo de Dimensão Econômica, que mostrou que:
– em 2009, o consumo de energia anual de cada brasileiro chegou a 48,3 gigajoules – o segundo maior índice da história do país – e a eficiência energética do uso não aumentou;
– quase metade da energia brasileira provém de fontes renováveis e
– mais de 90% das latas de alumínio produzidas hoje no Brasil são recicladas.

Por fim, o grupo denominado Dimensão Institucional analisou questões que dizem respeito aos esforços feitos pela sociedade e, principalmente, pelo governo para ajudar no desenvolvimento sustentável do Brasil. A avaliação mostrou que, nesse aspecto, os avanços do país se concentraram no acesso à telefonia e internet: os domicílios que possuem acesso à rede quase triplicaram entre 2001 e 2008 e o acesso à telefonia móvel dobrou de volume em quatro anos. Além disso, os IDS apontaram que o investimento nacional em Pesquisa e Desenvolvimento aumentaram de R$ 12 bi, em 2000, para R$ 32,7 bi, em 2008, embora ainda não representem mais de 1% do PIB brasileiro.

Casa Sustentável



Uma obra racional, construída por operários capacitados e feita com materiais de fornecedores selecionados por respeitarem os direitos trabalhistas e o meio ambiente. Como resultado, uma casa popular sustentável.

Essas são as premissas do projeto Minha Casa, desenvolvido pela cimenteira Holcim com os arquitetos Osvaldo Luiz de Souza e Alice Brasileiro, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A dupla elaborou três tipos de planta: 46 m², 47 m² (ambas expansíveis para 64 m² e 65 m², respectivamente) e 68 m² (opção para pessoas com problemas de mobilidade).

As medidas levam em conta o melhor aproveitamento do sistema construtivo escolhido, a alvenaria estrutural. "Não podemos admitir uma casa popular caindo aos pedaços antes de o morador terminar de pagar. Tecnologia é fundamental", afirma Osvaldo. Estimado em R$ 1 000 por m², o custo inclui material, frete, mão de obra e uma fundação radier (indicada para lotes planos). A casa será comercializada (por ora, só na região Sudeste) em lojas de materiais de construção, que poderão criar linhas próprias de financiamento. Duas já estão credenciadas pela Holcim: a Colodetti, em Cariacica, ES, e a Revenda São Clemente, em Nova Friburgo, RJ. A obra fica a cargo de construtoras parceiras do projeto.

O QUE TORNA ESSA CASA SUSTENTÁVEL
• Todo o material para construí-la cabe em três viagens de caminhão.
• A obra gera o mínimo de entulho.
• As aberturas priorizam a iluminação natural e a ventilação cruzada.
• A casa pode receber itens opcionais, como aquecimento solar e um sistema para captar água de chuva.
• Emprega materiais como madeira certificada no telhado, telhas de fibra vegetal, concreto intertravado no piso externo e vaso sanitário com caixa acoplada no banheiro.
• A cozinha tem um duto para recolher o óleo usado. Na área de serviço há espaço para a coleta seletiva de lixo.
• Se as dimensões do terreno não permitirem a implantação mais adequada com relação à orientação solar, o morador receberá dicas para atenuar a insolação com soluções de paisagismo.